Dois pesos e duas medidas

setembro 22, 2016

O que são Dois pesos e duas medidas:

Dois pesos e duas medidas é uma expressão popular utilizada para indicar um ato injusto e desonesto, sem o uso de imparcialidade ou isenção de juízos pessoais.
Normalmente, está relacionada com situações similares que são tratadas de formas completamente diferentes, seguindo critérios aleatórios e a mercê da vontade das pessoas que as executam.
Muitas pessoas confundem a expressão “dois pesos e duas medidas” com “um peso e duas medidas”, pelo fato desta última aparentar ser mais lógica pelo ponto de vista da interpretação moderna da frase.
No entanto, a expressão oficial é “dois pesos e duas medidas”, registrada inicialmente na bíblia sagrada, no livro de Deuteronômio (25:13-16), que deu origem ao uso da expressão:
“Não carregueis convosco dois pesos, um pesado e o outro leve, nem tenhais à mão duas medidas, uma longa e uma curta. Usai apenas um peso, um peso honesto e franco, e uma medida, uma medida honesta e franca, para que vivais longamente na terra que Deus vosso Senhor vos deu. Pesos desonestos e medidas desonestas são uma abominação para Deus vosso Senhor”.
Esta expressão é uma referência ao antigo sistema de medidas e pesagens, quando ainda não existia um método definitivo que padronizasse os pesos. Assim, cada pesagem e medida era feita de forma desigual, instituindo um roubo generalizado.
No âmbito jurídico, o ditado “dois pesos e duas medidas” deve ser totalmente abominado, mesmo que, informalmente, seja comumente aplicado.
Teoricamente, todos os cidadãos devem ser tratados da mesma forma perante a justiça, mas infelizmente as pessoas que detém maior poder social e econômico acabam por conseguir vantagens nos corriqueiros sistemas corruptos.  
Em inglês, a expressão “dois pesos e duas medidas” pode ser traduzida literalmente para two weigthts and two measures
Descubra também o significado de outras expressões populares, como: "o homem é o lobo do homem" e "o bom filho a casa torna".

DILMA - TEMER QUER ACABAR COM EDUCAÇÃO

setembro 22, 2016



“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou ela, ao lado do ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.
“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.
A lista de Dilma é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:
1 - Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;
2 - Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);
3 - Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;
4 - Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;
5 - Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
6 - Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
7 - Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;
8 - Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
9 - Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,
10 - Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.
A lista representa, segundo Dilma, a concretização de um plano de privatizar a Educação universitária pública e gratuita no Brasil. “Não é uma ficção: é uma estratégia que permeia o conjunto das iniciativas do governo golpista”, disse.
Mercadante: governo está patrocinando um dos maiores retrocessos da história da educação brasileira
“Em um período de um pouco mais de dois meses esse governo interino e golpista está patrocinando um dos maiores retrocessos documentados da história da educação brasileira”. Assim, o ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, definiu a atuação do governo Michel Temer na educação.  
Em mensagem divulgada no Facebook da presidente Dilma, ele voltou a criticar o fim dos programas: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, Pronatec e Ciências Sem Fronteiras na Graduação. Mercadante também questionou a Proposta de Emenda à Constituição que estabelece o reajuste dos gastos em educação pela inflação.
“Eles acabaram com o programa Pacto pela Alfabetização na Idade Certa, onde nós assegurávamos bolsa de estudos para mais de 300 mil professores e professoras que alfabetizam nossas crianças para que eles tivessem formação continuada com apoio das universidades públicas. Um desafio imenso que nós ainda temos na alfabetização” diz Mercadante.
Segundo o ex-ministro “acabaram com o Pronatec, que assegurou no governo da presidenta Dilma mais de 9,4 milhões de matrículas para formação técnica profissionalizante. Nós tínhamos planejado e estávamos executando, no acordo com o sistema S, 2 milhões de novas matrículas este ano”.
Mercadante disse, ainda, que “estão acabando com o Ciência Sem Fronteiras na graduação. Um programa que permitiu a jovens que nunca teriam chance de estudar no exterior poderem acessar as melhores universidades do mundo e voltarem com uma formação mais instigante, mais competente, intercionalizando a perspectiva de produção do conhecimento e foram 73 mil bolsas”. Para o ex-ministro, “eles querem voltar aquele país em que só os filhos dos ricos podem estudar no exterior ou entrar em uma universidade pública”.
No final da mensagem, Mercadante também afirma que “eles querem acabar com o financiamento a educação, estabelecendo através da emenda constitucional  241, que o governo golpista já encaminhou ao Congresso Nacional, um teto de gastos que só será reajustado  pela inflação. Isso vai comprometer todo esforço de acesso, de permanência e de evolução na qualidade na educação brasileira”. “Por tudo isso, nós temos que lutar”, conclui.  
Em conversa realizada nesta terça-feira (26) com internautas, via Facebook, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, fez uma lista com dez retrocessos promovidos em pouco mais de dois meses do governo golpista de Michel Temer.
“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou a presidenta, ao lado do ministro legítimo da Educação, Aloizio Mercadante.
Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.
“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.
A lista da presidenta eleita é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:
  1. Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;
  2. Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);
  3. Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;
  4. Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;
  5. Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
  6. Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
  7. Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;
  8. Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
  9. Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,
  10. Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.

Michel Temer quer acabar com Educação pública no Brasil

setembro 22, 2016
“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou ela, ao lado do ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.
“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.
A lista de Dilma é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:
1 - Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;
2 - Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);
3 - Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;
4 - Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;
5 - Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
6 - Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
7 - Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;
8 - Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
9 - Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,
10 - Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.
A lista representa, segundo Dilma, a concretização de um plano de privatizar a Educação universitária pública e gratuita no Brasil. “Não é uma ficção: é uma estratégia que permeia o conjunto das iniciativas do governo golpista”, disse.
Mercadante: governo está patrocinando um dos maiores retrocessos da história da educação brasileira
“Em um período de um pouco mais de dois meses esse governo interino e golpista está patrocinando um dos maiores retrocessos documentados da história da educação brasileira”. Assim, o ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante, definiu a atuação do governo Michel Temer na educação.  
Em mensagem divulgada no Facebook da presidente Dilma, ele voltou a criticar o fim dos programas: Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, Pronatec e Ciências Sem Fronteiras na Graduação. Mercadante também questionou a Proposta de Emenda à Constituição que estabelece o reajuste dos gastos em educação pela inflação.
“Eles acabaram com o programa Pacto pela Alfabetização na Idade Certa, onde nós assegurávamos bolsa de estudos para mais de 300 mil professores e professoras que alfabetizam nossas crianças para que eles tivessem formação continuada com apoio das universidades públicas. Um desafio imenso que nós ainda temos na alfabetização” diz Mercadante.
Segundo o ex-ministro “acabaram com o Pronatec, que assegurou no governo da presidenta Dilma mais de 9,4 milhões de matrículas para formação técnica profissionalizante. Nós tínhamos planejado e estávamos executando, no acordo com o sistema S, 2 milhões de novas matrículas este ano”.
Mercadante disse, ainda, que “estão acabando com o Ciência Sem Fronteiras na graduação. Um programa que permitiu a jovens que nunca teriam chance de estudar no exterior poderem acessar as melhores universidades do mundo e voltarem com uma formação mais instigante, mais competente, intercionalizando a perspectiva de produção do conhecimento e foram 73 mil bolsas”. Para o ex-ministro, “eles querem voltar aquele país em que só os filhos dos ricos podem estudar no exterior ou entrar em uma universidade pública”.
No final da mensagem, Mercadante também afirma que “eles querem acabar com o financiamento a educação, estabelecendo através da emenda constitucional  241, que o governo golpista já encaminhou ao Congresso Nacional, um teto de gastos que só será reajustado  pela inflação. Isso vai comprometer todo esforço de acesso, de permanência e de evolução na qualidade na educação brasileira”. “Por tudo isso, nós temos que lutar”, conclui.  
Em conversa realizada nesta terça-feira (26) com internautas, via Facebook, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, fez uma lista com dez retrocessos promovidos em pouco mais de dois meses do governo golpista de Michel Temer.
“É impressionante que, em pouco mais de dois meses, o governo interino e golpista já tenha promovido tantos retrocessos. Não há precedentes na história do Brasil”, afirmou a presidenta, ao lado do ministro legítimo da Educação, Aloizio Mercadante.
Para Dilma, a medida mais impactante é a PEC 241, que prevê um limite para os investimentos em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos. Isso porque a medida vai desestruturar as políticas em curso nessas duas áreas e, desse modo, vai comprometer as futuras gerações de brasileiros.
“Um país que precisa da educação para garantir a perenidade do combate à pobreza e ao mesmo tempo a modernidade do desenvolvimento científico e tecnológico não pode fazer isso sem comprometer o futuro da atual e das novas gerações”, afirmou Dilma.
A lista da presidenta eleita é composta pelos seguintes retrocessos impostos pelo governo interino:
  1. Acabou com o Pacto pela Alfabetização na Idade Certa;
  2. Acabou com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec);
  3. Acabou com o Ciência Sem Fronteira na graduação;
  4. Acabou com o portal dos diplomas, cujo o objetivo é combater as fraudes;
  5. Acabou com o novo sistema de avaliação da educação básica que aprimorava o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB);
  6. Acabou com o novo sistema de avaliação da educação superior, que aprimorava os Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
  7. Revogou as nomeações da presidenta Dilma para o Conselho Nacional de Educação, que tinham sido precedidas por ampla a 39 entidades educacionais. As novas nomeações foram claramente retirando as nomeações de especialistas da educação pública para dar lugar a representantes da iniciativa privada;
  8. Anunciou a intenção de retirar a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
  9. Cortou, este ano, 90 mil bolsas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e,
  10. Ameaça alterar o modelo de partilha do pré-sal, substituindo pelo modelo de concessão e com isso reduzindo os recursos do Fundo Social (75% para educação), nosso passaporte para o futuro.

Lula avisa: "Se precisar, se preparem que eu vou voltar"

setembro 22, 2016

Lula avisa: "Se precisar, se preparem que eu vou voltar"

Em comício com a candidata à prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, Lula fala sobre a revolução da educação no Brasil e diz que pode voltar a governar: "eles sabem que, quem sabe cuidar desse povo, sou eu"
                                                     Lula nos braço do Povo-
                                                        CONEXÃO POLÍTICA  
Após passar pelas cidades de Barbalha,Crato e Iguatu, no estado do Ceará, o ex-presidente Lula encerrou nesta quarta-feira (21), em Fortaleza (CE), o primeiro dia de sua viagem pelo Nordeste. 
Lula participou de um comício ao lado de Luizianne Lins (PT-CE), candidata à prefeitura da capital cearense, e discursou para uma multidão que o recebeu com muito carinho. "Eu tenho uma história de vida que só tem sentindo porque ela foi construída junto ao povo brasileiro", disse o ex-presidente. 
Durante o comício, Lula falou sobre o desprezo da elite brasileira pelo povo e lembrou que, em apenas 13 anos, ele e a presidenta Dilma Rousseff revolucionaram a educação no Brasil. "Eu sou filho de pai e mãe analfabeta, mas com orgulho vou passar para a história como o presidente que mais fez universidades neste país". Para ele, "a educação é que garante aos seres humanos, independente da origem social, a igualdade de condições.", defende. 
Lula comentou ainda as acusações sem provas feitas a ele pela Lava Jato e pediu respeito. "Eles têm medo que um partido político e um governo que fez uma verdadeira revolução social neste país volte a governar. Mas se a preocupação é com 2018, se precisar, se preparem que eu vou voltar. Eles sabem que, quem sabe cuidar desse povo, sou eu", finalizou Lula.
A visita do ex-presidente ao Nordeste segue até o dia 23. As próximas paradas serão nos estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco. Saiba mais: http://www.lula.com.br/lula-visita-tres-estados-do-nordeste
Assista ao discurso de Lula em Fortaleza: 

Perseguição de quem usa a Lei -

setembro 21, 2016
                                                          Seja imparcial  DR Moro-



No comunicado, os advogados de Lula voltaram a dizer que a denúncia apresentada na semana passada pelo Ministério Público, e aceita hoje por Moro, carece de provas.
"Nem mesmo os defeitos formais da peça acusatória e a ausência de uma prova contra Lula, como amplamente reconhecido pela comunidade jurídica, impediu que o referido juiz levasse adiante o que há muito havia deixado claro que faria: impor a Lula um crime que jamais praticou", afirma um comunicado assinado pelos advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira.


Os juristas disseram também que a decisão de Moro de abrir um processo contra Lula "não causa surpresa" devido ao "histórico de perseguição e violação às garantias fundamentais" pelo juiz.
Além de Lula, Moro abriu processos contra outras sete pessoas: a esposa do ex-presidente, Marisa Leticia Lula da Silva; o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto; o ex-presidente da construtora OAS, Leo Pinheiro e outros quatro executivos dessa empresa.
Segundo o Ministério Público Federal, em troca de ser favorecida com três contratos para obras em refinarias da Petrobras, a OAS, já condenada por desvios na estatal, aceitou reformar e mobiliar um apartamento triplex no Guarujá, em São Paulo, que seria de Lula e sua esposa - o que ambos negam -, assim como pagar por cinco anos o depósito alugado pelo ex-presidente para guardar os presentes que recebeu durante seu governo.



Moro esclareceu que a aceitação da denúncia não significa que se está admitindo a responsabilidade criminal dos acusados, que tem que ser demonstrada pelo Ministério Público, e disse que precisa deixar isso claro porque a presença de Lula entre os acusados "pode dar ao caso reações de toda espécie fora do processo".via terra

O jornal britânico The Guardian indícios frágeis contra LULA, "palco está montado para julgamento "

setembro 21, 2016




Para jornal, 'palco está montado para julgamento mais carregado politicamente da história moderna do Brasil'



Assim o jornal britânico The Guardian noticia a admissão das denúncias do Ministério Público Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz federal de Curitiba Sérgio Moro.
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A decisão, tomada por Moro com "assombrosa rapidez", segundo o argentino Clarín , está sendo repercutida pela imprensa estrangeira nesta quarta-feira.
Para o francês Le Monde , Moro aceitou as acusações "disposto a enfrentar a controvérsia de uma acusação fundada sob indícios frágeis, que pode gerar inquietação em muitos brasileiros" simpatizantes de Lula.
Na quinta-feira da semana passada, os procuradores qualificaram Lula de "comandante supremo" do esquema de corrupção da Petrobras "sem provas claras", destacou o vespertino francês.


Os jornais ressaltam que a decisão "vem no momento de intensa turbulência política e econômica", na descrição do diário britânico, "exacerbada pela investigação da Lava Jato que dura dois anos e uma conspiração para encerrar 13 anos do PT no poder".
A reportagem acredita que o julgamento de Lula "elevará ainda mais a temperatura" no país.

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