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Moro indefere perguntas incômodas feitas por Eduardo Cunha a Temer

novembro 28, 2016
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, decidiu barrar 21 das 41 perguntas formuladas pela defesa do do ex-deputado Eduardo Cunha, destinadas ao presidente Michel Temer (PMDB). As perguntas haviam sido protocoladas pelos advogados de Cunha na última sexta-feira (25) no sistema da Justiça Federal.



De acordo com o despacho do juiz, 13 questionamentos foram descartados por entender que eles ultrapassam a competência da Justiça Federal – que não pode investigar Temer de forma direta ou indireta. Outras oito perguntas foram cortadas pelo juiz, porque não estão relacionadas aos fatos investigados neste processo. As outras 21 perguntas mantidas foram encaminhadas à Presidência da República que optou em responde-las por escrito.

Entre as perguntas descartadas por Moro estão questões relacionadas ao conhecimento do presidente sobre os crimes cometidos na Petrobras. O magistrado também impediu a questão sobre a indicação de alguns ministros do governo Temer, como a nomeação de Geddel Vieira Lima.


Sérgio Moro também considerou inapropriada a citação de trecho de depoimentos de Nestor Cerveró. Colaborador das investigações, o ex-diretor da Área Internacional da Petrobras afirma que procurou o então deputado Temer para pedir apoio político, na tentativa de manter o cargo na estatal. Moro afirma que “não há qualquer referência de que a busca por tal apoio envolveu algo de ilícito”. O juiz ainda argumenta que “não há qualquer notícia do envolvimento do Presidente da República nos crimes desta ação penal”.

Também foram arrolados como testemunhas os deputados Mauro Lopes, Leonardo Quintão e Saraiva Felipe, todos do PMDB de Minas Gerais; o vice-governador de Minas, Antônio Andrade (PMDB); o deputado estadual João Magalhães (PMDB-MG), do mesmo Estado; o ex-senador Delcídio do Amaral; o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; o lobista Hamylton Pinheiro Padilha; o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o ex-ministro Guido Mantega, e outras quatro pessoas.

Prisão de Eduardo Cunha

Cunha é acusado de receber R$ 2,4 milhões em propinas para contratos firmados pela Petrobras em Benin, na África, e usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Por essa denúncia ele é réu pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e falsidade ideológica com fins eleitorais.

Eduardo Cunha está preso preventivamente desde o dia 19 de outubro, a mando do juiz Sérgio Moro. O peemedebista foi detido em Brasília e trazido no mesmo dia a Curitiba. Desde então ele permanece na carceragem da Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense.

Ele perdeu o direito ao foro privilegiado após ter o mandato de deputado cassado na Câmara. O ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a ação contra Cunha, em relação as contas na Suiça, fosse encaminhada ao juiz no dia 4 de
outubro. Eduardo Cunha está preso em caráter preventivo em Curitiba, desde o dia 19 de outubro, por ordem do juiz Sérgio Moro.Também foram arrolados como testemunhas os deputados Mauro Lopes, Leonardo Quintão e Saraiva Felipe, todos do PMDB de Minas Gerais; o vice-governador de Minas, Antônio Andrade (PMDB); o deputado estadual João Magalhães (PMDB-MG), do mesmo Estado; o ex-senador Delcídio do Amaral; o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró; o lobista Hamylton Pinheiro Padilha; o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o ex-ministro Guido Mantega, e outras quatro pessoas.



1 – Quando da nomeação do Sr. Jorge Zelada na Petrobrás, qual era a função exercida por Vossa Excelência?

2 – No início de 2007, no segundo governo do Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, houve um movimento na bancada de deputados federais do PMDB visando a sua pacificação e isso incluiu a junção dos grupos antagônicos. Vossa Excelência tem conhecimento se isso incluiu o apoio ao candidato do PT à presidência da Câmara com o compromisso de apoiá-lo como candidato no segundo biênio em 2009?

3 – Vossa Excelência tem conhecimento de acordo para o então líder da bancada, Sr. Wilson Santiago, concorrer à Primeira Secretaria e o Sr. Henrique Alves assumir a liderança?

4 – Vossa Excelência tem conhecimento da divisão da maioria da bancada em coordenações, sendo o Sr. Tadeu Filippelli no Centro-Oeste, Eduardo Cunha no Rio de Janeiro e o Sr. Fernando Diniz em Minas Gerais?

5 – Vossa Excelência tem conhecimento da nomeação do Sr. Geddel Vieira de Lima para o Ministério da Integração Nacional, do Sr. Reinhold Stephanes para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Sr. José Gomes Temporão para o Ministério da Saúde?

6 – Vossa Excelência indicou o nome do Sr. Wellington Moreira Franco para a Vice- Presidência do Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal?

7 – Vossa Excelência fazia a interlocução com o governo como presidente do PMDB juntamente com o líder Sr. Henrique Alves quando se tratava da Câmara dos Deputados?


8 – Vossa Excelência tem conhecimento se as coordenações ficaram responsáveis por indicações levadas ao Governo Federal para atendimento dos seus deputados?

9 – Vossa Excelência tem conhecimento se na coordenação do Rio de Janeiro, coordenada pelo Sr. Eduardo Cunha, coube a indicação do ex-prefeito, ex-vice-governador do Rio de Janeiro e à época Secretário de Estado da Cultura do Rio de Janeiro, Sr. Luiz Paulo Conde, para a presidência de Furnas?

10 – Vossa Excelência tem conhecimento se na coordenação do Centro-Oeste, coordenada pelo Sr. Tadeu Filippelli, couberam as indicações do vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal e da vice-presidência de Governo do Banco do Brasil?

11 – Vossa Excelência tem conhecimento se na coordenação de Minas Gerais, coordenada pelo Sr. Fernando Diniz, coube a indicação do diretor da área internacional da Petrobrás, tendo sido indicado o Sr. João Augusto Henriques, vetado pelo Governo, e depois substituído pelo Sr. Jorge Zelada?

12 – Vossa Excelência tem conhecimento se a interlocução com o Governo era feita com o ex-presidente, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva?

13 – Vossa Excelência tem conhecimento de quais ministros mais participavam?

14 – Vossa Excelência foi procurado pelo Sr. José Carlos Bumlai para tentar manter o Sr. Nestor Cerveró na Diretoria Internacional da Petrobrás?

15 – Vossa Excelência já conhecia o Sr. José Carlos Bumlai? De onde?

16 – Vossa Excelência recebeu o Sr. Nestor Cerveró para discutir a permanência dele na Diretoria Internacional da Petrobrás?

17 – Quando Vossa Excelência o recebeu? Onde e quem estava presente?

18 – Vossa Excelência foi comunicado pelo Sr. Nestor Cerveró sobre uma suposta proposta financeira feita a ele para sua manutenção no cargo?


19 – Caso Vossa Excelência tenha sido comunicado pelo Sr. Nestor Cerveró, quem teria feito a proposta e qual foi a vossa reação? Por que não denunciou?

20 – Vossa Excelência tem conhecimento se o Sr. Eduardo Cunha teve alguma participação na nomeação do Sr. Jorge Zelada para a Diretoria Internacional da Petrobrás?

21 – Quantas vezes Vossa Excelência esteve com o Sr. Jorge Zelada?

22 – Vossa Excelência recebeu o Sr. Jorge Zelada alguma vez na sua residência em São Paulo/SP, situada à Rua Bennett, 377?

23 – Caso Vossa Excelência o tenha recebido, quais foram os assuntos tratados?

24 – Após a morte do Sr. Fernando Diniz, Vossa Excelência tem conhecimento de quem o substituiu na coordenação da bancada de Minas Gerais?

25 – Vossa Excelência recebeu alguém para tratar de algum assunto referente à área internacional da Petrobrás?

26 – Vossa Excelência encaminhou alguém para ser recebido pelo Sr. Jorge Zelada na Petrobrás?

27 – Vossa Excelência encaminhou algum assunto para ser tratado pela Diretoria Internacional da Petrobrás?

28 – Vossa Excelência tem conhecimento sobre a negociação da Petrobrás para um campo de petróleo em Benin, na costa oeste da África?

29 – Vossa Excelência tem conhecimento de alguma participação do Sr. Eduardo Cunha em algum assunto relacionado à Petrobrás?

30 – Vossa Excelência tem conhecimento de alguma participação do Sr. Eduardo Cunha na compra do campo de petróleo em Benin?

31 – Vossa Excelência conhece o Sr. João Augusto Henriques?

32 – Caso Vossa Excelência conheça, quantas vezes esteve com ele e sobre quais assuntos trataram?

33 – Vossa Excelência sabe de alguma contribuição de campanha que tenha vindo de algum fornecedor da área internacional da Petrobrás?

34 – Vossa Excelência tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobrás com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na Avenida Antônio Batuira, no 470, em São Paulo/SP, juntamente com o Sr. João Augusto Henriques?

35 – Qual a relação de Vossa Excelência com o Sr. José Yunes?

36 – O Sr. José Yunes recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB?

37 – Caso Vossa Excelência tenha recebido, as contribuições foram realizadas de forma oficial ou não declarada?

38 – Matéria publicada no “O Globo” no dia 26/09/2007, citada na denúncia contra Eduardo Cunha, dá conta de que após uma interrupção na votação da CPMF na Câmara dos Deputados, Vossa Excelência foi chamado ao Planalto juntamente com o então líder Sr. Henrique Alves para uma reunião com o então ministro Sr. Walfrido Mares Guia para tratar de nomeações na Petrobrás. Vossa Excelência reconhece essa informação?

39 – Caso esta reunião tenha ocorrido, quais temas foram tratados? A nomeação do Sr. Jorge Zelada para a Diretoria Internacional da Petrobrás foi tratada?

40 – A matéria cita o desconforto do PMDB porque haveria o compromisso das nomeações na Petrobrás, mas só após a votação da CPMF. No entanto, a então chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Sra. Dilma Rousseff, teria descumprido o compromisso e nomeado a Sra. Maria das Graças Foster para a Diretoria de Gás e Energia e o Sr. José Eduardo Dutra para a BR Distribuidora. Vossa Excelência reconhece essa informação?

41 – Vossa Excelência tem conhecimento se o desconforto teria causado a paralisação da votação da CPMF, que só foi retomada após o compromisso de nomear os cargos prometidos ao PMDB?

PARTIDO MAIORIA DE BANGU -Cúpula do PMDB é investigada em casos de corrupção

novembro 21, 2016
A cúpula do PMDB é formada por políticos de diversos estados com magnitudes diferentes, Michel Temer,  Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e Romero Jucá, Aníbal Gomes, Roseana Sarney (MA)Edison Lobão (MA), ex-ministro,Valdir Raupp (RO)      


 Seus membros tem algo em comum: todos foram ou são investigados em casos de mau uso de dinheiro público, corrupção, dentre outros crimes, que não se limitam apenas aos fatos investigados pela Operação Lava Jato. Eles negam todas as acusações.
Conhecido por sua tendência governista, desde o fim do regime militar, o PMDB rompeu  com a gestão da presidente Dilma Rousseff, após 13 anos de alinhamento com os governos petistas. Originado do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), partido de oposição à ditadura, o PMDB é a mais antiga agremiação brasileira e tem o maior número de filiados: quase 2,4 milhões de pessoas, de acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), relativos ao último mês de fevereiro.



 






Michel Temer 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reuniu indícios em dezembro de 2015 de que o vice e hoje atual presidente teria recebido R$ 5 milhões do dono da OAS, José Adelmário Pinheiro, o Leo Pinheiro, um dos empreiteiros condenados em decorrência do escândalo da Petrobras. Até o momento, não há acusação formal contra ele, que também foi citado na delação do senador Delcídio do Amaral --segundo a denúncia, Temer foi o responsável pelas indicações dos ex-diretores da Petrobras Jorge Zelada e João Augusto Henriques, condenados por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outro delator, o lobista Júlio Camargo, afirmou no ano passado em depoimento que Temer era um contato de Fernando Baiano, também lobista, no PMDB. Camargo e Baiano admitiram ter participado do esquema de propinas envolvendo a Petrobras. OUTRO LADO: Temer negou ter se beneficiado com o recebimento de qualquer recurso de origem ilícita. Segundo sua assessoria de imprensa, o diretório nacional do PMDB recebeu, em 2014, um montante total de R$ 5,2 milhões da OAS, que foi declarado nas prestações de contas do partido enviadas ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não ocorrendo nenhuma ilegalidade na operação. O vice-presidente também negou ter indicado Zelada e Henriques à Petrobras. "As indicações foram feitas pela bancada do PMDB de Minas Gerais. O vice-presidente não tinha nenhum contato com essas duas pessoas", afirmou a assessoria de imprensa. Temer também disse, por meio da assessoria, não conhecer Fernando Baiano --"nunca teve ou tem com ele qualquer relação"-- nem Júlio Camargo.


Renan Calheiros 

O presidente do Senado é detentor de um recorde incômodo para sua biografia. Ele é o político com mais processos por corrupção no STF no âmbito da Operação Lava Jato: são nove no total. Em outro caso rumoroso, Renan é acusado de apresentar notas fiscais falsas ao Conselho de Ética do Senado em 2007. À época, ele renunciou ao cargo de presidente do Senado para escapar da cassação de seu mandato. OUTRO LADO: O senador tem negado ligação com o esquema de corrupção da Petrobras. Em nota divulgada em abril, a assessoria do peemedebista disse que o senador "reitera que é zero a chance de ter participado ou cometido irregularidades. Sobre a acusação de 2007, Renan admitiu, em fevereiro de 2016, ter cometido um "excesso", mas disse que o caso envolve uma questão pessoal que precisa ser preservada. "Sobre essa matéria é preciso que se diga, primeiro, que quem pediu a investigação junto ao STF e ao Ministério Público fui eu. Eu, mais do que qualquer um, tenho total interesse que essas coisas se esclareçam. Isso não envolve dinheiro público", afirmou.



Eduardo Cunha 

O presidente da Câmara é o primeiro político a se tornar réu em um processo da Operação Lava Jato no Supremo. Em março, os ministros concordaram que havia indícios suficientes para abrir uma ação penal contra o político do Rio de Janeiro, que tem saído incólume de processos de corrupção desde os anos 1990. Além de ser acusado de receber propinas em um esquema de corrupção envolvendo a Petrobras, Cunha é investigado pelo Conselho de Ética da Câmara por mentir sobre existência de contas em seu nome no exterior. OUTRO LADO: O advogado de Cunha na Lava Jato, Antonio Fernando de Souza, afirmou na sessão de julgamento do STF que não havia provas de que seu cliente tenha recebido valores ligados à suposta propina. "Apesar de as denúncias se referirem a diversas transferências de valores, nenhuma delas se refere a Eduardo Cunha", afirmou.

Romero Jucá 

Senador por Roraima, Romero Jucá serviu como líder do governo de FHC, Lula e Dilma. Além de ser alvo de três inquéritos no STF, por crimes como apropriação de contribuição previdenciária e crime eleitoral, o vice-presidente do partido teve seu nome citado em delações da Lava Jato, inclusive a do senador Delcídio do Amaral. Jucá também aparece nas planilhas encontradas na casa de um executivo da construtora Odebrecht, durante uma das fases da operação. OUTRO LADO: Sobre a inclusão na delação de Delcídio, Jucá disse nunca ter tido "uma relação mais próxima" com o senador e que "qualquer dúvida deve ser investigada". Sobre a citação na planilha da Odebrecht, a assessoria de Jucá afirmou que o "TSE aprovou, sem ressalvas, todas as doações de campanha do parlamentar".


Sérgio Cabral 

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral é alvo de um inquérito da PF por supostamente ser beneficiário da corrupção na Petrobras investigada pela Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef, um dos primeiros delatores do esquema, já afirmou que Cabral recebeu R$ 30 milhões em doações ilegais durante sua campanha de reeleição, em 2010. Documentos obtidos na investigação indicam que Cabral teria recebido propinas da Odebrecht relacionadas à obra da Linha 4 do metrô da capital fluminense. OUTRO LADO: Cabral sempre negou envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. Em março, reafirmou sua inocência, por meio de nota enviada via assessoria: "Todas as contribuições das campanhas eleitorais do ex-governador Sérgio Cabral foram de acordo com o que estabelece a lei". e hoje está preso em Bangu.



Jader Barbalho 
O ex-governador do Pará já renunciou à presidência do Senado no ano de 2001, para escapar da cassação de seu mandato. Chegar aos 70 anos. em 2014, foi providencial para o político, pois por causa disso cinco ações penais e um inquérito foram arquivados no Supremo. Os processos estavam relacionados a um suposto esquema de corrupção na Sudam (Superintendência do Desenvolvimento para Amazônia), na década de 1990. Jader foi citado também em supostos esquema de propina da construtora Odebrecht nos anos 1980. OUTRO LADO: Em seu Facebook, Jader negou ter recebido propina da Odebrecht. "Nunca recebi dinheiro nem favores da Odebrecht."
impeachment de Temer

Romero Jucá 
Senador por Roraima, Romero Jucá serviu como líder do governo de FHC, Lula e Dilma. Além de ser alvo de três inquéritos no STF, por crimes como apropriação de contribuição previdenciária e crime eleitoral, o vice-presidente do partido teve seu nome citado em delações da Lava Jato, inclusive a do senador Delcídio do Amaral. Jucá também aparece nas planilhas encontradas na casa de um executivo da construtora Odebrecht, durante uma das fases da operação. OUTRO LADO: Sobre a inclusão na delação de Delcídio, Jucá disse nunca ter tido "uma relação mais próxima" com o senador e que "qualquer dúvida deve ser investigada". Sobre a citação na planilha da Odebrecht, a assessoria de Jucá afirmou que o "TSE aprovou, sem ressalvas, todas as doações de campanha do parlamentar".

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