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Jornal britânico Financial Times elege Dilma como "Mulheres do Ano"

dezembro 08, 2016

 Jornal britânico lista a ex presidente Dilma Rousseff  "mulheres do ano" em uma edição especial que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos".

 Jornal que foi crítico ferrenho do governo de Dilma Rousseff, chegando a pedir a cabeça de nomes importantes da economia, como o do ex-ministro Guido Mantega, o britânico Financial Times lista a presidente deposta pelo impeachment entre as "mulheres do ano" em uma edição especial que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos".


"Uma mulher em cargo de autoridade é chamada de durona, seca e insensível, enquanto um homem na mesma posição é chamado de forte, firme e charmoso", observa. "Um dia, depois de ter sido chamada de durona, eu disse [ironicamente] 'sim, sim, eu sou a durona cercada por homens doces. Todos eles são tão doces'", brincou.


"Uma mulher em cargo de autoridade é chamada de durona, enquanto um homem é chamado de forte", observa Dilma Rousseff, presidente deposta em maio, em entrevista ao jornal britânico Financial Times; ela foi listada pelo veículo de economia entre as "mulheres do ano" em uma edição especial que se propõe a "celebrar as conquistas das mulheres, e registrar seus fracassos"; o próprio jornal, que foi um dos principais críticos da imprensa estrangeira ao governo Dilma, diz que o impeachment foi um processo político: "O verdadeiro motivo pelo qual ela perdeu o poder foi a queda na sua popularidade em meio a uma recessão crescente e uma investigação de corrupção na estatal Petrobras"


Dilma destacou o fato de ter sido a primeira mulher presidente do Brasil e contou que queria deixar para as mulheres o legado de uma presidência bem-sucedida, mas que ao menos deixou o de uma mulher que não cedeu e que continuou lutando até ser derrubada.


Ela fez duras críticas ao governo de Michel Temer e lembrou que ele praticou as mesmas operações que motivaram sua queda – as chamadas 'pedaladas fiscais'. "'É um governo de velhos homens brancos ricos, ou pelo menos do que querem ser ricos", critica.

Na nova fase da vida, morando em Porto Alegre, cidade onde nasceu, Dilma diz ao FT que "a melhor coisa que um ser humano pode fazer é andar de bicicleta" – atividade que ela pratica com frequência na capital gaúcha. "Você pode sair para uma caminhada... mas andar de bicicleta te dá um sentimento muito maior de liberdade", comenta.


O nome de Dilma está na quarta posição na lista do Financial Times, liderada pela primeira-ministra britânica Theresa May, que é seguida pela ginasta Simone Biles e pela empresária Jean Liu, presidente da empresa Didi Chuxing. A ex-candidata democrata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton é a 10ª da lista.

O jornalista Daniel Buarque, do Blog do Brasilianismo, que acompanha o Brasil na imprensa internacional, faz a seguinte observação sobre a publicação do FT sobre Dilma: "De forma geral, o perfil passa uma imagem positiva da ex-presidente. É interessante perceber ainda que ele foi publicado em um momento em que a imprensa internacional, e o
próprio ''FT'', parecem ter se virado contra o governo de Michel Temer. O jornal tem publicado várias reportagens mostrando o enfraquecimento do presidente em meio a novas crises, e chegou a dizer que ele está em uma corda bamba política".


A regra do Jogo -Mídia Tradicional no comando

setembro 01, 2016
Em editorial, publicado no dia 31 de agosto, o jornal da família Marinho, O Globo, reconheceu que foi um erro ter apoiado o golpe militar de 1964, como o fizeram também todos os grandes jornais do país.





Seriam sinais de novos tempos na Globo? Nem o mais ingênuo dos mortais acredita nessa possibilidade.
O apoio ao golpe militar não foi um ato isolado. Ela apoiou, incondicionalmente, os 20 anos de ditadura em nosso país. Em dezembro de 1968, renovou seu apoio ao governo ditatorial, tornando-se conivente com o Ato Institucional número 5 (AI-5). As prisões políticas, os exílios, casos de torturas e assassinatos de militantes políticos não mereceram uma linha de repúdio ao governo militar, nos noticiários da família Marinho.
Apoiou a ditadura militar e dela se beneficiou. Armando Falcão, um dos ministros da Justiça da ditadura militar, se referia ao dono da Globo, Roberto Marinho, como o “mais fiel e constante aliado”. Desse conluio com a ditadura, nasceu o império que monopoliza as comunicações no país e abarrotou os cofres da família Marinha com uma fortuna de R$52 bilhões de reais.
Fortuna que tem na sua origem na aquisição, fraudulenta, da antiga TV Paulista pela quantia Cr$ 60.396,00 (sessenta mil, trezentos e noventa e seis cruzeiros), equivalente à época a US$ 35,00 (trinta e cinco dólares).
Não faltam provas sobre falsificação de documentos e outras ilegalidades cometidas por Roberto Marinho para se apoderar da TV Paulista, fato exitoso por causa do conluio que mantinha com o governo da ditadura militar.
Os descendentes da família proprietária da Rádio Televisão Paulista S/A e dos 670 acionistas que foram lesados por Roberto Marinho movem um processo contra a Globo, que se encontra no STF e tem como relator o ministro Celso de Mello. Mas ao contrário da energia que demonstra para atacar o ex-ministro petista José Dirceu, o decano da corte não apresenta nenhuma pressa para julgar o recurso dos que foram lesados pela família Marinho.
A mesma postura, de silêncio conivente, foi adotada com as ditaduras militares que espalharam pelo continente latino-americano nas décadas de 1960 e 1970. E se repetiu, com indisfarçável simpatia, nos golpes de Estado que depuseram presidentes de repúblicas, democraticamente eleitos pelo voto popular, como o do Jean-Bertrand Aristide (Haiti), em 1991, Manuel Zelaya (Honduras), em 2009 e Fernando Lugo (Paraguai), no ano passado. Está no DNA da Globo apoiar governos reacionários, golpistas e antidemocráticos.
Seu reacionarismo continuou em evidência quando, em 1984, o povo brasileiro foi às ruas para exigir eleições diretas para o cargo de Presidente da República. Somente mudou de postura quando o grito das ruas — “o povo não é bobo, abaixo a rede globo” — tornou-se ensurdecedor. Dois anos antes, em 1982, envolveu-se com a empresa Proconsult, associada a antigos colaboradores do regime militar, na tentativa de impedir a vitoria eleitoral de Leonel Brizola ao governo do Rio de Janeiro. Na eleição de 1989, notabilizou-se pela edição manipulada dos seus noticiários, responsável pela vitória eleitoral de Fernando Collor de Melo. Em 2010, foi bizarra a encenação de uma bolinha de papel na testa do candidato José Serra, numa vã tentativa de provocar a derrota da candidata Dilma Roussef. Há de se admitir que a Rede Globo conseguiu cavar um lugar próprio e cativo nos processos eleitorais do país.
Da mesma forma, quando for contado a história da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão petista, a Rede Globo terá um lugar de destaque superior a muitos juízes integrantes da Corte.

Desde que o STF aceitou a denúncia, porque “julgou com uma faca no pescoço”, nas palavras de um dos seus integrantes, tornou-se evidente os seus esforços para que o resultado do julgamento fosse o que atendesse a seus interesses políticos. Concessão de prêmios para ex-juízes do STF, silêncio conivente sobre possíveis crimes cometidos por membros e pessoas próximas aos que vestem as togas, ofertas de empregos para parentes de atuais integrantes da Corte, espaços fartos em noticiários e reportagens favoráveis aos que votam e se posicionam como seus colunistas escrevem, são apenas os indícios mais visíveis da fina sintonia do que acontece na AP 470 com os desejos dos que monopolizam a comunicação no país.
Juízes teleguiados, escreveram alguns jornalistas independentes, juízes que assumiram papéis de justiceiros, escreveram outros. Não faltaram os que se notabilizaram por memoráveis afirmativas tais como: a verdade é uma quimera ou não há provas mas a literatura jurídica me permite condená-lo. Tudo para não contradizer o script de um resultado pré-determinado pela mão de quem segura a faca no pescoço.


Com este histórico de uma origem nascida com a ditadura militar e sobre negócios fraudulentos, de ataques aos processos de eleições democráticas, de criminalização dos movimentos sociais e sindicais e de tentativas de subordinar os Poderes do Estado aos seus interesses, só resta à Rede Globo promover, anualmente, a campanha “Criança Esperança” para tentar limpar sua própria imagem. Busca fazer caridade com o dinheiro que arrecada das outras empresas e de doações individuais. Enquanto ela mesma sonega uma quantia superior a R$1 bilhão de reais, em impostos devidos a Receita Federal. Tudo a ver com a Rede Globo.
As evidencia de manipulação são fortes, 52 anos depois parece que a história se repete a mídia tradicional apoia novamente um Golpe para destituir uma presidente eleita 54 milhões de votos 
Dessa vez um golpe Moderno.

Sucessores de Dilma São acusados de Corrupção

agosto 31, 2016
A AP (Associated Press) publicou uma reportagem nesta terça-feira (30), reproduzida em jornais como o norte-americano Washington Post, em que lembra que os três próximos da linha de sucessão da presidente Dilma Rousseff, respondem a acusações de corrupção
O primeiro na linha, o presidente interino Michel Temer, foi delatado pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, por ter supostamente pedido dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras para pagar contas da então candidatura de Gabriel Chalita (então no PMDB, hoje no PDT) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. As quantias teriam sido transferidas por forma de doação legal pela empreiteira Queiroz Galvão.
Além disso, Temer foi acusado de ter apontado um lobista para distribuir entre 1997 e 2001 propinas oriundas de negócios com etanol. O interino nega todas as acusações, mas a AP lembra que ele está inelegível por oito anos por cometer crime eleitoral em 2014.
O segundo da linha sucessória é Rodrigo Maia, eleito recentemente para a Presidência da Câmara dos Deputados. De acordo com a agência, um auxiliar de um governador disse que Maia recebeu doações ilegais para campanhas políticas. Ele nega.
O terceiro, prossegue a Associated Press, é Renan Calheiros, presidente do Senado. Lembrando que Calheiros assume o governo em uma eventual viagem de Temer e Maia, a agência conta que o STF (Supremo Tribunal Federal) abriu várias investigações contra ele no escândalo da Petrobras. Calheiros também foi delatado por Machado, que afirmou que o senador recebeu quase US$ 10 milhões em propinas por cerca de dez anos. O presidente do Senado também nega as acusações.

Consolidado o Golpe de Estado no Brasil

agosto 31, 2016



                Querida Democracia... ruptura do estado democrático não respeita Voto Popular 
 "Não esperem de mim o silêncio dos  covardes", diz Dilma  



Jornais internacionais repercutiram o discurso da presidente Dilma Rousseff perante o Senado brasileiro nesta segunda-feira (29/08). O espanhol El País classificou a fala da mandatária como “dura e emocionante”. Dilma foi ao Senado para se defender das acusações de crime de responsabilidade que visam destitui-la de seu cargo.
Em artigo, o El País disse que Dilma “apelou aos sentimentos, à sua história política, ao seu caráter e à sua trajetória para deixar claro de que está sendo expulsa [da Presidência] injustamente”.
“Ela sabe. Sabe que só um milagre a salvará [do impeachment], sabe que tudo está perdido. Ou quase. Por isso, apesar desta interpelação, Rousseff não dirigiu seu discurso só aos senadores, mas ao país inteiro, aos livros de história, ao seu próprio retrato e à sua própria biografia, consciente da dimensão do momento, da importância do discurso”, escreveu o autor do texto, Antonio Jiménez Barca.
Para o jornal espanhol, Dilma conseguiu atingir o “triste objetivo de sua própria defesa” nesta segunda: “deixar para os historiadores um precioso discurso inútil”.
Ainda na Europa, o jornal diário português Público, ao tratar do discurso de Dilma, deu como provável seu impeachment.
“A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, não poupou nas palavras na sua defesa perante o Senado, no julgamento em que deverá ser destituída do cargo, do qual está suspensa desde maio”, afirmou o veículo.
“A presidente defende-se destas acusações [pedaladas fiscais] — muitos analistas dizem que esta contabilidade criativa não é muito diferente da realizada por outros governos”, escreveu a autora do texto, Clara Barata.
Além disso, o jornal trata da operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção que envolviam desvio de dinheiro da petrolífera Petrobras. Apesar de reconhecer que nunca foi descoberto nada que “visasse concretamente Rousseff — sua honestidade pessoal nunca foi posta em causa”, o Público diz que “a presidente convivia com esse sistema político que ninguém duvida que seja corrupto”.
A emissora norte-americana CNN também comentou o discurso da presidente quem, segundo o veículo, “não tem intenção de aceitar seu impeachment sem uma luta”.
“Não está claro se um discurso emocionado irá fazer algum bem [para ela]. A maré de opiniões está contra ela, e sua aparição [perante o Senado] é esperada que seja seu último pronunciamento público”, afirmou a CNN.
Segundo a emissora, o processo de impeachment se arrastou por meses e é um “retorno desagradável à realidade” para o Brasil após as celebrações dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que, “apesar de ter orquestrado, Rousseff foi impedida de comparecer”.
“[Esta] é uma crise política que os brasileiros comuns poderiam ficar sem — o país está tentando sair de uma recessão”, disse a emissora.
Outro veículo norte-americano que também abordou o discurso da presidente foi o jornal USA Today.
“Após quatro dias de briga intensa na capital do Brasil sobre as acusações enfrentadas por Rousseff, ela teve sua chance de se defender (…) Rousseff usou seu discurso de 45 minutos para ressaltar sua história política e pessoal”, escreveram os autores do artigo.
Para o jornal, vem se construindo um “momentum” contra a mandatária brasileira, “que está ficando sem tempo de convencer os outros senadores a mudarem seus votos [em seu favor]”.
“Você pode até não gostar da Dilma ou das suas políticas, mas é muito difícil chamá-la de covarde. Ela sabe que está caindo, mas encara as acusações”, observa Vicent Bevins, do LA Times.
Na América do Sul, o jornal argentino Clarín também se pronunciou em relação ao discurso da mandatária, que classificou como “uma histórica declaração de defesa”.
“A presidente enfrenta agora sua última batalha, em uma sucessão de crises que arrasta desde que iniciou seu segundo mandato, em 1º de janeiro de 2015”, escreveu a jornalista Eleonora Gosman.
Os parlamentares precisam de 54 votos para impedir Dilma. Em maio, quando era votado seu afastamento, apenas 22 dos 81 senadores votaram pela permanência da presidente. Caso ela perca a votação, o presidente interino e vice-presidente Michel Temer assumirá definitivamente o Palácio do Planalto até 2018. 

DILMA ROUSSEFF MULHER HONESTA E HONRADA.

agosto 31, 2016

ENEM 2016 - Significado da Palavra Temer na Língua Portuguesa ?

agosto 27, 2016

Dilma Rousseff - Poderá derrubar Impeachment- tem entre 28 á 31 votos no Senado

agosto 27, 2016



Fonte da informação:  integrantes da cúpula interna do PT e aliados, afirmam a possibilidade real de retomada

do mandato da Presidente Dilma Rousseff,ex: o senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirma que a presidente legitima contabilizam 31 votos para barrar o impeachment.
Para Dilma ser afastada definitivamente da Presidência, é necessário que, ao menos, 54 senadores (equivalente à maioria absoluta do Senado) votem favoravelmente ao impeachment. Se esse número de votos não for alcançado na votação final do julgamento, a petista retorna imediatamente ao comando do governo.
 As articulações políticas nas trincheiras governistas e oposicionistas devem se manter intensas nos bastidores até o último minuto do julgamento, embora, os conselheiros de Temer já repitam que o impeachment "está consumado".

Um dos termômetros que os integrantes do Palácio do Planalto usam para tentar demonstrar que o afastamento é irreversível é o placar da votação da etapa anterior do processo de impeachment, que transformou Dilma em ré. Na ocasião, 59 senadores votaram a favor de ela ser levada a julgamento no plenário e 21 se posicionaram contra.

Na votação final, pelos cálculos do líder do PSDB no Senado, os votos pró-impeachment poderão até chegar a 62 ou 63 votos. Os articuladores políticos de Temer têm trabalhado nas últimas semanas para aumentar ainda mais a margem de votos favoráveis ao afastamento definitivo na última votação.
 Na votação anterior, eles se posicionaram contra Dilma ser levada a julgamento final. O objetivo dos aliados do presidente em exercício é fazer com que esses parlamentares votem a favor do afastamento na etapa definitiva do processo de impeachment.
“.Integrante do PMDB de Temer, mas aliado de Dilma, Roberto Requião ressalta que, nas contas da oposição, os votos contrários ao impeachment chegam a 31.
“Vamos derrubar o impeachment, teremos 31 votos”, enfatizou.


O peemedebista acredita em mudanças de lado de última hora. “Tenho visto que alguns senadores podem trocar de opinião”, observou.
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"Procurador admite" eles foram usados para derrubar a presidente Dilma Rousseff

agosto 24, 2016
Sob anonimato, um procurador da Operação Lava Jato disse à jornalista Natuza Nery, responsável pelo Painel da Folha desta quarta (24), que o sentimento comum na força-tarefa hoje é de que eles foram usados para derrubar a presidente Dilma Rousseff e, agora que o impeachment está quase consolidado, estão sendo descartados. “Éramos lindos até o impeachment ser irreversível. Agora que já nos usaram, dizem chega”, disse o procurador.









Conforme o GGN mostrou semanas atrás, a Lava Jato bateu recorde de aparecimento nas manchetes de jornais durante o mês de março de 2016, criando o clima favorável ao impeachment de Dilma Rousseff na Câmara. Mais de um terço das capas da Folha foram dedicadas à operação e a outras investigações contra Lula. O próprio Datafolha nunca usou as pedaladas fiscais para questionar à população se Dilma merecia o impeachment. A pergunta feita era se as “revelações” da Lava Jato deveriam render o seu afastamento.
A fala do procurador ocorre após o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes reagir ao vazamento de suposta delação da OAS citando Dias Toffoli, membro da Corte, apenas para criar constrangimentos. Segundo a colunista, “o Estado-maior da Lava Jato é unânime: o avanço das investigações sobre setores do Judiciário pode acabar se transformando em um freio na operação.”                                                                                                                    


Após o episódio, Gilmar deu uma série de entrevistas sinalizando que a Lava Jato está se comportando como um grupo de “heróis” sem limites e que deveria, ao invés disso, “calçar as sandálias da humildade”. O ministro também disparou contra uma das propostas defendida pelos membros da operação no Congresso, que trata da permissão de usar provas obtidas de maneira irregular, desde que de boa-fé. Chegou a dizer que isso é coisa de “cretino”.

Históricos de abusos

A suspensão e a pressão do Supremo para isso são atitudes inéditas na Lava Jato. Não é como se a operação já não tivesse se envolvido em episódios polêmicos que colocaram em xeque os limites de sua atuação.
A título de exemplo, no caso do vazamento de um grampo presidencial, por exemplo, o máximo que ocorreu foi o juiz federal Sergio Moro pedir desculpas a Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. Dilma Rousseff, que foi derrubada na Câmara dias após esse vazamento, aponta que esse tipo de vazamento “é crime em qualquer lugar do mundo”.
Além disso, foram mais de 13 delações vazadas para a imprensa, sem nenhuma reação. O que levanta a pergunta: por que após dois anos e meio de Lava Jato, só agora Janot quer findar um acordo de cooperação por causa de um vazamento?
Hoje, o GGN aponta em artigo de Luis Nassif que a suspensão da delação da OAS é um“empate vitorioso” entre Gilmar e Janot, com um importante desdobramento sobre a classe política: deve livrar a cara de José Serra e Aécio Neves (PSDB) – além de alguns petistas – que, como já se sabia, eram citados por Léo Pinheiro na delação. via Forum



Com a reação do ministro do STF, o procurador-geral da República Rodrigo Janot veio à tona defender a Lava Jato do vazamento. Disse que a responsabilidade pelo factóide entregue à Veja era dos advogados da OAS, que estariam fazendo pressão para fechar a delação de Leo Pinheiro. Ele também afirmou que não existe nenhuma menção a Toffoli no depoimento. O PGR usou esse argumento para suspender as negociações.

Uma bela homenagem para Lula e Dilma na Final das Olimpíadas

agosto 22, 2016

Lula e Dilma é que levaram o Brasil a organizar dois grandes eventos esportivos questionados por alguns com certa razão e por muitos por absoluto ódio anti-nacional.


                       



E por uma elite Maimeira que adora desfilar de camisa verde e amarela, mas que não gosta do país em que vive.
O fato é que deu tudo muito mais certo do que errado.
Porque o brasileiro adora esporte.
E porque isso não é um problema, ao contrário.
E porque não é nada contraditório investir em grandes eventos e em esporte. E ao mesmo tempo tentar mudar as estruturas sociais do país.
Mas na esquerda, resiste ainda o péssimo hábito de tentar misturar as coisas.
De achar que uma vitória no esporte é algo que amplia o espaço do lado de lá.
Isso só acontece quando se abre mão da disputa de narrativas.
A direita valoriza esse ufanismo babaca do “sou brasileiro, com muito orgulha, com muito amor…”.
E nós deveríamos gritar, o Brasil não deve ser um quintal deles. E deve disputar sempre que possível para ter seu espaço.
Como na canoagem, no futebol, no vôlei, no atletismo, no judô…
Lula e Dilma disputam hoje uma narrativa histórica.
De sobrevivência política.
E nós de só xingar o Temer, o golpista, precisamos gritar que foram eles que fizeram isso acontecer.
Se hoje muitos brasileiros estão felizes. É preciso dizer que isso tem a ver com eles.
Que Lula e Dilma apostaram que era possível fazer essa festa aqui.
Como também apostaram no Bolsa Família, no Pré-Sal, no Pro-Uni, no Mais Médicos, numa diplomacia de cabeça erguida etc. e tal.
Valeu, Lula e Dilma.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), elegeu aqueles que considera os responsáveis pelo sucesso das Olimpíadas Rio 2016: Lula e Dilma.
Após acompanhar a cerimônia de encerramento dos jogos, o comunista usou suas contas nas redes sociais para homenagear os petistas,
“Minhas homenagens aos presidentes Lula e Dilma, que tiveram grande liderança e coragem para conquistar a Olimpíada do Brasil”, escreveu.
Lula e Dilma é que levaram o Brasil a organizar dois grandes eventos esportivos questionados por alguns com certa razão e por muitos por absoluto ódio anti-nacional.
Por uma lógica besta do “imagina na Copa”, que foi estimulado por veículos de comunicação, em especial pela Globo.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que foi mais um acerto dos governos do ex-presidente Lula e da presidente afastada, Dilma Rousseff, a realização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Ela citou outros grandes eventos internacionais realizados no Brasil nos últimos anos, como a Rio Mais 20, a visita do papa Francisco, os Jogos Mundiais Militares e a Copa do Mundo de 2014.
De acordo com Gleisi, é equivocada a afirmação de alguns analistas de que o Brasil surpreendeu o mundo com a qualidade desses eventos. Para Gleisi, nada veio por acaso e o resultado mostrou o esforço das gestões de Lula e Dilma para organizar esses eventos.
- Não é fácil realizar um evento dessa magnitude, porque não é só o Ministério dos Esportes envolvido. É a área de segurança, a área de infraestrutura, a área de logística, a área de educação, as forças armadas. Você mexe com o governo, com setores da iniciativa privada para que as coisas aconteçam. E tem grandes investimentos que ficam como legado para o país - afirmou.
A senadora homenageou ainda os atletas olímpicos que conquistaram medalhas nos jogos do Rio. Ela estendeu a homenagem aos demais atletas, que, mesmo com as dificuldades enfrentadas, estão representando o país nas competições.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Liberdade de Expressão -Censura nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.

agosto 21, 2016

                    Censura no Brasil para Gringo Ve
 A Constituição de 1988 diz que "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença". Por isso, muitos juristas alegam que a norma olímpica fere a Carta Magna.
                                                            Assista o vídeo na Integra 



Os protestos contra o Governo interino de Michel Temer saíram das ruas e tomaram as arquibancadas dos jogos Olímpicos do Rio. No entanto, em ao menos duas ocasiões as forças de segurança impediram que torcedores se manifestassem durante as competições, ainda que o direito a livre manifestação esteja garantido na Constituição. Assim, um homem acompanhado de seus filhos foi impedido de mostrar um cartaz e, momentos depois, foi retirado do local por supostamente ter gritado “Fora Temer”. No estádio do Mineirão, durante a partida de futebol feminino entre EUA e França,  Um grupo de 12 torcedores que assistia à partida de futebol feminino entre França e Estados Unidos teve de se retirar do estádio Mineirão, em Belo Horizonte, após um protesto: além de pedir a saída de Temer, o grupo exibiu letreiros nos quais se lia “volta, democracia”, em inglês (“come back democracy”).
                                                 
                                           
Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Organizador da Rio 2016 anunciaram que não irão tolerar cartazes de caráter político. “Queremos arenas limpas”, afirmou Mario Andrada, diretor de comunicação da Rio 2016. Vaias, gritos e cantos estão liberados. "Se isso não fosse aceito, metade do Maracanã teria sido esvaziado [na abertura dos Jogos]." Sobretudo nos poucos segundos nos quais Temer assumiu o microfone.via Carta capital e mídia Ninja.
                                                       
Vamos pegar a faixa”. Foi assim que um agente de segurança do estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, iniciou uma discussão com dois torcedores que assistiam à partida da seleção brasileira feminina de futebol contra a China, na quarta-feira 3. “Dentro do estádio não pode”, disse o funcionário, conforme está no vídeo. 

O juiz federal João Augusto Carneiro Araújo, em resposta a um pedido do Ministério Público Federal contra a União, o Estado do Rio e o Comitê Organizador da Rio 2016, concedeu liminar proibindo a repressão e a retirada de manifestantes, liberando manifestações pacíficas durante o evento.
A determinação das autoridades olímpicas também se baseia na lei 13.284, que dispõe sobre as medidas relativas aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. A lei, que foi sancionada por Dilma Rousseff no dia 10 de maio – dois dias antes de seu afastamento pelo Senado –, diz em seu artigo 28º que é proibido “portar ou ostentar cartazes, bandeiras, símbolos ou outros sinais com mensagens ofensivas, de caráter racista ou xenófobo ou que estimulem outras formas de discriminação”, bem como “entoar xingamentos ou cânticos discriminatórios, racistas ou xenófobos”.
O voluntário  Luís Moreiradecidiu abandonar a Olimpíada na tarde deste domingo (7), em protesto ao posicionamento do Comitê Olímpico Internacional e do Comitê Organizador de não permitirem manifestações políticas nas arenas esportivas.
Luís Moreira, 26, postou uma foto em sua conta no Facebook,deixando a função.nos concedeu uma entrevista expressando sua total indignação referente ao abuso da liberdade de expressão dos participantes do evento.
“Eu aceitei trabalhar, queria ajudar, mas não posso aceitar continuar em algo assim. É um absurdo. Não compartilho disso. Fiquei imaginando qual seria o meu constrangimento quando alguém me pedisse para tirar um cartaz de alguém. Não conseguiria fazer isso”, disse o estudante de publicidade, que foi designado a ficar em uma das arenas de tênis.
“Eu chorei quando vi um pai de família sendo retirado de um jogo que ele queria ver por não poder se manifestar. Isso é inadmissível”, completou.
No vídeo mostra um funcionário informando que para a Michel temer pode protestar, mas contra a globo emissora de TV local no brasil "NÃO PODE" muitos acreditam que parte da  imprensa brasileira consentiu no golpe frio que está acontecendo no brasil, parte da imprensa internacional já se posicional  afirmando esse pensamento.
Rede globo de televisão vem sendo alvo nos protesto de manifestantes contra o Impeachment.
Diante disso, é fácil acreditar que o poder que emana do povo é apenas teoria, pois se o estado existe é tão somente por conta do cidadão, para servi-lo e não ao contrário. 
A democracia é o poder do governo ou do povo? 
O carácter de se tornar institucional vem da vontade e do consenso da maioria, que vai até as urnas e elege o seus representantes.
Nas últimas eleições, 54 milhões de votos elegeram Dilma Rousseff Presidenta do Brasil para seu segundo mandato.
Estão tentando desconstituir á presidente do pais, não para salvar a nação contra a corrupção, pelo contrário, desde o afastamento de Dilma Rousseff tivemos três ministros citados em delações, acusações de compra de votos para prejudicar país vizinho no Mercosul. 
Odebrecht cita o próprio presidente interino Michel Temer, onde teria recebido 10 milhões em dinheiro, na delação premiada e áudios vazados com evidencia de maracutaia orquestradas para chegar o poder a qualquer custo.
Se Michel Temer  assumir a presidência jamais saberemos se a citação levaria o interino a responder pelo seus atos.
O Presidente interino age com muita sede ao pote e sacrifica, sobretudo, os mais pobres. Fim do reajuste do salário mínimo, idade mínima para aposentadoria, fim de auxílios no Minha Casa - Minha Vida, fim da CLT e entre outros.  
“O pacote ataca por todos os cantos, sem poupar frentes e vítimas". Michel Temer representam desordem e retrocesso conquistado pelo trabalhador desde a era Vargas. 
 Estamos em um país onde se assume a palavra democracia, observamos muitos rasgando a Constituição com a finalidade de beneficiar-se, agindo como se fossem os "donos do poder" e, o mais grave, tentando passar para a sociedade a ideia de que vivemos num país democrático. 

Os brasileiros precisam acordar antes que seja tarde demais. 

Na TV Norte Americana: O ator Brasileiro Wagner Moura, denuncia o Golpe à apresentadora Chelsea Handler.

junho 16, 2016

A imprensa do Brasil está nas mãos de
 cinco famílias:
 " A cobertura da mídia brasileira é muito limitada "

  o Ator Brasileir Wagner Moura elogiou o jornalista americano Glenn Greenwald, do site The Intercept, ressaltando que ele faz um “trabalho sensacional sobre o que está acontecendo”. Na conversa, o ator se referia ao conturbado momento político do Brasil e, em especial, ao processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Apesar de não ter votado na petista, ele classificou a situação como “algo muito próximo a um golpe de Estado”. “Afastaram (Dilma) sem nenhuma razão. Democraticamente, é uma grande ruptura”, criticou.
O ator Wagner Moura esteve no talkshow de Chelsea Handler para divulgar a segunda temporada da série Narcos, da Netflix. Na atração, Arianna Huffington afirmou que os editores da sucursal brasileira de seu site – o Huffington Post – sempre falavam bem dele. O artista, então, devolveu o elogio. “Eu acho que vocês estão fazendo um ótimo trabalho por lá, especialmente agora, já que a cobertura que a imprensa está fazendo sobre o que acontece é muito limitada”.
Ator criticou a cobertura da imprensa brasileira sobre o impeachment. Ele afirmou que a presidenta Dilma Rousseff  foi afastada “sem nenhuma razão” e que a situação causa “uma grande ruptura” na democracia.


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      Entrevista na Tv Norte Americana.

Em entrevista à apresentadora norte-americana Chelsea Handler

                                                     
 
  Povo nas Ruas.
                                                            Milhões pela Democracia
                                                        Capitão Nascimento em tropa de Elite.
                                                    Promissora Carreira de Wagner Moura.
Narcos série Netflix

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