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Xico Sá : $erra está sendo blindado pela Mídia Brasileira

novembro 01, 2016


Em comentários sobre a denúncia contra José Serra nesta terça-feira 1º, pelo Twitter, o jornalista Xico Sá chama o chanceler do governo Temer de $erra e tenta entender como se quebrou a blindagem a ele na imprensa para que o caso fosse tornado público.
"Trabalhei cem anos na imprensa paulistana. Não acho estranho a mídia esconder os 23 milhões do $erra. Fico pasmo é como isso vazou. Milagre?", questionou Xico Sá, que é ex-colunista da Folha de S.Paulo. "Juro que estou tentando entender o vazamento. Impensável na mídia brasileira. Tem algo errado", acrescentou.


O ministro das Relações Exteriores foi acusado em delação premiada da Odebrecht de receber R$ 23 milhões em propina por meio de conta na Suíça. A denúncia foi capa da Folha, mas o restante dos jornais e colunistas mantiveram silêncio sobre o caso.
"Entendam, amigos, quando falo que admiro $erra estar no noticiário, é porque esse cara sempre foi 100% blindado nos jornais de São Paulo. Não tô protegendo", explica Xico Sá.


"Mesmo depois escondendo, louve-se a @folha que manchetou $erra no caixa 2 de 23 milhões. Ñ vi em outra mídia, jamais veremos", diz ele em outro post. "Tento entender o vazamento dos 23 milhões do  por alguma briga interna c/ a mídia. Isso ter saído na imprensa é impensável, pensa Serra", especula.

PLIN PLIN - A MANIPULAÇÃO DA MÍDIA BRASILEIRA

outubro 26, 2016



A TV Globo é indiscutivelmente a emissora de maior Audiência e poder entre as emissoras de TVs brasileiras, A rede Globo de televisão (RGTV) foi ourtogada em 1958 e inaugurada em 1965 no período militar. A fragilidade histórica contribui para centralização da emissora no mercado brasileiro. A censura da ocasião possibilitou uma maior facilidade de manipulação das massas pelo Jornalista Roberto Marinho.

Roberto Marinho encontrou no Brasil circunstâncias favoráveis para torná-los “capitão da empresa” A sua emissora de TV beneficiava ao regime militar como “agente legitimador”, a Rede Globo fazia parte do padrão de empresa moderna e eficiente, ajudando a sua política concentradora e excludente. A ditadura militar se beneficiou da Rede Globo através da legitimidade distorcida dos fatos, aliando as massas a acreditar nessas inverdades.
O livro “Globo e política tudo a ver” de Venicio Lima destaca três casos “escabrosos” de manipulação eleitoral.
O primeiro caso, a Rede Globo não agradou da candidatura de Leonel Brizola para governador do Rio de Janeiro em 1982. Brizola voltou do exílio em 1979, com interesses na administração do Rio de Janeiro. Leonel Brizola foi um dos principais alvos do regime militar, por conseguinte não interessava a este sistema politico nem a sua maior aliada emissora de TV. A Globo demitiu nesta ocasião, Homero Sanches, em conseqüência de fazer parte do conselho informativo de Brizola.

Sanches aborda em uma entrevista a Playboy que, Roberto Irineu Marinho, filho de Roberto Marinho sustentava a candidatura de Wellington Moreira Franco. Irineu esquematizou um plano de apuração das eleições pelo interior, em que seu aliado seria mais bem votado, e ainda no esquema a empresa Proconsult substituía os votos de Brizola pelos de Moreira. No entanto não fazia parte do esquema da apuração por outro meio de comunicação, e o Jornal do Brasil se comprometeu com esse papel, o Jornal exibiu do seu próprio serviço um boletim do TER. Brizola elegeu-se desmascarando a poderosa rede Globo.
A rede Globo omitiu em 1984 “as diretas já”, que tentava legitimar a emenda parlamentar do deputado Dante de Oliveira oponente a emenda constitucional numero dois que controlava o processo sucessório eleitoral em prol do regime militar. Quando percebeu que era inevitável a Globo veiculou o segundo comício em São Paulo que coincidiu com o aniversário de São Paulo, e mesmo assim veiculou de forma distorcida durante a sua programação. “São Paulo hoje comemorou seu aniversario com diversas atividades, torneio de pipa, no parque do Ibirapuera e uma grande caminhada não sei onde. Foi dessa forma que o repórter Ernesto veiculou durante o jornal nacional o movimento “diretas já” que mobilizou todo o pais. A TV globo só transmitiu em definitivo o último comício realizado no Rio de Janeiro que contava com todas as forças de oposição. Mas algumas fontes afirmam que nesse momento a Globo tinha quebrado sua aliança com o regime devido ao poder da emissora que ameaçava até mesmo os governantes da ditadura militar.
Outro caso de manipulação Globo foi à nomeação do Ministro Mailson da Nóbrega durante a gestão de Sarney, Mailson era nesse momento o ministro interino de José Sarney, mas ele não podia efetivá-la no carpo porque precisava a aprovação de Roberto Marinho e ele tinha outro nome para o cargo. No entanto o nome de Mailson passou a interessar a poderosa Rede Globo depois da entrevista dele ao Jornal Nacional, tendo ótima repercussão. Sendo assim Roberto Marinho chamou Mailson para uma conversa e esse bate-papo lhe agradou, então a Rede Globo anunciou a nomeação de Mailson antes mesmo que o próprio a soubesse.
O lema “Globo agente se vê por aqui” chega a uma imensidade de lares sem a devida contestação do seu significado semântico e contextual, a emissora exerce hoje no Brasil “monopólio da fala”

Ultimamente o império sofre compassivas oscilações de audiência através de dividas acumuladas e uma sensível diminuição da audiência influenciada pelo surgimento de TVs segmentadas no Brasil, e o aumento freqüente de uso da internet, esse período a Globo diminui a preponderância sobre as demais, no entanto para o público o conteúdo veiculado torna menos interessante, já que, cresce ainda mais o número de reality shows contribuindo para o empobrecimento da programação.

PAÍSES :URUGUAI,CHILE,BOLIVIA,VENEZUELA,EL SALVADOR,CUBA e EQUADOR não reconhecem Temer como presidente do Brasil

setembro 01, 2016




Na China, onde esperava assinar 11 contratos, Temer enfrenta já a sua primeira crise diplomática, depois de a Venezuela, Equador e Bolívia terem chamado os seus embaixadores em Brasília em protesto contra a destituição, criticada também por Cuba e El Salvador. “Isto não foi um golpe de Estado apenas contra Dilma. Foi contra a América Latina e o Caribe”, acusou o Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, cabeça da esquerda bolivariana que nos últimos 13 anos manteve relações estreitas com Brasília. Maduro acusou os EUA de estarem por trás deste “ataque contra o movimento popular e progressista na América Latina”, antes de anunciar o corte de relações diplomáticas com o país vizinho.  



O governo brasileiro reagiu aos protestos chamando os seus embaixadores naqueles países e o chefe da diplomacia, José Serra, respondeu às críticas dizendo que “o Governo venezuelano não tem autoridade moral para falar de democracia, uma vez que não é um regime democrático”, voltando a acusar Caracas de manter presos políticos.
“O Uruguai se manifestou politicamente, já disse o que tinha que dizer. Com certeza estamos muito preocupados com esta situação e esperamos que tudo ocorra dentro dos parâmetros constitucionais e institucionais. ..

A posição do nosso governo está clara, pois nós já nos posicionamos a respeito disso”, disse Nin Novoa em entrevista a jornalistas na última quinta (12), data do primeiro dia de mandato do presidente em exercício.


O ministro das Relações Exteriores e chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, fez questão de se posicionar mais uma vez em relação ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) e garantiu que o governo do país cisplatino não tem intenções de reconhecer Michel Temer (PMDB) como presidente do país.















Perguntado se irá entrar em contato com Temer ou com alguém de seu gabinete, o chanceler foi direto: “Não [haverá nenhum tipo de comunicação]. Já dissemos o que deveríamos ter dito, de maneira que não temos mais nada a agregar.”












Bolívia


O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou mais cedo que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente Dilma Rousseff e "castigar" o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que não volte à presidência.






Equador


O presidente do Equador, Rafael Correa, garantiu nesta sexta-feira que a crise política do Brasil faz parte de um "novo plano Condor" contra os governos progressistas da região.





Venezuela


Na quinta-feira, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, já havia manifestado apoio a Dilma e Lula, chamando a crise política no Brasil de "golpe de estado midiático e judicial".




"Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou o mandatário em uma entrevista na rede televisão oficial.O vizinho do sul não é o único país que não reconhece a legitimidade do peemedebista como chefe de Estado brasileiro. Já a Ministra das Relações Exteriores da Rússia, María Zajárova, afirmou que “é inaceitável a interferência externa na atual situação política do Brasil” e que Moscou espera um país “estável e democrático”De acordo com o portal da TeleSur, o governo do Chile também manifestou sua preocupação com as circunstâncias em que Dilma foi afastada. “Nos preocupamos com a nossa nação irmã, que tem gerado incerteza em nível internacional”, alegou institucionalmente em comunicado.  Ainda no Chile, o Partido Comunista local se posicionou contra “a violação do Estado Democrático de Direito”, em referência ao impeachment. Outras legendas e órgãos, como o Die Linke, da Alemanha, e o PSUV, da Venezuela, bem como a Unasur (União das Nações Sul-Americanas), também criticaram duramente o processo.
















A regra do Jogo -Mídia Tradicional no comando

setembro 01, 2016
Em editorial, publicado no dia 31 de agosto, o jornal da família Marinho, O Globo, reconheceu que foi um erro ter apoiado o golpe militar de 1964, como o fizeram também todos os grandes jornais do país.





Seriam sinais de novos tempos na Globo? Nem o mais ingênuo dos mortais acredita nessa possibilidade.
O apoio ao golpe militar não foi um ato isolado. Ela apoiou, incondicionalmente, os 20 anos de ditadura em nosso país. Em dezembro de 1968, renovou seu apoio ao governo ditatorial, tornando-se conivente com o Ato Institucional número 5 (AI-5). As prisões políticas, os exílios, casos de torturas e assassinatos de militantes políticos não mereceram uma linha de repúdio ao governo militar, nos noticiários da família Marinho.
Apoiou a ditadura militar e dela se beneficiou. Armando Falcão, um dos ministros da Justiça da ditadura militar, se referia ao dono da Globo, Roberto Marinho, como o “mais fiel e constante aliado”. Desse conluio com a ditadura, nasceu o império que monopoliza as comunicações no país e abarrotou os cofres da família Marinha com uma fortuna de R$52 bilhões de reais.
Fortuna que tem na sua origem na aquisição, fraudulenta, da antiga TV Paulista pela quantia Cr$ 60.396,00 (sessenta mil, trezentos e noventa e seis cruzeiros), equivalente à época a US$ 35,00 (trinta e cinco dólares).
Não faltam provas sobre falsificação de documentos e outras ilegalidades cometidas por Roberto Marinho para se apoderar da TV Paulista, fato exitoso por causa do conluio que mantinha com o governo da ditadura militar.
Os descendentes da família proprietária da Rádio Televisão Paulista S/A e dos 670 acionistas que foram lesados por Roberto Marinho movem um processo contra a Globo, que se encontra no STF e tem como relator o ministro Celso de Mello. Mas ao contrário da energia que demonstra para atacar o ex-ministro petista José Dirceu, o decano da corte não apresenta nenhuma pressa para julgar o recurso dos que foram lesados pela família Marinho.
A mesma postura, de silêncio conivente, foi adotada com as ditaduras militares que espalharam pelo continente latino-americano nas décadas de 1960 e 1970. E se repetiu, com indisfarçável simpatia, nos golpes de Estado que depuseram presidentes de repúblicas, democraticamente eleitos pelo voto popular, como o do Jean-Bertrand Aristide (Haiti), em 1991, Manuel Zelaya (Honduras), em 2009 e Fernando Lugo (Paraguai), no ano passado. Está no DNA da Globo apoiar governos reacionários, golpistas e antidemocráticos.
Seu reacionarismo continuou em evidência quando, em 1984, o povo brasileiro foi às ruas para exigir eleições diretas para o cargo de Presidente da República. Somente mudou de postura quando o grito das ruas — “o povo não é bobo, abaixo a rede globo” — tornou-se ensurdecedor. Dois anos antes, em 1982, envolveu-se com a empresa Proconsult, associada a antigos colaboradores do regime militar, na tentativa de impedir a vitoria eleitoral de Leonel Brizola ao governo do Rio de Janeiro. Na eleição de 1989, notabilizou-se pela edição manipulada dos seus noticiários, responsável pela vitória eleitoral de Fernando Collor de Melo. Em 2010, foi bizarra a encenação de uma bolinha de papel na testa do candidato José Serra, numa vã tentativa de provocar a derrota da candidata Dilma Roussef. Há de se admitir que a Rede Globo conseguiu cavar um lugar próprio e cativo nos processos eleitorais do país.
Da mesma forma, quando for contado a história da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão petista, a Rede Globo terá um lugar de destaque superior a muitos juízes integrantes da Corte.

Desde que o STF aceitou a denúncia, porque “julgou com uma faca no pescoço”, nas palavras de um dos seus integrantes, tornou-se evidente os seus esforços para que o resultado do julgamento fosse o que atendesse a seus interesses políticos. Concessão de prêmios para ex-juízes do STF, silêncio conivente sobre possíveis crimes cometidos por membros e pessoas próximas aos que vestem as togas, ofertas de empregos para parentes de atuais integrantes da Corte, espaços fartos em noticiários e reportagens favoráveis aos que votam e se posicionam como seus colunistas escrevem, são apenas os indícios mais visíveis da fina sintonia do que acontece na AP 470 com os desejos dos que monopolizam a comunicação no país.
Juízes teleguiados, escreveram alguns jornalistas independentes, juízes que assumiram papéis de justiceiros, escreveram outros. Não faltaram os que se notabilizaram por memoráveis afirmativas tais como: a verdade é uma quimera ou não há provas mas a literatura jurídica me permite condená-lo. Tudo para não contradizer o script de um resultado pré-determinado pela mão de quem segura a faca no pescoço.


Com este histórico de uma origem nascida com a ditadura militar e sobre negócios fraudulentos, de ataques aos processos de eleições democráticas, de criminalização dos movimentos sociais e sindicais e de tentativas de subordinar os Poderes do Estado aos seus interesses, só resta à Rede Globo promover, anualmente, a campanha “Criança Esperança” para tentar limpar sua própria imagem. Busca fazer caridade com o dinheiro que arrecada das outras empresas e de doações individuais. Enquanto ela mesma sonega uma quantia superior a R$1 bilhão de reais, em impostos devidos a Receita Federal. Tudo a ver com a Rede Globo.
As evidencia de manipulação são fortes, 52 anos depois parece que a história se repete a mídia tradicional apoia novamente um Golpe para destituir uma presidente eleita 54 milhões de votos 
Dessa vez um golpe Moderno.

Sucessores de Dilma São acusados de Corrupção

agosto 31, 2016
A AP (Associated Press) publicou uma reportagem nesta terça-feira (30), reproduzida em jornais como o norte-americano Washington Post, em que lembra que os três próximos da linha de sucessão da presidente Dilma Rousseff, respondem a acusações de corrupção
O primeiro na linha, o presidente interino Michel Temer, foi delatado pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, por ter supostamente pedido dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras para pagar contas da então candidatura de Gabriel Chalita (então no PMDB, hoje no PDT) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. As quantias teriam sido transferidas por forma de doação legal pela empreiteira Queiroz Galvão.
Além disso, Temer foi acusado de ter apontado um lobista para distribuir entre 1997 e 2001 propinas oriundas de negócios com etanol. O interino nega todas as acusações, mas a AP lembra que ele está inelegível por oito anos por cometer crime eleitoral em 2014.
O segundo da linha sucessória é Rodrigo Maia, eleito recentemente para a Presidência da Câmara dos Deputados. De acordo com a agência, um auxiliar de um governador disse que Maia recebeu doações ilegais para campanhas políticas. Ele nega.
O terceiro, prossegue a Associated Press, é Renan Calheiros, presidente do Senado. Lembrando que Calheiros assume o governo em uma eventual viagem de Temer e Maia, a agência conta que o STF (Supremo Tribunal Federal) abriu várias investigações contra ele no escândalo da Petrobras. Calheiros também foi delatado por Machado, que afirmou que o senador recebeu quase US$ 10 milhões em propinas por cerca de dez anos. O presidente do Senado também nega as acusações.

Consolidado o Golpe de Estado no Brasil

agosto 31, 2016



                Querida Democracia... ruptura do estado democrático não respeita Voto Popular 
 "Não esperem de mim o silêncio dos  covardes", diz Dilma  



Jornais internacionais repercutiram o discurso da presidente Dilma Rousseff perante o Senado brasileiro nesta segunda-feira (29/08). O espanhol El País classificou a fala da mandatária como “dura e emocionante”. Dilma foi ao Senado para se defender das acusações de crime de responsabilidade que visam destitui-la de seu cargo.
Em artigo, o El País disse que Dilma “apelou aos sentimentos, à sua história política, ao seu caráter e à sua trajetória para deixar claro de que está sendo expulsa [da Presidência] injustamente”.
“Ela sabe. Sabe que só um milagre a salvará [do impeachment], sabe que tudo está perdido. Ou quase. Por isso, apesar desta interpelação, Rousseff não dirigiu seu discurso só aos senadores, mas ao país inteiro, aos livros de história, ao seu próprio retrato e à sua própria biografia, consciente da dimensão do momento, da importância do discurso”, escreveu o autor do texto, Antonio Jiménez Barca.
Para o jornal espanhol, Dilma conseguiu atingir o “triste objetivo de sua própria defesa” nesta segunda: “deixar para os historiadores um precioso discurso inútil”.
Ainda na Europa, o jornal diário português Público, ao tratar do discurso de Dilma, deu como provável seu impeachment.
“A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, não poupou nas palavras na sua defesa perante o Senado, no julgamento em que deverá ser destituída do cargo, do qual está suspensa desde maio”, afirmou o veículo.
“A presidente defende-se destas acusações [pedaladas fiscais] — muitos analistas dizem que esta contabilidade criativa não é muito diferente da realizada por outros governos”, escreveu a autora do texto, Clara Barata.
Além disso, o jornal trata da operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção que envolviam desvio de dinheiro da petrolífera Petrobras. Apesar de reconhecer que nunca foi descoberto nada que “visasse concretamente Rousseff — sua honestidade pessoal nunca foi posta em causa”, o Público diz que “a presidente convivia com esse sistema político que ninguém duvida que seja corrupto”.
A emissora norte-americana CNN também comentou o discurso da presidente quem, segundo o veículo, “não tem intenção de aceitar seu impeachment sem uma luta”.
“Não está claro se um discurso emocionado irá fazer algum bem [para ela]. A maré de opiniões está contra ela, e sua aparição [perante o Senado] é esperada que seja seu último pronunciamento público”, afirmou a CNN.
Segundo a emissora, o processo de impeachment se arrastou por meses e é um “retorno desagradável à realidade” para o Brasil após as celebrações dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que, “apesar de ter orquestrado, Rousseff foi impedida de comparecer”.
“[Esta] é uma crise política que os brasileiros comuns poderiam ficar sem — o país está tentando sair de uma recessão”, disse a emissora.
Outro veículo norte-americano que também abordou o discurso da presidente foi o jornal USA Today.
“Após quatro dias de briga intensa na capital do Brasil sobre as acusações enfrentadas por Rousseff, ela teve sua chance de se defender (…) Rousseff usou seu discurso de 45 minutos para ressaltar sua história política e pessoal”, escreveram os autores do artigo.
Para o jornal, vem se construindo um “momentum” contra a mandatária brasileira, “que está ficando sem tempo de convencer os outros senadores a mudarem seus votos [em seu favor]”.
“Você pode até não gostar da Dilma ou das suas políticas, mas é muito difícil chamá-la de covarde. Ela sabe que está caindo, mas encara as acusações”, observa Vicent Bevins, do LA Times.
Na América do Sul, o jornal argentino Clarín também se pronunciou em relação ao discurso da mandatária, que classificou como “uma histórica declaração de defesa”.
“A presidente enfrenta agora sua última batalha, em uma sucessão de crises que arrasta desde que iniciou seu segundo mandato, em 1º de janeiro de 2015”, escreveu a jornalista Eleonora Gosman.
Os parlamentares precisam de 54 votos para impedir Dilma. Em maio, quando era votado seu afastamento, apenas 22 dos 81 senadores votaram pela permanência da presidente. Caso ela perca a votação, o presidente interino e vice-presidente Michel Temer assumirá definitivamente o Palácio do Planalto até 2018. 

DILMA ROUSSEFF MULHER HONESTA E HONRADA.

agosto 31, 2016

É aquele ditado: o que o amor une, o golpe separa. Dilma Bolada Ironiza

agosto 30, 2016

Partiu de William Bonner a iniciativa de se separar de Fátima Bernardes. O casal de jornalistas enfrentava rumores de crise conjugal desde o início do ano e anunciou o divórcio na noite desta segunda-feira, pelo Twitter — ao mesmo tempo, mas em contas separadas. O anúncio foi feito depois das 21h, quando Bonner já havia deixado a bancada do Jornal Nacional, telejornal que apresenta na Rede Globo e onde trabalhou por anos com a agora ex-mulher, Fátima



Partiu de William Bonner a iniciativa de se separar de Fátima Bernardes. O casal de jornalistas enfrentava rumores de crise conjugal desde o início do ano e anunciou o divórcio na noite desta segunda-feira, pelo Twitter — ao mesmo tempo, mas em contas separadas. O anúncio foi feito depois das 21h, quando Bonner já havia deixado a bancada do Jornal Nacional, telejornal que apresenta na Rede Globo e onde trabalhou por anos com a agora ex-mulher, Fátima Bernardes.

Bonner e Fátima têm três filhos juntos, os trigêmeos Vinícius, Laura e Beatriz, de 18 anos. “Três jovens incríveis”, como tuitaram.
Os jornalistas Wiliam Bonner e Fátima Bernardes anunciaram na noite desta segunda-feira que estão se separando, após 26 anos de casamento. Em uma série de mensagens idênticas publicadas nos perfis de ambos no Twitter, eles afirmam que continuam “amigos, admiradores do trabalho um do outro e pais orgulhosos de três jovens incríveis”.

Após 14 anos, Fátima deixou o JN em 2011 para trabalhar em um projeto-solo, que iria ao ar no ano seguinte, o Encontro com Fátima Bernardes, programa na linha dos matinais americanos. Ao sair, foi substituída por Patricia Poeta, que depois também migraria para o entretenimento — ela hoje é uma das apresentadoras do É de Casa, aos sábados.




Dilma X Aécio no Senado ...Louca para o Aécin me perguntar sobre corrupção ou alguma delação que meu nome foi citado? Aécin 6x...

agosto 30, 2016

Sou um Mulher Honesta senhor Aécio 



ENEM 2016 - Significado da Palavra Temer na Língua Portuguesa ?

agosto 27, 2016

Dilma Rousseff - Poderá derrubar Impeachment- tem entre 28 á 31 votos no Senado

agosto 27, 2016



Fonte da informação:  integrantes da cúpula interna do PT e aliados, afirmam a possibilidade real de retomada

do mandato da Presidente Dilma Rousseff,ex: o senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirma que a presidente legitima contabilizam 31 votos para barrar o impeachment.
Para Dilma ser afastada definitivamente da Presidência, é necessário que, ao menos, 54 senadores (equivalente à maioria absoluta do Senado) votem favoravelmente ao impeachment. Se esse número de votos não for alcançado na votação final do julgamento, a petista retorna imediatamente ao comando do governo.
 As articulações políticas nas trincheiras governistas e oposicionistas devem se manter intensas nos bastidores até o último minuto do julgamento, embora, os conselheiros de Temer já repitam que o impeachment "está consumado".

Um dos termômetros que os integrantes do Palácio do Planalto usam para tentar demonstrar que o afastamento é irreversível é o placar da votação da etapa anterior do processo de impeachment, que transformou Dilma em ré. Na ocasião, 59 senadores votaram a favor de ela ser levada a julgamento no plenário e 21 se posicionaram contra.

Na votação final, pelos cálculos do líder do PSDB no Senado, os votos pró-impeachment poderão até chegar a 62 ou 63 votos. Os articuladores políticos de Temer têm trabalhado nas últimas semanas para aumentar ainda mais a margem de votos favoráveis ao afastamento definitivo na última votação.
 Na votação anterior, eles se posicionaram contra Dilma ser levada a julgamento final. O objetivo dos aliados do presidente em exercício é fazer com que esses parlamentares votem a favor do afastamento na etapa definitiva do processo de impeachment.
“.Integrante do PMDB de Temer, mas aliado de Dilma, Roberto Requião ressalta que, nas contas da oposição, os votos contrários ao impeachment chegam a 31.
“Vamos derrubar o impeachment, teremos 31 votos”, enfatizou.


O peemedebista acredita em mudanças de lado de última hora. “Tenho visto que alguns senadores podem trocar de opinião”, observou.
Renan convoca líderes para discutir o depoimento de Dilma na segunda
Petistas jantam com Renan para 'organizar' depoimento de Dilma
Lula assistirá ao pronunciamento de Dilma das galerias, dizem senadores

A História vai se lembrar... Os "Juízes" de agora serão os condenados amanhã

agosto 26, 2016


No Congresso, os deputados endossaram os militares e clamavam pela renúncia
presidencial,alegando que Getúlio não tinha mais "condições de governar".


Os militares liderados pelo brigadeiro Eduardo Gomes, candidato derrotado por Getúlio nas eleições de 50, lançaram um manifesto exigindo a renúncia do presidente e ameaçando apelar às armas. 
Em, 24 de agosto de 1954, Vargas é encontrado morto em seu quarto no palácio do Catete. 

O cortejo que acompanhou o seu corpo do palácio do Catete ao aeroporto Santos Dumont (trasladado para São Borja, no Rio Grande do Sul) reuniu a maior multidão da história do Rio de Janeiro.

O suicídio de Getúlio, com o consequente clamor popular, adiou os planos golpistas por uma década.

O país inteiro quedou em estado de choque. Ninguém esperava por aquele desfecho para a crise que se abatera como uma nuvem negra sobre o governo, apesar de o próprio Getúlio ter dito, dias antes, com todas as letras: “Só morto sairei do Catete”.

  


  A imprensa brasileira tem as seguintes Manchete: "O Globo": "Fugiu Goulart e a democracia está sendo restaurada". O "Estadão", como sempre, foi além: "Vitorioso o movimento democrático". Essa foi a tônica do conjunto da imprensa brasileira.
Em 1964, as mesmas forças dos poderosos se voltaram contra João Goulart. Em um comício  histórico  na Central da Brasil, em 13 de março, onde o presidente anunciou profundas reformas populares. A reação foi rápida.  Marcha da Família com Deus contra a "ameaça comunista",que levou uma multidão às ruas contra Jango.
 A legitimação do golpe pelo Legislativo foi completada pelo deputado Ranieri Mazzilli, que apoiou o Ato Institucional 1, passando o poder ao general Castello Branco e dando ares constitucionais à ditadura que se iniciava.




   Aos senadores que votarem pelo golpe, prováveis irão vencer, mas  lhes restará o repúdio das gerações futuras serão marcados para sempre  da história.


Afinal, Getúlio é tido hoje como um dos maiores líderes políticos de nossa história. E Lacerda não é nada mais que um golpista abjeto. Jango é lembrado pelo compromisso com o povo, expresso nas reformas de base. Já os militares que o golpearam estão marcados eternamente como responsáveis por um dos períodos mais sombrio da história brasileira.


o julgamento que se inicia hoje tem cartas marcadas.  Por todas essas razões, históricas e atuais, Dilma provavelmente será deposta de seu cargo que foi eleita democraticamente 54 milhoes de votos. 


                                                                  Dilma Julgado 21 anos depois 

 Michel Temer representar o mesmo grupo na história que não aceitou o resultados das urnas ou avanços dos benefícios aos trabalhadores. 

O programa de Presidente interino é desmontar a CLT, a previdência e liquidar os investimentos sociais. O que está em questão é desfazer de uma só vez o pacto da Constituição de 88 - com sua rede de proteção social - e o pacto lulista de 2003, que inclui a agenda de programas sociais e de investimento público. Um projeto como esse jamais passaria pelo crivo das urnas. Só pode tornar-se realidade pela via de golpe moderno.

O julgamento que se inicia hoje tem cartas marcadas.  Por todas essas razões, históricas e atuais, Dilma provavelmente será deposta de seu cargo que foi eleita democraticamente 54 milhoes de votos. 


     Carta de Getúlio Vargas 

    “Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.
Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci.

.
Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo.

                                                            Povo rezou pelo presidente Getúlio.

A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a Justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios.
Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o povo seja independente.
Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo e renunciando a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser o meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos.
Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação.
Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com perdão. E aos que pensam que me derrotam respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo, de quem fui escravo, não mais será escravo de ninguém.
Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue terá o preço do seu resgate.
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.”


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O Congresso brasileiro, portanto, tem a tradição de apoiar golpes. Os pretextos foram mudando de nome com o tempo: em 54 era o "mar de lama" ou a rua Tonelero; em 64 era o risco da "república sindicalista"; hoje se chama "pedalada fiscal". Ninguém acredita muito neles, no fundo todos sabem que as razões são de outra ordem, mas afinal é da natureza dos golpes que não se assumam como tal.

As verdadeiras razões estão quase sempre ligadas a interesses econômicos. Em 54, tratava-se de interromper o "populismo" varguista, que havia acabado de dobrar o valor do salário mínimo e nacionalizado o petróleo com a criação da Petrobras. Em 64, a questão era barrar as reformas propostas por Jango, que até hoje continuam pendentes e necessárias.


                                              A historia repete- se a comparação é mera coincidência 

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