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Michel Temer : Não irei mais aceitar ser chamado de Golpista.

novembro 13, 2016
Discurso no Palácio do Planalto, Michel Temer adotou um tom duro e afirmou que

"Golpista é quem está contra a Constituição. Nós não estamos propondo a ruptura constitucional. Agora, nós não vamos levar ofensa para casa. Agora que as situações se definiram e é preciso firmeza. Tentaram dizer que aqui no Brasil houve golpe. Agora falou, nós respondemos. Se não, eles tentarão desvalorizar".


Michel Temer - não irá mais aceitar ser chamado de Golpista.
CONEXÃOPOLÍTICA

Além disso, ele disse que não irá tolerar infidelidades na base aliada. O discurso foi uma indireta aos senadores da base aliada que votaram a favor de Dilma Rousseff manter a habilitação para ocupar funções públicas. O Senado Federal cassou o mandato da ex-presidente, mas tomou posição favorável a ela ao permitir que ela atue na área pública.


Pesquisa aponta: 78% dos Brasileiros reprovam a gestão Michel Temer

outubro 27, 2016



A gestão de Michel Temer frente à Presidência da República é considerada ruim ou péssima por 46% da população brasileira. O levantamento, feito pelo Instituto Ipsos e divulgado nesta quinta-feira 27, aponta ainda que outros 32% consideram o governo do peemedebista como regular.
Outros 13% não souberam avaliar a gestão ou não responderam e somente 9% a qualificaram como boa ou ótima.
Ainda segundo a pesquisa, 36% dos entrevistados destacaram que a gestão Temer está abaixo das expectativas, enquanto 16% disseram que o desempenho está dentro do que esperado. Outros 24% observaram que ainda é cedo para fazer qualquer avaliação do gênero e 14% afirmaram não possuir expectativa alguma com o atual governo. Outros 8% na responderam.


O maior índice de desaprovação, 53%, está concentrado no tratamento que o governo tem dispensado à reforma da Previdência, em que ele propõe uma idade mínima (65), igual para homens e mulheres, e mais tempo de contribuição para se aposentar. Mais de 50% da população também reprovam as ações de combate à pobreza, violência e desemprego da atual gestão.


O Instituto Ipsos ouviu 1,2 mil pessoas em 72 municípios do País entre os dias 1 e 12 de outubro. O levantamento possui uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

PEC 241 É CONTRA O POVO BRASILEIRO #COMPARTILHE E DIVULGUE NAS REDES

outubro 10, 2016
Apresentada pela equipe econômica do governo Michel Temer, a Proposta de Emenda à Constituição 241, que pretende congelar gastos em saúde e educação por 20 anos, avança com rapidez no Congresso Nacional. Um primeiro relatório, favorável à aprovação da proposta, foi apresentado na terça-feira 4 na comissão especial que trata do assunto na Câmara dos Deputados e aprovado na quinta-feira 6.                                      
PEC 241 contra o Povo 
A votação no Plenário também deve ocorrer rapidamente. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já anunciou sua intenção de realizar a primeira votação em plenário na segunda-feira 10, a depender do quorum. Entenda a proposta:


O que é a PEC 241?
A Proposta de Emenda Constitucional 241, também chamada de PEC do Teto de Gastos, tem como objetivo limitar despesas com saúde, educação, assistência social e Previdência, por exemplo, pelos próximos 20 anos.
Enviada em junho pela equipe de Michel Temer à Câmara dos Deputados, a proposta institui o Novo Regime Fiscal, que prevê que tais gastos não poderão crescer acima da inflação acumulada no ano anterior.


Autor da medida, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, classificou a PEC 241 de “dura” e admitiu o propósito de limitar os gastos com saúde e educação, que atualmente são vinculados à evolução da arrecadação federal.
Tais vinculações expressam conquistas sociais garantidas na Constituição Federal de 1988 com o objetivo de priorizar e preservar o gasto público nessas áreas fundamentais, independentemente do governo que estivesse no poder.
Quais são as críticas à PEC 241?
Ao colocar um limite para os gastos da União pelas próximas duas décadas, a PEC 241 institucionaliza um ajuste fiscal permanente e ignora uma eventual melhora dasituação econômica do País. De acordo com a proposta, a regra que estabelece o teto de gastos a partir da correção da inflação não poderá ser alterada antes do décimo ano de vigência.
O prazo final dessa política de austeridade se completaria em 20 anos. Dessa forma, o Novo Regime Fiscal proposto pelo governo Temer retira da sociedade e do Parlamento a prerrogativa de moldar o orçamento destinado a essas áreas, que só poderá crescer conforme a variação da inflação.
O que o governo argumenta ao propor a PEC 241?
Para Meirelles, a raiz do problema fiscal do Brasil é o crescimento elevado do gasto público, que, segundo ele, é incompatível com o crescimento da Receita.


Em debate na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na terça-feira 4, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que o congelamento dos gastos permitirá que o “mercado” tenha expectativas melhores em relação ao Brasil, elevando investimentos privados e contribuindo para o crescimento econômico.
melhoria da educação e da saúde, no entanto, é elemento básico do desenvolvimento. Ao defender a PEC 241, Meirelles afirma, ainda, que limitar o gasto público vai ajudar a conter o crescimento da dívida pública. Segundo o Banco Central, a dívida pública brasileira chegou a 66,2% do PIB em 2015.
O governo ignora, porém, que não há unanimidade sobre o que seria um patamar seguro para a dívida pública no mundo. Existem países com uma dívida menor que a brasileira (Argentina, 56% do PIB em 2015; e Chile, 14%), mas há também países mais desenvolvidos com dívidas maiores (Espanha, 99% do PIB; EUA, 106%; e Japão, 248%).



O que pode estar por trás proposta?
A PEC 241, tida como uma das principais razões da aliança entre PMDB e PSDB, garantegovernabilidade a Temer no Congresso. O interesse do PSDB pela aprovação da pauta explicita o caráter da proposta, afinada com a política de austeridade defendida pelo partido.
Diante da impopularidade da medida, seria interessante para o PSDB, que almeja o Planalto em 2018, vê-la aprovada sem ter o ônus de ser o responsável direto por ela. 
Quando a PEC 241 deverá ser votada?
O tema tem sido tratado com urgência pelos interlocutores de Temer. Aliado do governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou para a próxima segunda-feira 10 a primeira votação da PEC 241 no plenário da Câmara. A sessão, contudo, pode ser adiada.
Para ser aprovada, a PEC precisa passar por duas apreciações plenárias tanto na Câmara quanto no Senado. A intenção do governo é liquidar as quatro votações ainda este ano. Como se trata de alteração constitucional, a aprovação depende do apoio de três quintos dos votos na Câmara e no Senado, ou seja, 308 deputados e 49 senadores.
Nos bastidores, a PEC 241 é tratada como uma espécie de teste. Se o governo não for capaz de aprová-la, também não conseguirá aprovar a reforma da Previdência, tampouco mudanças na legislação trabalhista.
De acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo, o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, disse ter convicção de que a PEC 241 será aprovada. A declaração foi dada após um jantar na segunda-feira 3, do qual participaram ministros e cerca de 50 deputados da base aliada do governo.
Como a oposição está se articulando?
A deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ), líder da minoria na Câmara, protocolou na sexta-feira 7 um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a tramitação da PEC 241 seja suspensa. A peça é assinado por parlamentares de PT e PCdoB e pede que a proposta não seja colocada em votação na Câmara até a análise do Supremo. carta capital


Equador, Costa Rica, Bolívia, Venezuela, Cuba e Nicarágua,protestam contra Michel Temer na ONU,

setembro 20, 2016

              Seis delegações protestam contra Michel Temer em discurso na ONU;

Protestam contra Michel Temer na ONU.
Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Michel Temer precisou enfrentar mais um protesto, entre tantos outros realizados desde que tomou posse como presidente do Brasil, após o golpe contra Dilma Rousseff. Ao ser anunciado para fazer sua fala, ele viu as delegações do Equador e da Venezuela deixarem o plenário.
Na ocasião, Temer defendeu a legalidade do impeachment, apesar de não citar o termo. “O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito constitucional”, argumentou.


O peemedebista usou seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU para afirmar que o processo de impeachment de Dilma Rousseff ocorreu "dentro do mais absoluto respeito constitucional" e que país tem "compromisso inegociável com a democracia".
"O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito constitucional. O fato de termos dado esse exemplo ao mundo implica que não há democracia sem Estado de direito – sem normas que se apliquem a todos, inclusive aos mais poderosos. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz em meio a um processo de depuração de seu sistema político. Temos um Judiciário independente, um Ministério Público atuante, e órgãos do Executivo e do Legislativo que cumprem seu dever", declarou.
Temer abordou também alguns conflitos internacionais, como o entre Israel e Palestina e a guerra da Síria. Segundo o presidente, em um mundo “ainda tão marcado por ódios e sectarismos, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio mostraram que é possível o encontro entre as nações em atmosfera de paz e harmonia”.
O presidente elogiou o restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos e criticou o protecionismo agrícola patrocinado por diversos países.
Sobre a atual situação política brasileira, pós-afastamento de Dilma, Temer disse trazer às Nações Unidas uma mensagem de compromisso inegociável do país com a democracia. “O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito à ordem constitucional.”
“Temos clareza sobre o caminho a seguir: o caminho da responsabilidade fiscal e da responsabilidade social”, afirmou o presidente, ressaltando que a confiança já começa a se restabelecer-se e que um horizonte mais próspero começa a se delinear.
Temer aproveitou a oportunidade para convocar investidores estrangeiros a fazerem negócios com o Brasil. “Nosso projeto de desenvolvimento passa, principalmente, por parcerias em investimentos, em comércio, em ciência e tecnologia. Nossas relações com países de todos os continentes serão, aqui, decisivas."
O presidente enfatizou que o Brasil tem um Judiciário independente, um Ministério Público atuante e órgãos do Executivo e do Legislativo que cumprem seu dever. “Não prevalecem vontades isoladas, mas a força das instituições, sob o olhar atento de uma sociedade plural e de uma imprensa inteiramente livre”, disse Temer, pouco antes de apontar como tarefa atual do país a retomada do crescimento econômico, a fim de restituir empregos aos trabalhadores brasileiros.


Michel Temer Fica Irritado: é chamado de presidente em exercício na Cerimônia de Abertura da Paraolimpíada

setembro 08, 2016
Presente na cerimônia de abertura das Paralimpíadas Rio 2016, o presidente Michel Temer foi chamado de maneira equivocada no guia para a imprensa dos jogos. Segundo o jornal “O Globo”, o governante é descrito como “presidente da República em exercício” em dois trechos do material. A gafe se repete na versão em inglês: “acting president of the Republic of Brazil”.


No Maracanã, parte do público se manifestou contra o presidente com gritos de “Fora, Temer”. Michel Temer assumiu interinamente as rédeas do país em 12 de maio e foi efetivado em 31 de agosto, quando Dilma Rousseff sofreu cassação definitiva em votação do Senado.
Segundo a organização explicou ao “O Globo”, o guia estava pronto e impresso um mês antes do início dos Jogos Paralímpicos.


Abertura da Paraolimpíada: Michel Temer é recebido por vaias e gritos fora Temer no Maracanã

setembro 07, 2016

Abertura da Paraolimpíada: 

"FORA TEMER"!!!






Michel Temer é vaiado nas Paraolimpíadas
Rio de Janeiro



Assista o Vídeo das Vaias a Temer 


Assim como aconteceu na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, o presidente Michel Temer evitou exposição na festa inaugural da Paraolimpíada, nesta quarta-feira, no Maracanã, mas não escapou de ser alvo de protestos do público presente no evento.
 “Fora, Temer!” 
Antes mesmo da cerimônia começar, um sonoro “Fora, Temer!” pôde ser ouvido nas arquibancadas do Maracanã. O presidente do Brasil não teve seu nome anunciado. Apenas o presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, Phillip Craven, foi apresentado.



Essa situação já tinha acontecido na abertura das Olimpíadas, no dia 5 de agosto, quando o presidente do COI, Thomas Bach, teve o nome anunciado, quebrando o protocolo olímpico.
Nos guias distribuídos para a imprensa de todo o mundo sobre a cerimônia de abertura, Michel Temer é chamado de “presidente em exercício” do Brasil.
Existe a expectativa que Temer seja apresentado na parte final da cerimônia, mas isso não é certo.
O dia já havia sido marcado por manifestações contra o presidente no tradicional desfile de Dia da Independência, realizado em Brasília. Diversas capitais brasileiras também tiveram atos pedindo a saída de Michel Temer durante toda a quarta-feira.
                                         Paraolimpíadas- do RIO DE JANEIRO

Você percebe a sutil diferença de um Presidente Legitimo

setembro 07, 2016
Dilma x Temer no Sete Setembro

Temer, também por decisão pessoal, chegou à Esplanada em um Chevrolet Omega oficial, fechado, quebrando a tradição de desfilar no Rolls Royce conversível da Presidência. Além de Dilma, esse era um padrão também cumprido por Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso, que também utilizavam a faixa presidencial ao chegar para o desfile.


                                                     Dilma 07 setembro


Diferentemente de Dilma, Temer não usou a faixa presidencial no desfile. Segundo informou o Planalto, essa foi uma decisão pessoal do presidente.

         Dilma conexão Política
07 setembro





Protestos

Nesta quarta, parte do público presente entoou gritos de "fora, Temer" e chamou o presidente de "golpista". Outros aplaudiram a chegada do presidente, enquanto o coro "a nossa bandeira jamais será vermelha", aparente crítica ao PT, também foi ouvido.






Neste ano, Temer teve a seu lado o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), representando os Poderes Judiciário e Legislativo. Também marcaram presença o governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), e ministros como Raul Jungmann (Defesa), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Alexandre Moraes (Justiça).




Em 2015, Dilma esteve em companhia de Temer, então vice-presidente, e de Rollemberg, com seus ministros Jaques Wagner (Defesa), Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça). Na época, ela tinha Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, como um de seus principais desafetos políticos --meses depois, ele aceitaria o pedido de impeachment que deu início à deposição

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