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Salário Mínimo vai desvalorizar nos próximos anos, com o projeto do governo Temer

dezembro 06, 2016



PEC 55 SALÁRIO MÍNIMO VAI DESVALORIZAR 

Se o salário mínimo recebesse esse mesmo cálculos impostos pela PEC 55 de temer , seria de R$ 400 Reais ,  não supriria as necessidades dos trabalhadores. Por isso, a chamada política de valorização do mínimo merece ser repudiada, porque não atende as reais necessidades da classe trabalhadora brasileira.

Criado em 1º de maio de 1940 pelo governo Getúlio Vargas, o objetivo do salário mínimo era garantir uma remuneração básica para cobrir as despesas mensais com alimentação (55%), habitação (20%), vestuário (8%), higiene (10%) e transporte (7%), tomando-se por base uma família composta por dois adultos e duas crianças. O valor instituído naquela época, na moeda de hoje, foi de R$ 1.202,29.

Segundo o Dieese, em 1957 ocorreu o maior valor atingido na história, quando chegou a R$ 1.732,28 – feita a correção a preços de janeiro de 2011 – e permaneceu praticamente estável de 1960 a 1964.
A sua desvalorização começou durante os governos militares e se prolongou até meados da década de 90. Entre 1965 e 1974, o salário mínimo mantinha, na média anual, apenas 69% do poder aquisitivo de 1940. Em abril de 1992, registrou o menor valor histórico, com R$ 204,03 –
valor dos dias de hoje. Constituição garante - É preciso reforçar ainda que a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7o, inciso IV, prescreve: “São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim”.
O governo temer e seus aliados tem um objetivo em comum acabar com o poder do pobre !

                   Aécio Neves "salario Mínimo no Brasil esta muito alto.


PAÍSES :URUGUAI,CHILE,BOLIVIA,VENEZUELA,EL SALVADOR,CUBA e EQUADOR não reconhecem Temer como presidente do Brasil

setembro 01, 2016




Na China, onde esperava assinar 11 contratos, Temer enfrenta já a sua primeira crise diplomática, depois de a Venezuela, Equador e Bolívia terem chamado os seus embaixadores em Brasília em protesto contra a destituição, criticada também por Cuba e El Salvador. “Isto não foi um golpe de Estado apenas contra Dilma. Foi contra a América Latina e o Caribe”, acusou o Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, cabeça da esquerda bolivariana que nos últimos 13 anos manteve relações estreitas com Brasília. Maduro acusou os EUA de estarem por trás deste “ataque contra o movimento popular e progressista na América Latina”, antes de anunciar o corte de relações diplomáticas com o país vizinho.  



O governo brasileiro reagiu aos protestos chamando os seus embaixadores naqueles países e o chefe da diplomacia, José Serra, respondeu às críticas dizendo que “o Governo venezuelano não tem autoridade moral para falar de democracia, uma vez que não é um regime democrático”, voltando a acusar Caracas de manter presos políticos.
“O Uruguai se manifestou politicamente, já disse o que tinha que dizer. Com certeza estamos muito preocupados com esta situação e esperamos que tudo ocorra dentro dos parâmetros constitucionais e institucionais. ..

A posição do nosso governo está clara, pois nós já nos posicionamos a respeito disso”, disse Nin Novoa em entrevista a jornalistas na última quinta (12), data do primeiro dia de mandato do presidente em exercício.


O ministro das Relações Exteriores e chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, fez questão de se posicionar mais uma vez em relação ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) e garantiu que o governo do país cisplatino não tem intenções de reconhecer Michel Temer (PMDB) como presidente do país.















Perguntado se irá entrar em contato com Temer ou com alguém de seu gabinete, o chanceler foi direto: “Não [haverá nenhum tipo de comunicação]. Já dissemos o que deveríamos ter dito, de maneira que não temos mais nada a agregar.”












Bolívia


O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou mais cedo que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente Dilma Rousseff e "castigar" o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que não volte à presidência.






Equador


O presidente do Equador, Rafael Correa, garantiu nesta sexta-feira que a crise política do Brasil faz parte de um "novo plano Condor" contra os governos progressistas da região.





Venezuela


Na quinta-feira, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, já havia manifestado apoio a Dilma e Lula, chamando a crise política no Brasil de "golpe de estado midiático e judicial".




"Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou o mandatário em uma entrevista na rede televisão oficial.O vizinho do sul não é o único país que não reconhece a legitimidade do peemedebista como chefe de Estado brasileiro. Já a Ministra das Relações Exteriores da Rússia, María Zajárova, afirmou que “é inaceitável a interferência externa na atual situação política do Brasil” e que Moscou espera um país “estável e democrático”De acordo com o portal da TeleSur, o governo do Chile também manifestou sua preocupação com as circunstâncias em que Dilma foi afastada. “Nos preocupamos com a nossa nação irmã, que tem gerado incerteza em nível internacional”, alegou institucionalmente em comunicado.  Ainda no Chile, o Partido Comunista local se posicionou contra “a violação do Estado Democrático de Direito”, em referência ao impeachment. Outras legendas e órgãos, como o Die Linke, da Alemanha, e o PSUV, da Venezuela, bem como a Unasur (União das Nações Sul-Americanas), também criticaram duramente o processo.
















O legado de Lula e Dilma- 13 Anos governando para o Povo

agosto 31, 2016

Bolsa Família
Brasil vence a guerra contra a fome
Vocês se lembram de como era no passado, antes da eleição de Lula, quando a fome parecia um fenômeno natural e inevitável, contra o qual nada podia ser feito? Quando milhões de crianças dormiam e acordavam sem ter o que comer? Pois o "impossível" aconteceu em apenas dez anos. Com Lula e Dilma, o Brasil deixou o mapa mundial da fome, pela primeira vez em sua história. 
De acordo com o relatório “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo – 2014”, divulgado em 16 de setembro último pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil reduziu em 82% a população em situação de subalimentação, entre 2002 e 2012.
O relatório mostra que o Indicador de Prevalência de Subalimentação, medida empregada pela FAO há 50 anos para dimensionar e acompanhar a fome em nível internacional, atingiu no Brasil o nível histórico de 1,7% – quando o indicador cai para menos que 5%, a organização considera que um país superou o problema da fome.



Entre as políticas públicas que fizeram do Brasil um exemplo a ser seguido pelos outros países do mundo, a FAO destaca a geração de 21 milhões de empregos e o aumento real de 71,5% do salário mínimo (leia mais em Empregos e Salários), o aumento na produção de alimentos (leia mais em Agricultura Familiar & Reforma Agrária), a merenda escolar distribuída diariamente a 43 milhões de crianças e jovens, o equivalente a uma população da Argentina alimentada todos os dias (leia mais em Educação) e, claro, o maior programa de transferência de renda do planeta: o Bolsa Família.



Maior programa de transferência de renda do mundo beneficia 50 milhões de brasileiros

Graças a Lula e Dilma, o Brasil vive um processo de inclusão sem precedentes na história. Com o Bolsa Família, 36 milhões de brasileiros se mantêm fora da extrema pobreza. Somos hoje um país mais desenvolvido e menos desigual, um país muito diferente do Brasil de 12 anos atrás, quando milhões de brasileiros não tinham o que comer e as crianças pobres eram obrigadas a abandonar a escola para ajudar os pais. Sem estudo, essas crianças cresciam pobres e tinham filhos que também cresciam sem futuro.

Esqueça o tal "efeito preguiça" do Bolsa Família, tão apregoado pelos preconceituosos. Ele nunca existiu. Nada menos que 75% dos beneficiários adultos estão no mercado de trabalho. Além disso, 1,7 milhão de famílias deixaram voluntariamente o programa e 1 milhão não se recadastraram (provavelmente porque melhoraram de vida). A verdade é que nenhum beneficiário está com a vida ganha: cada família recebe, em média, R$ 167,00 por mês. É pouco, mas ajuda sobretudo na segurança alimentar e garante – aliás, exige – o acompanhamento de saúde e a permanência das crianças na escola. Ao elevar a escolaridade e a saúde da população, o Bolsa Família não muda apenas a vida dos mais pobres. Muda o futuro do Brasil.



Palavras de Dilma Vana Rousseff
• Em 2011, Dilma lançou o Plano Brasil Sem Miséria, cujo objetivo está explicito no nome. Com o Brasil Sem Miséria, o Bolsa Família ganhou um reforço destinado aos mais pobres entre os pobres: quanto menor a renda per capita da família, maior o valor pago, garantindo para cada membro a superação do patamar de R$ 77,00 mensais, A medida beneficiou 22 milhões de brasileiros que ainda viviam na extrema pobreza. Os benefícios tiveram aumento médio real de 44%;  para os mais pobres, o crescimento foi de 84%. Além da transferência de renda, os beneficiários garantiram acesso a diversas políticas de inclusão produtiva. Em apenas uma década, com o Bolsa Família e o Brasil Sem Miséria, a extrema pobreza caiu 89%. Foi o fim da miséria do ponto de vista da renda, o passo inicial para uma vida com mais dignidade.



EDUCAÇÃO
Melhora em todos os níveis
Em apenas 12 anos, Lula e Dilma criaram 422 escolas técnicas -- três vezes mais do que fizeram todos os governos anteriores em mais de um século de história (140 escolas). Criaram também 18 universidades federais, 173 câmpus e programas como o ProUni e o Fies, que democratizaram o acesso ao ensino superior. Resultado: o país que levou cinco séculos para ter 3,5 milhões de jovens frequentando universidades, precisou de apenas 12 anos para chegar aos atuais 7,1 milhões de brasileiros universitários.Com Lula e Dilma, os professores conquistaram piso salarial nacional, que aumentou 78,7% desde que foi criado, em 2009, com ganho real de 35,5%. O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica garante curso superior aos educadores ainda sem graduação. Instrumentos precisos de avaliação, como Ideb (ensino básico) e Sinaes (ensino superior), permitem aferir qualidade e corrigir deficiências. A educação melhorou em todos os níveis e para todos.



Antes de tudo é preciso entender essa pregação do ódio contra o PT. Enxergar a cortina que esconde esse processo de ódio contra o PT. E colocar as coisas no seu devido contexto histórico. É preciso uma reflexão sobre como era o país antes de Lula e Dilma e da chegada do PT ao poder.
Foi com o governo do PT que milhões de brasileiros saíram da linda da pobreza, conseguiram comprar a casa própria, conseguiram botar seus filhos para fazer uma faculdade, conseguiram comprar um carro novo, conseguiram andar de avião pela primeira vez. Enfim, conseguiram ser vistos e tiveram suas vidas mudadas.
E nós, como petistas, temos que fazer essa reflexão e esse debate diariamente. É preciso fazer com que as pessoas ‘recuperem’ a memória de qual era a situação do País e veja como sua vida mudou nesses últimos 13 anos.
É preciso fazer com que elas pensem como seria o Brasil sem o Lula, sem a Dilma, sem esses 13 anos de governo do PT.


É fato que a economia brasileira hoje passa por um momento de dificuldades, que enfrentamos problemas na área política. Mas não podemos perder de vista o papel do PT nesse novo Brasil.
Precisamos ter tranquilidade e cautela para observar a evolução das coisas. Nos nossos governos não observamos a fome matando pessoas como acontecia antes, por exemplo. Esse é o impacto dos governos Lula e Dilma. Estamos desenvolvendo o país para outro patamar.
E isso tem incomodado muita gente. Vivemos um período que vários setores da sociedade se colocam contra o partido de maneira odiosa, como se fossemos ladrões porque algumas pessoas, de vários partidos e até sem partido, podem ter cometido mal feitos. Estamos vivendo uma verdadeira guerra e temos que enfrentar essa guerra.
Existe uma clara aliança de combate ao PT. Uma clara pregação de ódio que une grande mídia, que mais parece panfleto da oposição, setores conservadores da sociedade e o grande capital especulador que deixou de lucrar com os nossos governos.
É uma união por oportunismo, ideologia e interesses econômicos. Ficou fácil falar mal do PT, mas nós saberemos fazer o enfrentamento e seguir em frente.
A verdade é que o PT um processo de inclusão nunca visto na história do País, colocamos o Brasil na rota do desenvolvimento. Não temos motivos para ter vergonha das conquistas que trouxemos para o país.
E como disse em artigo recente o frade Leonardo Boff, o ódio ao PT no fundo no fundo é o ódio das conquistas que trouxemos ao povo pobre.
Muitos deles não toleram o avanço que o povo pobre conquistou nos nossos governos. Não toleram o cheiro do avanço do filho do pobre que senta ao lado do seu filho no banco da faculdade. O avanço do pobre que senta ao seu lado na poltrona do avião.
O PT fez muito pelo Brasil e o povo brasileiro reconhece isso ao eleger Lula dus vezes e Dilma duas vezes. O PT fez e faz histórias em favor do Brasil.



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