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Aécio Neves surge com novo visual de olho em 2018,

novembro 10, 2016
Não foi só nos Estados Unidos que a vitória eleitoral do empresário Donald Trump trouxe surpresas.
Eterno presidenciável e constante alvo de chacotas, o tucano Aécio Neves parece ter buscado inspiração no bilionário norte-americano.


Aécio causou comoção ao surgir hoje no Senado com um visual, digamos, levemente assemelhado ao de Trump.

Questionado sobre se a mudança na aparência já fazia parte do seu projeto presidencial para 2018, o mineiro negou veementemente:


— Que é isso gente? Só peguei um bronze e fiz umas luzes. Não tenho nenhuma intenção de ficar copiando o Donald Trump, minha única preocupação é Tornar o Brasil Grande Novamente!


Aécio Neves Derrotado

outubro 30, 2016


O 'forasteiro' da política Alexandre Kalil (PHS) foi eleito prefeito de Belo Horizonte, com 52,98% dos votos válidos. O tucano João Leite amealhou 47,02%. O “não voto” somou 43,14% do eleitorado. Kalil foi eleito com cerca de 628 mil sufrágios, votação inferior aos 741,8 mil abstenções, brancos e nulos.

                     

O resultado confirmou a virada captada pelas pesquisas na última semana e impôs uma derrota ao senador Aécio Neves (PSDB). Na manhã desde domingo 30, Aécio chamou de "triste fim do PT" o que chamou de apoio "por debaixo dos panos" da legenda a Kalil.

Aécio se mostrava confiante na vitória de Leite, que perdeu pela terceira vez a disputa pela capital mineira. Aécio escolheu Leite, rompendo a aliança tucana com o PSB na cidade. Com isso, o senador acumulou a segunda derrota seguida na sua terra natal. Em 2014, Aécio perdeu para Dilma Rousseff em Minas Gerais.

Nem a gafe em um debate na tevê (“roubo, mas não peço propina”), nem os diversos imbróglios judiciais, muito menos a candidatura pelo inexpressivo PHS impediram a vitória de Kalil, ex-cartola que, a exemplo do tucano João Dória em São Paulo, explorou com sucesso o desencanto do eleitor médio com a política tradicional.

Enquanto Dória fantasiou-se de “gestor”, o futuro prefeito de Belo Horizonte e ex-presidente do Atlético Mineiro foi mais direto: “chega de políticos” era o lema de sua campanha. Polemista, Kalil impôs mais uma derrota a Leite, ídolo do mesmo Atlético nos anos 70 e 80. O deputado estadual havia perdido as eleições na capital mineira em 2000 e 2004.

Segundo o cientista político Leonardo Avritzer, professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais, apesar do discurso da anti-política, Kalil acabou favorecido pela escolha de um eleitor mais politizado. “A derrota de Leite é uma derrota de Aécio. Parte da esquerda, relativamente forte na cidade, posicionou-se contra o senador e o PSDB e despejou seus votos no oponente”. BH, como outras capitais, registrou altos índices de brancos, nulos e abstenções no primeiro turno.

Manoel Leonardo Santos, também professor do Departamento de Ciências Políticas da UFMG, concorda. “Claramente foi uma derrota do grupo político do Aécio, mas não a principal, que aconteceu no início de outubro, quando Dória venceu em São Paulo. O senador deixa de ser o nome central do PSDB em 2018. Quem parece ocupar o lugar agora é o governador Geraldo Alckmin, padrinho da candidatura de Dória”.

Aécio
    'A derrota de Leite é uma derrota de Aécio', avalia o cientista político Leonardo Avritzer (Marcelo Camargo/ABr)

A mobilização anti-Aécio não partiu apenas do eleitorado. Forças políticas contrárias ao tucano se uniram no apoio a Kalil, desde o início da campanha uma espécie de plano B do governador petista Fernando Pimentel. À medida em que Reginaldo Lopes, candidato do partido, nacionalizava o debate eleitoral, expunha o golpe contra Dilma Rousseff e se tornava o para-raio das frustrações com o PT, Pimentel estimulava uma frente informal e multipartidária de apoio ao representante do PHS. Não por menos, o futuro vice-prefeito, Paulo Lamac, gravita na órbita de influência do governador, apesar de formalmente filiado à Rede.



No fim das contas, a rejeição de parte dos eleitores de BH a Aécio, igualmente atingido, afirma Santos, pela negação da política tradicional, mostrou-se mais decisiva do que a “ficha corrida” e as contradições do prefeito eleito. Kalil confessou-se devedor de IPTU e ISS, um contrassenso para quem se dispõe a administrar uma cidade, e responde a um processo por trabalho escravo.

João Leite
    Leite insiste em confundir o combate à homofobia nas escolas com “o ensino do homossexualismo” (Alexandre Mota/Nitro)

Uma frase machista dita em 2013 rivaliza com aquela do “roubo, mas não peço propina”. Após a conquista da Libertadores pelo Atlético Mineiro, o ex-cartola saiu-se com essa: “Essa taça é muito melhor que mulher, até porque ela acorda calada”. A declaração foi explorada pelo adversário durante a campanha.



Não que Leite se saia muito melhor. O deputado tucano insiste em confundir propostas de combate à homofobia nas escolas com “o ensino do homossexualismo”. Evangélico, o parlamentar sempre se enrola ao tratar do assunto, como aconteceu recentemente.

Um discurso de 2011, realizado na tribuna da Assembleia Legislativa, resume seu pensamento a respeito: “Esse é um tema que não me agrada discutir. Tem um livro, a Bíblia, que combate o homossexualismo. Rasgamos a Bíblia?”

Kalil é mais um outsider a conquistar o poder nas eleições municipais. Na disputa de Galo contra Galo, o cartola venceu o goleiro.

Reação do Aécio Neves ao saber do placar contra amigo Cunha

setembro 13, 2016


 Reação do Aécio sobre cassação de Cunha 



O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, não fez qualquer declaração pública nesta terça-feira (13),sobre a cassação de  EDUARDO CUNHA, foram 450 votos pela cassação,dez contra e nove abstenções. do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),Fontes das relações do principal aliado da causa tucana diz que Tucano ficado chocado com que o amigo Eduardo Cunha sido cassado de forma esmagadora ...dizem que isso  poderá ter um revez contra seus ex aliados.



Na página de Aécio no Facebook, a última postagem é sobre uma entrevista que ele concedeu para a Rede TV. "O Brasil vai ter que tomar uma decisão: se a lei vale para todos ou se não vale. Se a presidente da República, pela importância do cargo, tem direito a um salvo-conduto, seja em relação aos crimes fiscais, seja pelos crimes eleitorais. Se for comprovado que houve dinheiro de propina na campanha ou se confirma-se que ela cometeu crime de responsabilidade, é óbvio que a sinalização que tem que se dar é a do cumprimento da lei pra todos", diz o tucano no texto destacado em seu perfil.

No site do PSDB, há uma nota do partido com ataques ao PT em decorrência do depoimento do empresário José Carlos Bumlai. Há também um texto noticioso sobre a operação na PF nas residências de Cunha, mas sem qualquer declaração do presidente da sigla.



Sempre escorregadio em suas declarações sobre as investigações contra Cunha, Aécio, nesta terça, talvez por não ter o dizer para justificar a aliança com o presidente da Câmara, preferiu não aparecer em público.

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