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A imparcialidade de Sérgio Moro

dezembro 07, 2016


  Aconteceu há pouco o prêmio Isto É, concedido pela "revista" para as personalidades que se destacaram no ano de 2016 - segundo os critérios da mesma. Entre os premiados, Moro, Dória e TEMER, eleito a personalidade do ano. Pior que o prêmio, no entanto, é a foto: do que riem tanto o "justiceiro" alçado a "herói nacional" e o candidato derrotado em 2014 - e recordista em citações na investigação comandada pelo primeiro? Resolvemos dar asas à imaginação de vocês: postem a legenda mais adequada nos comentários...



                                           Juiz moro e Aécio imparcialidade conexão política

LAVA JATO: Delator diz que não houve propina na campanha de Dilma,

novembro 18, 2016
Segundo advogados que presenciaram a audiência, Azevedo retificou depoimento prestado anteriormente no qual confirmou os repasses em forma de propina para os comitês da ex-presidenta Dilma e do então vice, Michel Temer.


O delator foi chamado a depor novamente na Justiça Eleitoral por determinação do ministro Herman Benjamim, que atendeu pedido feito pelos advogados da campanha de Dilma. Os defensores afirmaram  ao TSE que cerca de R$ 1 milhão, valor que teria sido recebido de propina pela empreiteira e repassado como doação de campanha, foram transferidos em julho de 2014 para o diretório nacional do PMDB, e não do PT, como disse Azevedo em um primeiro depoimento.

                                                      Dilma Honesta-conexão política

De acordo com o advogado Flávio Guedes, representante do PMDB,  Azevedo retificou seu depoimento e disse que todas as doações feitas ao partido e para Dilma foram legais, inclusive o repasse que consta em um cheque de R$ 1 milhão repassado à campanha de Temer.


"Foi um depoimento de retificação em que ele apresentou a nova versão dizendo que se equivocou em relação ao primeiro depoimento e que, ao contrário do que disse, não houve da Andrade Gutierrez, nenhum valor de propina para a campanha presidencial de 2014." disse Guedes.

                                                               Dilma Honesta
O advogado da campanha de Dilma, Flávio Caetano, também confirmou que Otávio de Azevedo reconheceu que "não houve nenhuma propina e nenhuma irregularidade na campanha de Dilma e de Temer".

"Dos 25 testemunhos de acusação, era o único que tinha dito que tinha alguma irregularidade na campanha. Hoje cai por terra toda e qualquer acusação de irregularidade na arrecadação da campanha de Dilma e Michel Temer", afirmou Caetano.

                                      Dilma no senado : julgada por 40 senadores envolvidos em corrupção.

                                                                     conexão política
Após o depoimento, que durou cerca de duas horas nesta noite, Azevedo foi abordado pela imprensa e evitou fazer comentários sobre seu depoimento, mas disse que está "tranquilo".

"Da minha parte estou bastante tranquilo, como vejo que tem que ser. Vamos continuar olhando para a frente. Olhando para essa caminhada para a frente". Em dezembro de 2014, as contas da campanha de Dilma e do então vice-presidente Michel Temer foram aprovadas, por unanimidade, no TSE. No entanto, o PSDB questionou a aprovação por avaliar que havia irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma, como doações suspeitas de empreiteiras. Conforme entendimento atual do tribunal, a prestação contábil da chapa é julgada em conjunto.


Com Prisão de CUNHA - TEMER volta as pressas do Japão.

outubro 19, 2016

Michel Temer e Cunha planalto entre me desespero 


A prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) causou preocupação entre auxiliares e assessores do governo Temer e deputados e senadores ligados ao peemedebista. O motivo da apreensão é o risco de Cunha fazer um acordo de delação premiada para deixar a cadeia.
Na avaliação de fontes do governo federal, com a prisão determinada pelo juiz Sergio Moro, a possibilidade de Cunha fechar um acordo de delação é muito grande, ou seja, praticamente certa.

A questão que se levanta nos bastidores é se Cunha tem elementos que possa comprometer o presidente Michel Temer. O temor cresce diante do fato que Temer foi presidente do PMDB e sempre teve uma ligação muito próximo com o ex-presidente da Câmara dos Deputados.
O presidente Michel Temer decidiu antecipar seu retorno ao Brasil. O retorno da comitiva do presidente, que se cumpria missão oficial em Tóquio, Japão, estava previsto para a manhã de quinta-feira, 20, no horário local, mas o embarque foi antecipado para esta quarta-feira, 19. A assessoria do Planalto não informou o motivo da antecipação.

Parlamentares da oposição relataram que muito deputados federais aliados de Cunha estavam em estado de pânico após o despacho de Moro.
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse que caso Cunha assine acordo de delação, o governo Temer seria prejudicado.
O presidente Michel Temer decidiu antecipar a viagem de volta do Japão. O Blog apurou essa informação em momentos próximos à divulgação da prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


Embora Cunha tenha integrado a cúpula do mesmo partido de Michel Temer, não há confirmação de que a volta do presidente tenha relação com este fato.

A versão oficial dentro do governo é de que a antecipação tem a ver com declarações desencontradas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, sobre a votação de alterações no projeto de repatriação.

As articulações pela aprovação da proposta de emenda constitucional que limita o crescimento dos gastos públicos também teriam pesado na decisão do peemedebista.


Segundo a programação oficial elaborada pelo Ministério das Relações Exteriores, a comitiva brasileira deixaria o Japão às 23h desta 4ª feira no horário de Brasília (10h de 5ª em Tóquio). Entretanto, Temer embarcou de volta para o Brasil  às 11h30 (22h30 desta 4ª no Japão).  O peemedebista deve chegar a Brasília amanhã (5ª) pela manhã.

As informações são do repórter do UOL Luiz Felipe Barbiéri.

Durante encontro com líderes aliados na residência oficial da presidência da Câmara na manhã de hoje (4ª), Rodrigo Maia demonstrou interesse em votar o substitutivo do projeto de lei que altera as regras para a repatriação de recursos não declarados no exterior.

Ele disse aos deputados que ainda havia chance de colocar o projeto em pauta na 2ª feira (24.out), caso fosse construído um consenso. Horas depois, o presidente da República interino recuou.

Maia recebeu um telefonema do ministro Geddel Vieira Lima (Segov) dizendo que o governo era contra a votação da proposta. O discurso do Planalto é de que a aprovação da matéria provocaria uma insegurança jurídica em razão da proximidade do fim do prazo para repatriar os recursos. O último dia é 31 de outubro. A fala de Maia aos deputados irritou o Planalto.
“Se ele fizer uma delação, esse governo de Michel Temer não se sustenta por um dia”, declarou Lindbergh ao plenário do Senado lotado.
O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) também afirmou que um eventual acordo de colaboração premiada de Cunha poderia prejudicar Temer. “Cunha é a delação das delações, ele, sem dúvida, pode derrubar o governo do presidente Michel Temer”, disse.

o Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR) afirmou que a prisão de Cunha representa a “queda da República” brasileira. “É a queda da República”, disse ao ser informado no plenário da Casa, segundo reportagem do jornal O Dia

URGENTE : EDUARDO CUNHA PRESO

outubro 19, 2016


o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha foi preso preventivamente nesta quarta-feira em Brasília pela Polícia Federal (PF), por ordem do juiz Sérgio Moro, um mês após o ex-parlamentar perder o foro privilegiado, já que teve o mandato cassado em plenário, confirmaram à Agência EFE fontes oficiais.



Cunha será levado pela Curitiba, onde deve chegar no fim da tarde. Já a casa do ex-parlamentar no Rio de Janeiro é alvo hoje de uma operação de busca e apreensão.
                                       
                                                  Assista o vídeo 


O ex-presidente da Câmara é investigado na operação Lava Jato e acusado, entre outros crimes, de usar contas bancárias na Suíça para lavar dinheiro de propina oriunda de contratos de exploração de petróleo pela Petrobras em Benin, na África. Suspeita-se que ele recebeu US$ 5 milhões.


Segundo as fontes consultadas pela EFE, Cunha foi detido na Asa Sul, uma das regiões mais valorizadas de Brasília, onde mantinha uma residência mesmo após ter sido cassado.

Como presidente da Câmara, Cunha aceitou a abertura de um processo na Casa que acabou levando ao impeachment de Dilma Rousseff da presidência da República por crime de responsabilidade.

Em julho, ao renunciar à presidência da Câmara no meio do processo que finalmente lhe rendeu a cassação, Cunha se regozijou por ter iniciado o trâmite que levou à queda de Dilma.


"Estou orgulhoso por ter ajudado para que o Brasil se livrasse de um dos governos mais corruptos que já tivemos", declarou ele na ocasião.

No entanto, o próprio Cunha, quando iniciou o processo contra a ex-presidente, já era investigado por sua suposta participação na rede de corrupção que operou na Petrobras.

Segundo a acusação, Cunha mantinha dinheiro escondido em 'trusts' em bancos suíços, o que o ex-deputado sempre negou, embora seus argumentos tenham sido refutados pela justiça do país europeu, que comprovou a existência de depósitos em seu favor.


Após essa comprovação e outros indícios, o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu três causas contra Cunha, uma das quais foi remetida ao juiz Sergio Moro, responsável pela investigação dos casos de corrupção envolvendo a Petrobras em primeira instância.

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