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"PSDB IRRITADO " - pelo apoio do PMDB e de Michel Temer para a reeleição de Maia

novembro 12, 2016


 'Centrão' promete barrar candidatura de             Maia à reeleição na Casa


                                   Apoio do PMDB e de Michel a reeleição de Maia irrita PSDB
                                                                      conexão política


Com o apoio do PMDB e de Michel Temer a recondução de Rodrigo Maia  (DEM RJ) á presidência da câmara azedou relação com PSDB pode agravar a crise entre tucanos e planalto 


A candidatura do PMDB para o senado está sob risco Eunício Oliveira PMDB CE dada como certa, por ter apoio de todas as legendas.
De olho em espaço para se cacifar as eleições presidenciais de 2018 PSDB querem o comando de uma das casa em 2017.



O PSDB afirma que apoiaram Maia em julho com o compromisso de serem apoiados pelo DEM em 2017. E que acordo foi acompanhado pelo planalto.

Parlamentares Tucanos cobram a fatura de Michel Temer pela condução a presidência e que foram o partido que mais se empenhou para condução do mesmo que garantiu
o impeachment de Dilma Rousseff

O clima esquenta no planalto, Maia quer ser Reeleito para 2017 e  exige apoio de Michel Temer.

Corrupção no ninho tucano -Conexão política
 Partidos chamados de  'Centrão' promete barrar candidatura de Maia à reeleição na Casa  e se dizem traídos conforme acordo entre as cúpulas... 
A próxima semana promete pela disputa do poder  


Aécio Neves surge com novo visual de olho em 2018,

novembro 10, 2016
Não foi só nos Estados Unidos que a vitória eleitoral do empresário Donald Trump trouxe surpresas.
Eterno presidenciável e constante alvo de chacotas, o tucano Aécio Neves parece ter buscado inspiração no bilionário norte-americano.


Aécio causou comoção ao surgir hoje no Senado com um visual, digamos, levemente assemelhado ao de Trump.

Questionado sobre se a mudança na aparência já fazia parte do seu projeto presidencial para 2018, o mineiro negou veementemente:


— Que é isso gente? Só peguei um bronze e fiz umas luzes. Não tenho nenhuma intenção de ficar copiando o Donald Trump, minha única preocupação é Tornar o Brasil Grande Novamente!


A ameaça Trump

novembro 09, 2016
Presidente do EUA Donald Trump

 Conexão Política 

O milionário Donald Trump se torne presidente dos Estados Unidos representa uma ameaça em nível global, equiparável às consequências econômicas da ascensão do jihadismo, segundo um relatório da Economist Intelligence Unit (EUI).


Na última edição de seu estudo sobre as ameaças que afetam o mundo, o serviço de análises do prestigiado semanário britânico The Economist considera que a vitória do republicano representa uma ameaça em uma lista na qual o maior risco global é a queda súbita da economia chinesa.

Para justificar sua análise, a EUI se baseia no afastamento de Trump em relação à China e em sua proposta de proibir a entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, que representaria "uma potente ferramenta de recrutamento para os grupos jihadistas".

Os analistas também temem uma guerra comercial se Trump chegar à presidência. "Foi excepcionalmente hostil ao livre comércio, incluindo o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (TLCAN), e classificou várias vezes a China de 'manipuladora de divisas'", indica o documento.

A EUI o considera uma ameaça tão importante quanto as consequências econômicas da ascensão do grupo Estado Islâmico (EI), que pode colocar fim a cinco anos de crescimento dos mercados de divisas em Estados Unidos e Europa.
O informe também aponta outros riscos globais que considera menos graves, como a possibilidade de um conflito armado no Mar da China Meridional ou a saída do Reino Unido da União Europeia.
Vitoria de Trump acende o farol aqui. Dória em SP, Kalil em BH e Crivella no RJ foram um sinal. Temer assume depois de varias manobras e manipulação... Contra a velha política. Quem virá em 2018?! Eleições nos EUA: nunca subestime o poder da história em andar pra atrás. Os deuses da intolerância, da guerra e da desigualdade

Bolsonaro parabeniza Trump e diz que Brasil está "no mesmo caminho"

novembro 09, 2016
 A vitória de Donald Trump na eleição presidencial norte-americananesta quarta-feira (9) provocou reações de apoio e crítica entre políticos e personalidades brasileiros. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que é cotado para lançar sua candidatura a presidente em 2018, parabenizou



Trump e relacionou o resultado nos Estado Unidos com o Brasil. "Vence aquele que lutou contra 'tudo e todos'. Em 2018 será o Brasil no mesmo caminho", escreveu em suas contas nas redes sociais.

O presidente Michel Temer disse que o resultado não muda em nada a relação entre o Brasil e os Estados Unidos. "Tenho dito que a relação do Brasil com os Estados Unidos e os demais países é institucional, ou seja, de Estado para Estado. É claro que o novo presidente [norte-americano] que assume terá de levar em conta as aspirações de todo o povo americano. Tenho certeza que não muda nada na relação Brasil e EUA", declarou Temer em entrevista à rádio Itatiaia.


O senador Roberto Requião (PMDB-PR) ligou o resultado com a proposta do teto de gastos públicos, enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer.

Para Requião, a "insensibilidade grotesca do mercado" foi o motivo da eleição de Trump e "ameaça Brasil com a verdadeira estupidez" do teto de gastos. "Povo irá reagir, agora ou depois", escreveu. "Trump foi eleito pelos marginalizados pelo capital, vitimas de políticas semelhantes a da PEC241/55", completou.

  A advogada Janaina Paschoal, uma das responsáveis pela acusação de Dilma Rousseff no processo de impeachment, disse que a eleição de Trump deveria abrandar a disputa entre presidenciáveis no Brasil e criticou os "planos perenes de poder". "Trump e, contra todas as previsões, ganha. Melhor nossos presidenciáveis trabalharem o presente", escreveu.


O ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), fez um comentário sem citar diretamente Trump. "Nacional-populismo é xenófobo e protecionista. Não se enganem, só não é ruim pra a especulação financeira dos 'mercados'. O resto se ferra", declarou.

LULA SERÁ PRESIDENTE DO BRASIL

novembro 01, 2016


Lula Será Presidente do Brasil 



Lula será presidente do Brasil 



O Filho do Brasil, publicado em 1996 e agora relançado pela Editora Fundação Perseu Abramo, foi a tese de doutorado de Denise, em História, na Universidade de São Paulo. Seu método é a história oral, pelo qual os personagens fazem livremente o seu relato. À nova edição, Denise acrescentou entrevistas que fizera em 1993 e 1994 com a mulher de Lula, Marisa, e seu melhor amigo da juventude, Jacinto Ribeiro dos Santos, o Lambari, que tinham ficado de fora.


Em sua crueza e despojamento, os depoimentos desenham um retrato vivo não só de Lula, mas de toda uma geração de nordestinos que migraram para o Sudeste e lutaram para assimilar as transformações que a mudança promoveu em suas vidas. O linguajar recheado de palavrões e a franqueza do relato podem chocar o leitor, em contraste com a majestade do cargo que hoje ocupa Lula. Mas essa crueza confere veracidade ao relato.


"A primeira coisa que eu lembro, toda vez que me perguntam da minha infância, é exatamente o fato de eu não ter tido infância", começa Lula, antes de descrever a vida de um menino pobre no sertão nordestino, onde viveu até os sete anos. Com essa idade, foi com a mãe e os irmãos para Santos, para onde seu pai tinha vindo, com outra mulher, pouco antes de ele nascer. Em meio aos deslumbramentos da "civilização", o menino Lula conviveu com um pai despótico e violento, do qual sua mãe acabou se separando, num dos muitos episódios dramáticos de sua vida.


O pai, Aristides, havia encarregado Lula, de 8 anos, e seu irmão mais velho, José (o Frei Chico), de 11, de tomar conta de uma barca que tinha no Rio Caraú, em Santos. Uma chuva muito forte fez os meninos recuarem. E a barca foi roubada. José levou uma surra de mangueira do pai. Urinou no uniforme da escola, de tanto apanhar. Quando Aristides foi para cima de Lula, a mãe o impediu, mas levou uma mangueirada. Dona Lindu, que não admitia apanhar do marido, foi embora com os filhos.


A mãe de Lula se separou de seu pai por causa dele. E para proteger o filho da ferocidade do pai. O conteúdo freudiano desse episódio não escapa a Denise Paraná, que dedica o último capítulo do livro a sugestões de interpretação do perfil psicológico de Lula. Denise o faz com cuidado, mas não resiste à tentação de colocar Lula no divã, montando habilmente o seu quebra-cabeças emocional.
Nesse retrato, ela reconhece o papel central de Dona Lindu. Vê em Lula a coragem quase temerária da mãe, que partiu com os filhos pequenos para um destino desconhecido, em busca de um marido que já tinha montado uma segunda casa em Santos; e de ir embora de casa pela segunda vez, largando o marido para ir morar num barraco de pau-a-pique.
Denise também vê em Lula o estoicismo e a disciplina da mãe analfabeta, que criou sete filhos sozinha, sem recursos, mas lhes deu dignidade: nenhum se tornou ladrão ou prostituta, assinalam eles próprios. Os rapazes foram operários e as moças, domésticas.

O terceiro traço marcante em Lula herdado da mãe é o espírito gregário. A casa de Dona Lindu estava sempre cheia de parentes e amigos, que ela abrigava com grande satisfação.
Para entender o novo presidente, O Filho do Brasil é leitura única e indispensável.

O próximo presidente do Brasil será o LULA ? de  alguma forma sim, se não for o ele, será um Silva 


por que a juventude de hoje esta preocupada com o futuro  
Lula deixa seu legado para as próximas gerações, vai ser bem mais difícil para mídia e para os conservadores da nação, conseguir derrubar os milhões de Lula e Silva que estão  apoderando-se  de
seus destinos  !

Aécio Neves Derrotado

outubro 30, 2016


O 'forasteiro' da política Alexandre Kalil (PHS) foi eleito prefeito de Belo Horizonte, com 52,98% dos votos válidos. O tucano João Leite amealhou 47,02%. O “não voto” somou 43,14% do eleitorado. Kalil foi eleito com cerca de 628 mil sufrágios, votação inferior aos 741,8 mil abstenções, brancos e nulos.

                     

O resultado confirmou a virada captada pelas pesquisas na última semana e impôs uma derrota ao senador Aécio Neves (PSDB). Na manhã desde domingo 30, Aécio chamou de "triste fim do PT" o que chamou de apoio "por debaixo dos panos" da legenda a Kalil.

Aécio se mostrava confiante na vitória de Leite, que perdeu pela terceira vez a disputa pela capital mineira. Aécio escolheu Leite, rompendo a aliança tucana com o PSB na cidade. Com isso, o senador acumulou a segunda derrota seguida na sua terra natal. Em 2014, Aécio perdeu para Dilma Rousseff em Minas Gerais.

Nem a gafe em um debate na tevê (“roubo, mas não peço propina”), nem os diversos imbróglios judiciais, muito menos a candidatura pelo inexpressivo PHS impediram a vitória de Kalil, ex-cartola que, a exemplo do tucano João Dória em São Paulo, explorou com sucesso o desencanto do eleitor médio com a política tradicional.

Enquanto Dória fantasiou-se de “gestor”, o futuro prefeito de Belo Horizonte e ex-presidente do Atlético Mineiro foi mais direto: “chega de políticos” era o lema de sua campanha. Polemista, Kalil impôs mais uma derrota a Leite, ídolo do mesmo Atlético nos anos 70 e 80. O deputado estadual havia perdido as eleições na capital mineira em 2000 e 2004.

Segundo o cientista político Leonardo Avritzer, professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais, apesar do discurso da anti-política, Kalil acabou favorecido pela escolha de um eleitor mais politizado. “A derrota de Leite é uma derrota de Aécio. Parte da esquerda, relativamente forte na cidade, posicionou-se contra o senador e o PSDB e despejou seus votos no oponente”. BH, como outras capitais, registrou altos índices de brancos, nulos e abstenções no primeiro turno.

Manoel Leonardo Santos, também professor do Departamento de Ciências Políticas da UFMG, concorda. “Claramente foi uma derrota do grupo político do Aécio, mas não a principal, que aconteceu no início de outubro, quando Dória venceu em São Paulo. O senador deixa de ser o nome central do PSDB em 2018. Quem parece ocupar o lugar agora é o governador Geraldo Alckmin, padrinho da candidatura de Dória”.

Aécio
    'A derrota de Leite é uma derrota de Aécio', avalia o cientista político Leonardo Avritzer (Marcelo Camargo/ABr)

A mobilização anti-Aécio não partiu apenas do eleitorado. Forças políticas contrárias ao tucano se uniram no apoio a Kalil, desde o início da campanha uma espécie de plano B do governador petista Fernando Pimentel. À medida em que Reginaldo Lopes, candidato do partido, nacionalizava o debate eleitoral, expunha o golpe contra Dilma Rousseff e se tornava o para-raio das frustrações com o PT, Pimentel estimulava uma frente informal e multipartidária de apoio ao representante do PHS. Não por menos, o futuro vice-prefeito, Paulo Lamac, gravita na órbita de influência do governador, apesar de formalmente filiado à Rede.



No fim das contas, a rejeição de parte dos eleitores de BH a Aécio, igualmente atingido, afirma Santos, pela negação da política tradicional, mostrou-se mais decisiva do que a “ficha corrida” e as contradições do prefeito eleito. Kalil confessou-se devedor de IPTU e ISS, um contrassenso para quem se dispõe a administrar uma cidade, e responde a um processo por trabalho escravo.

João Leite
    Leite insiste em confundir o combate à homofobia nas escolas com “o ensino do homossexualismo” (Alexandre Mota/Nitro)

Uma frase machista dita em 2013 rivaliza com aquela do “roubo, mas não peço propina”. Após a conquista da Libertadores pelo Atlético Mineiro, o ex-cartola saiu-se com essa: “Essa taça é muito melhor que mulher, até porque ela acorda calada”. A declaração foi explorada pelo adversário durante a campanha.



Não que Leite se saia muito melhor. O deputado tucano insiste em confundir propostas de combate à homofobia nas escolas com “o ensino do homossexualismo”. Evangélico, o parlamentar sempre se enrola ao tratar do assunto, como aconteceu recentemente.

Um discurso de 2011, realizado na tribuna da Assembleia Legislativa, resume seu pensamento a respeito: “Esse é um tema que não me agrada discutir. Tem um livro, a Bíblia, que combate o homossexualismo. Rasgamos a Bíblia?”

Kalil é mais um outsider a conquistar o poder nas eleições municipais. Na disputa de Galo contra Galo, o cartola venceu o goleiro.

A saga a verdade sobre Crivella : videos que pode acabar com Crivella

outubro 26, 2016


Crivella cai 20 pontos nas ultimas Pesquisas 



Me digas com quem andas Crivella e te direi quem es .. 


Crivella em Ipanema fala o que pensa

Marcelo Crivella, hoje candidato a prefeito do Rio de Janeiro, já chegou a afirmar que a Igreja Católica e outras religiões “pregam doutrinas demoníacas” e que gays são vítimas desse “terrível mal” e vivem “numa condição lamentável para o ser humano”




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Globo detona Crivella


“As poucas referências ao catolicismo foram equivocadas e extremistas feitas por um jovem missionário, cujo zelo imaturo da fé levou a cometer esse lamentável erro. Isso infelizmente ocorre”, escreveu o senador licenciado em nota. Crivella diz amar “os católicos, espíritas, evangélicos e a todos”. “Se alguma vez os ofendi, peço perdão. O mesmo em relação à homossexualidade”, acrescentou.

Trechos do livro Evangelizando a África, escrito pelo bispo licenciado da Igreja Universal quando ele vivia como missionário na África, foram publicados nesse domingo pelo jornal O Globo.
Na publicação, diz que a Igreja Católica “tem pregado para seus inocentes seguidores a adoração aos ídolos e a veneração a Maria como sendo uma deusa protetora” e que as religiões de matriz africana abrigam “espíritos imundos” e que praticam o sacrifício de crianças. “As tradições africanas permitem toda sorte de comportamento imoral, até mesmo com crianças de colo”, escreve.



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Crivella :opinião sobre catolicos e homossexuais 


Crivella também responsabiliza demônios por condutas como vícios, adultério e a homossexualidade. “O pai viciado e adúltero provavelmente passará o mesmo espírito para o seu filho. E quando ele morre, o espírito se manifesta no seu filho que prontamente negligencia sua esposa e seus filhos para prosseguir nessa conduta maligna.”

Adversário de Crivella no segundo turno, Marcelo Freixo (Psol) atacou as posições do bispo licenciado. “Crivella revela em seu livro quem é o verdadeiro candidato à prefeitura do Rio. Mostra todo o seu preconceito. Nós queremos uma cidade com mais tolerância, menos preconceito e que tenha espaço para todos os grupos e religiões”, disse.


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                                   OPINIÃO DE CRIVELLA SOBRE O POVO NEGRO

PT Lançará "Campanha das Diretas Já"

setembro 02, 2016
   


PT quer reflexão:











Após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Rui Falcão, afirmou que é preciso “reflexão profunda que resulte na mais ampla unidade”.
“Pela gravidade da situação do país nós entramos em acordo, com as representações das forças políticas que compõem esta executiva, de nos atermos à discussão da conjuntura política, iniciativas que devamos tomar para restabelecer a democracia que foi cortada neste momento no país.
A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de companheiros parlamentares nos impõe a necessidade de uma reflexão profunda que resulte na mais ampla unidade de ação do nosso partido, com todas as forças que marchem conosco em defesa da democracia contra o golpe e contra o governo usurpador”, disse na sede do partido no Centro da capital paulista.
Rui Falcão abriu os trabalhos da executiva e disse que haverá coletiva depois da reunião.
Pouco antes, o senador Humberto Costa negou que tenha ocorrido um acordão com o PMDB para votar separadamente do impeachment a perda dos direitos políticos de Dilma Rousseff. Segundo ele, a ideia foi levantada uma semana antes da votação.



A proposta de novas eleições poderia ser por meio de pedido popular. Falcão falou que haverá negociação com outros partidos."Não iremos ser a vanguarda solidária de nós mesmos".
Na oposição, Rui Falcão falou que a bancada da esquerda irá votar "contra todos projetos que pretendem entregar o país à ganância internacional, incitem a repressão e violem a soberania. É mais difícil achar o que podemos apoiar", defendeu.
"Nós queremos reformar o sistema político no país. Mas está ideia de que vamos nos aliar ao PDT não foi cogitada. 2018 precisamos ver o quadro para nos manifestar. Não temos plano B para 2018 para presidente da República", afirmou Falcão em relação à pergunta de que poderiam se associar a Ciro Gomes.

A bancada do PT foi orientada a "enfrentar a agenda do golpismo" e também os candidatos de outubro foram convocados a defender o legado dos governos petistas, além de exigiram a cassação de Eduardo Cunha.
O presidente do PT negou que tivesse mudado de ideia, já que, durante o período antecedente ao impeachment, falou que não havia a possibilidade de fazer um plebiscito, já que este pedido dependeria do Congresso para aprovação na ocasião e afirmou que "o cenário mudou".

O Partido dos Trabalhadores anunciou nesta sexta-feira (2) que defende a realização de eleições diretas antecipadas para presidente. Em nota divulgada durante a reunião da executiva nacional em São Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Humberto Costa (PT-PE), e o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) participaram da reunião.

O presidente do PT falou que não há prazo para as realizações se realizarem. "A ideia de antecipação é fazer antes, mas você precisa ter prazo  legítimo para fazer isso", afirmou.
"Quando houver eleições para restabelecer a democracia" o ex-presidente Lula seria apresentado como candidato do partido, disse Rui.




  "Nosso objetivo central é colocar fim ao governo do usurpador Michel Temer e conquistar o direito do povo eleger, direta e imediatamente, um novo presidente da República", diz a nota do partido. "Se antes havia divergências sobre a proposta de antecipação de eleições presidenciais, agora a situação é outra, pois o Estado tem à frente um governo usurpador, ilegítimo, sem votos, com um programa antipopular e antinacional".
"A recuperação da legalidade e o restabelecimento da democracia, nessas condições, somente se efetivarão quando as urnas voltarem a se pronunciar e o povo decidir os caminhos da Nação. O que exige construir uma ação conjunta e iniciativas práticas com partidos e entidades populares, capazes de mobilizar e dar efetividade a este objetivo rumo à normalização democrática, como a diretas já."
Ainda segundo a nota, a Comissão Executiva Nacional "conclama deputados federais petistas para entrarem em acordo com as demais bancadas democráticas a fim de exigirem, já no dia 12 de setembro, a cassação do mandato do corrupto Eduardo Cunha".
Segundo o presidente do PT, Rui Falcão, está havendo uso de forte repressão policial às manifestações e afirmou que o partido está apoiando a fotógrafa que perdeu a visão durante um protesto em São Paulo.
"Vamos prosseguir na denúncia do golpe e de todos aqueles que querem a defesa da democracia e não querem ter os seus direitos suprimidos. Diante de um governo usurpador,  entendemos que a única maneira de se restabelecer a democracia no país é através do voto popular", disse Rui Falcão.
"Não temos nenhum candidato à eleição ainda. Até porque pode ser que as eleições se realizem antes", acrescentou.




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