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Por que os manifestantes 'contra a corrupção' desapareceram?

novembro 23, 2016
Apesar de Michel Temer ser ficha-suja e citado na Lava Jato, assim como boa parte de seus ministros, panelas não são mais ouvidas. Onde foram parar os manifestantes com as caras pintadas de verde e amarelo e vestindo camisas da CBF ?




                                             Manifestantes desapareceram...conexão politica  

Em 2013 não havia lideranças. Não era preciso três carros de som gigantescos para colocar milhões de pessoas na rua. Muito menos era preciso protestar só nos domingos – pelo contrário, era todo dia, toda noite, toda madrugada se for preciso.
Ainda dá tempo de negar essa hipocrisia, e entender o jogo como funciona.
Antes que seja tarde. Não é preciso “temer”.
                                                          CHEGA DE CORRUPÇÃO

Porque não ouço panelas batendo. Não vejo manifestantes com a cara pintada e a bandeira do Brasil nas ruas. Muito menos congressistas irritados com a corrupção na frente das câmeras, e a abraçando antes de dormir longe dos holofotes”, diz Francisco. Leia a íntegra abaixo.
Procura-se: Um manifestante que seja contra a corrupção


O poeta e escritor francês Honoré de Balzac dizia que “os costumes são a hipocrisia de uma nação”. Acho que essa frase vale mais do que nunca para nós, brasileiros.
Não acredito em generalização, claro. Não somos todos nós os hipócritas. Pelo menos os hipócritas da vez. E sim eles, os “manifestantes contra a corrupção”.
Sim, talvez você faça parte desse grupo. Capaz que você nem imagine o quão hipócrita é, por apenas ter servido como massa de manobra de interesses mesquinhos de um grupo bem específico.

Mas, talvez você saiba da sua hipocrisia, e não tenha a menor vergonha de admiti-la.
De qualquer forma, foram alguns os milhões de brasileiros que ocuparam as ruas desde o ano passado para protestar contra a corrupção – e consequentemente pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Veja bem: a impopularidade de Dilma era algo que quase partia do senso comum do brasileiro. A diferença se encontra nos motivos e causas que geraram tal indignação.
Por exemplo, as classes C, D e E não gostavam de Dilma não por achar ela culpada de toda a corrupção denunciada pela Lava Jato. Eles não aprovavam seu governo por justamente não ter dado continuidade aos programas e avanços do governo Lula. O ajuste fiscal, a perda de consumo, tudo isso foi um reflexo de sua impopularidade com a classe trabalhadora.
Já vocês, os “manifestantes contra a corrupção”, pouco se importam com o ajuste fiscal. Terceirização, privatização e corte em programas sociais é visto como algo positivo por boa parte daquela massa confusa que ocupou as ruas.
Digo boa parte porque não são todos assim em sua totalidade. Como disse acima, talvez você seja “manifestante contra a corrupção”, mas também tenha sido parte de uma massa de manobra bem articulada.

Faço esse texto porque não ouço panelas batendo. Não vejo manifestantes com a cara pintada e a bandeira do Brasil nas ruas.
Muito menos congressistas irritados com a corrupção na frente das câmeras, e a abraçando antes de dormir longe dos holofotes.
Pelo menos 7 dos novos ministros indicados por Michel Temer estão sendo investigados pela Justiça. Alguns até mesmo são investigados pela Polícia Federal na operação Lava Jato.

Nem por isso o grupo fascistoide Revoltados On Line fez protesto na frente da casa desses novos ministros – assim como o fizeram quando Lula foi quase indicado para o Ministério da Casa Civil por Dilma.
E o senador Aécio Neves? O ministro do STF, Gilmar Mendes, em menos de 24 horas, aceitou os argumentos do tucano e seus advogados, suspendendo as investigações sobre Aécio no caso de Furnas.
Resolvi fuçar a página dos liberais do Movimento Brasil Livre. Nenhuma postagem sobre.
Nenhuma. Nenhuma nota. Nada.

Pensei em pegar um cartaz e escrever em letras garrafais: PROCURA-SE O MANIFESTANTE CONTRA A CORRUPÇÃO. Onde ele foi parar?
A resposta é mais simples do que você imagina.
Nunca existiu nenhuma campanha popular contra a corrupção. A corrupção nada mais é do que o instrumento de grupos políticos pré-estabelecidos em um sistema corrupto para atacar seu rival, geralmente da situação (governo). Quando o cenário muda de lado, é a vez desse grupo político se defender das acusações.
A corrupção faz parte de um sistema que concilia partidos políticos com os interesses de multinacionais e empresas privadas, aceitando doações generosas para campanhas políticas.
E meu amigo, nenhum desses que estão no novo governo defendem o fim do financiamento privado. Nem os fascistoides do Revoltados Revolts. Nem os liberuxos do MBL. Nem mesmo o Temer, oras.
“Mas, primeiro derrubamos a Dilma, agora iremos derrubar o restante”.
Não, amigo. Não vão não.

Esses grupos que organizaram os protestos contra Temer já fazem campanha em defesa de seu novo governo. Talvez porque enquanto vocês torravam no sol durante a mega-ultra-manifestação na Avenida Paulista, esses caras que lideram tais grupos estavam ali nos bastidores, negociando cargos e ganhos em cima de tudo isso.
É diferente de 2013.
Em 2013 não havia lideranças. Não era preciso três carros de som gigantescos para colocar milhões de pessoas na rua. Muito menos era preciso protestar só nos domingos – pelo contrário, era todo dia, toda noite, toda madrugada se for preciso.
Ainda dá tempo de negar essa hipocrisia, e entender o jogo como funciona.
Antes que seja tarde. Não é preciso “temer”.

 texto que segue é de Francisco Toledo, fundador da Agência Democratize. O conteúdo trata do desaparecimento súbito dos manifestantes ‘contra a corrupção’ no Brasil desde que Michel Temer assumiu o poder. 

República de Banana - Qual interpretação você daria a essa foto ?

setembro 19, 2016



é um termo pejorativo para um país, normalmente latino-americano, politicamente instável, submisso a um país rico e frequentemente com um governador corrompido e opressor. Sua economia é em grande parte dependente da exportação de um único produto limitado de recursos, tais como bananas.

https://conexaopol.blogspot.com.br/




  Sem maioria no Congresso, assim como Fernando Lugo, ex-presidente do país vizinho, Dilma foi obrigada a ceder o lugar para o vice decorativo. Para consolidar de vez a República de Bananas que é o Brasil, basta agora completar o serviço: tirar Lula do caminho que leva às eleições de 2018. 
Por José Cássio
Bastou um apartamento e dois barquinhos para que o ex-presidente fosse denunciado como comandante máximo de um esquema de corrupção. 
Mas, como tão bem lembrou Dilma sobre seus adversários na Câmara e no Senado, a biografia de nenhum deles resiste a uma simples pesquisa do Google. 
Comecemos com Antonio Anastásia, relator do processo do impeachment, que já fez uso das mesmas medidas pelas quais Dilma foi julgada: as pedaladas fiscais. Quando foi governador de Minas Gerais, entre 2010 e 2014, o tucano movimentou R$ 63,3 bilhões para realizar a manobra - enquanto a petista, na esfera federal, movimentou R$ 2,5 bilhões.

Foi citado pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, por ter solicitado R$ 1,5 milhão de propina para a campanha de um aliado em 2012. Segundo Machado, Temer tinha conhecimento de que os recursos fornecidos pela empreiteira Queiroz Galvão eram ilícitos e que seriam mascarados como doação oficial. Michel Temer, para não falar no processo do Porto de Santos, que o tornou inelegível por oito anos e que o DCM trouxe à tona com auxílio dos leitores http://migre.me/uZyG1, também está envolvido até as tampas na Lava Jato.
Eduardo Cunha, comparsa de Temer, tem uma lista extensa de acusações. Foi cassado por manter contas secretas na Suíça. 
É alvo de sete inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) e réu em dois processos originados da Lava Jato. Entre as acusações, estão o recebimento de US$ 5 milhões em propina, envolvimento num esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal, a negociação de emendas parlamentares, e por aí vai.
Renan Calheiros é outro cuja capivara vai daqui a Alagoas. Já foi acusado de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e crime ambiental.
Em 2003, usou um avião da FAB para se locomover de Maceió a Porto Alegre apenas para ver o casamento da filha. Anos mais tarde, seu nome voltou às manchetes por conta do escândalo envolvendo a jornalista Mônica Veloso, com quem o senador tem uma filha. Cláudio Gontijo, lobista da empreiteira Mendes Júnior, pagava pensão à Mônica. 

Recentemente, o STF abriu um inquérito para investigar o envolvimento de Renan e de Romero Jucá na venda de emendas a medidas provisórias relacionadas ao setor automotivo. Este é o 12º inquérito pelo qual Renan responde, sendo nove deles oriundos da Lava Jato.

O Capitão do mato Jucá também é escolado na corrupção. 
Na Operação Zelotes, que investiga um esquema no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), é citado por ter recebido R$ 60 milhões junto com Renan. Jucá também recebeu propinas no âmbito da Lava Jato, de acordo com a delação de Ricardo Pessoa. Sem contar sua gestão questionável como presidente da Funai.
O falso moralista Aécio Neves, tão empenhado em derrubar Dilma após a derrota em 2014, seria, aspas para Sérgio Machado, "o primeiro a ser comido" se o Brasil se prontificasse realmente a pegar pelas pernas os corruptos, pois, de novo aspas para Machado, "todos conhecem o seu esquema". 
O senador e ex-governador de Minas, além de multi-delatado na Lava Jato, responde por improbidade administrativa em uma ação movida pelo Ministério Público Estadual. 
É investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional do financiamento do serviço público de saúde de 2003 a 2008, período no qual governou o estado.
A Lava Jato também revelou que a campanha de José Serra à Presidência, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira Odebrecht via caixa dois. 

De acordo com executivos da empresa, uma parte do dinheiro foi entregue no Brasil e a outra depositada em contas no exterior.
Eliseu Padilha, braço direito, esquerdo, duas pernas, cérebro e coração de Temer, é acusado de ordenar um pagamento superfaturado na época do governo FHC, quando era ministro dos Transportes. 
O extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER) pagou um precatório de R$ 2,3 milhões, valor estabelecido em decisão extrajudicial. O Ministério Público, no entanto, avalia que o valor da dívida, referente ao uso de um prédio por 82 dias, devia ser de R$ 185 mil. Documentos apontam que Padilha foi o mandante desse pagamento. 
Aloysio Nunes teve seu nome incluído num inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF), na delação do empreiteiro de Ricardo Pessoa, da UTC.
Cássio Cunha Lima, um dos mais exaltados no Senado, foi condenado, em 2006, pelo Tribunal Superior Eleitoral por conta de gastos excessivos em publicidade quando era governador e disputava a reeleição. Foi cassado em 2009, acusado de desvios de recursos e compra de votos.
Logo se vê que a história que a gente aprendeu a ouvir na Paulista de que "primeiro tiramos Dilma e, depois, tiramos o resto" é mais fantasiosa que conto de fadas. 
A corrupção não é foco, e sim pano de fundo. 
O foco é Lula - com ele fora de combate, tudo voltará a ser como antes na República dos Bananas. 





Reação do Aécio Neves ao saber do placar contra amigo Cunha

setembro 13, 2016


 Reação do Aécio sobre cassação de Cunha 



O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, não fez qualquer declaração pública nesta terça-feira (13),sobre a cassação de  EDUARDO CUNHA, foram 450 votos pela cassação,dez contra e nove abstenções. do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),Fontes das relações do principal aliado da causa tucana diz que Tucano ficado chocado com que o amigo Eduardo Cunha sido cassado de forma esmagadora ...dizem que isso  poderá ter um revez contra seus ex aliados.



Na página de Aécio no Facebook, a última postagem é sobre uma entrevista que ele concedeu para a Rede TV. "O Brasil vai ter que tomar uma decisão: se a lei vale para todos ou se não vale. Se a presidente da República, pela importância do cargo, tem direito a um salvo-conduto, seja em relação aos crimes fiscais, seja pelos crimes eleitorais. Se for comprovado que houve dinheiro de propina na campanha ou se confirma-se que ela cometeu crime de responsabilidade, é óbvio que a sinalização que tem que se dar é a do cumprimento da lei pra todos", diz o tucano no texto destacado em seu perfil.

No site do PSDB, há uma nota do partido com ataques ao PT em decorrência do depoimento do empresário José Carlos Bumlai. Há também um texto noticioso sobre a operação na PF nas residências de Cunha, mas sem qualquer declaração do presidente da sigla.



Sempre escorregadio em suas declarações sobre as investigações contra Cunha, Aécio, nesta terça, talvez por não ter o dizer para justificar a aliança com o presidente da Câmara, preferiu não aparecer em público.

24 horas para a Cassação de Eduardo Cunha

setembro 11, 2016

                                                

                  Será abandonado por "Aliados" 


Ele não terá a ajuda para se livrar da cassação, já que a maioria que compõe o 'centrão' decidiu não participar da votação sobre o seu mandato

Enquanto esteve na presidência da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contava com o apoio de um grupo composto por um número significativo de partidos, denominado 'centrão'. O mesmo, ele não pode dizer deste momento. Cunha não terá a ajuda deles para se livrar da cassação, já que a maioria que compõe o bloco decidiu não participar da votação sobre que decidirá o tema, prevista para a noite de segunda-feira (12).

De acordo com a Folha de S. Paulo, o "centrão" formava, com o PMDB, a base de sustentação de Cunha, que está afastado do mandato desde 5 de maio por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Líderes de dez partidos políticos (PT, PSDB, PSB, DEM, PRB, PDT, PC do B, PPS, PSOL e Rede), que reúnem 238 deputados, já afirmaram que votarão 'em peso' a favor da cassação de Cunha.

Michel Temer quer a Jornada de trabalho de 12 horas

setembro 09, 2016

BRASÍLIA - O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira afirmou a sindicalistas nessa quinta-feira que a reforma trabalhista formalizará jornadas diárias de até 12 horas. Hoje, contratos de trabalho como os de profissionais da saúde e de vigilantes, que atuam por 12 horas seguidas para 36 horas de folga, são muitas vezes questionados pela Justiça, que não reconhece uma jornada superior a oito horas diárias. Dessa forma, o ministério pretende aumentar a segurança jurídica de contratos que não seguem o padrão firmado na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Nogueira explicou os detalhes da reforma trabalhista à Executiva Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) em um seminário em Brasília. Conforme adiantou o GLOBO, ele afirmou que pretende estabelecer um novo tipo de contrato, por horas trabalhadas, para permitir que empregadores possam contratar com jornada inferior à estipulada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pagar direitos proporcionais a esse valor.
— Precisamos oferecer às pessoas condições de ser formalizado para exercer uma atividade que lhe dê garantia de ocupação com renda e que ele seja feliz — disse.
Esse tipo de contrato vai permitir ao trabalhador ter vários contratos e receber FGTS, férias e 13º salário proporcionais. Ele ponderou, no entanto, que mesmo nesses casos, o teto de 48 horas semanais (44 horas + 4 horas extras) não poderá ser desrespeitado, para que não haja “uma carga exaustiva e para que o tomador de serviços não contrate o mesmo CPF na mesma planta”.
Ele explicou que, ao defender que o negociado se sobreponha ao legislado – o ponto chave da reforma -, o governo não pretende permitir aumentos da jornada semanal. Assim, o número de horas semanais permitidas pela lei permanecerá o mesmo: 44 horas com até quatro extras. A grande mudança é que essa jornada poderá ser distribuída, por acordo coletivo, da forma como empregadores e sindicatos negociarem. Ele lembrou que essa decisão não poderá ser tomada individualmente por um funcionário em acordo com o patrão.
— Quando dizemos que queremos prestigiar a negociação coletiva, queremos justamente dar à representação sindical uma legitimidade. O acordo não pode ser individual, tem que ter o referendo da categoria — disse, acrescentando:
— A jornada semanal é de 44 horas. Tem setores que preferem trabalhar cinco dias na semana e folgar no sábado. Se a convenção politica estabelecer essa cláusula acordada não poderá depois ser tornada nula por uma decisão de um juiz porque esse acordo coletivo está respaldado pela lei.via :extra


Michel Temer Propõe corte de até 30% nos salários para agradar os empresários

setembro 05, 2016




                                                          Conexão    Política



Sem Negros e Sem Mulheres ! Na comitiva de Michel Temer para China

setembro 02, 2016



                           Comitiva de Michel Temer
   Embarcou na noite desta quarta-feira (31) para a China, onde cumprirá sua primeira viagem oficial no cargo. Temer participará da reunião de cúpula do G20 e de encontros bilaterais com chefes de Estado e empresários.
Compõem a comitiva o presidente do Senado, Renan Calheiros, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e os deputados Altineu Côrtes (PMDB-RJ), Beto Mansur (PRB-SP), Fábio Ramalho (PMDB-MG) e Pauderney Avelino (DEM-AM).
O encontro do G20 será realizado na cidade de Hangzhou, na China, entre os dias 4 e 5 de setembro. Em reunião ministerial, Temer disse que vai se encontrar com líderes de outros países para mostrar a eles que o Brasil tem estabilidade política e segurança jurídica para receber investimentos.
                           A chegada à China . 





                         
                                                Comitiva, sem negros e mulheres-Conexão Política
    


Sucessores de Dilma São acusados de Corrupção

agosto 31, 2016
A AP (Associated Press) publicou uma reportagem nesta terça-feira (30), reproduzida em jornais como o norte-americano Washington Post, em que lembra que os três próximos da linha de sucessão da presidente Dilma Rousseff, respondem a acusações de corrupção
O primeiro na linha, o presidente interino Michel Temer, foi delatado pelo ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, por ter supostamente pedido dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras para pagar contas da então candidatura de Gabriel Chalita (então no PMDB, hoje no PDT) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. As quantias teriam sido transferidas por forma de doação legal pela empreiteira Queiroz Galvão.
Além disso, Temer foi acusado de ter apontado um lobista para distribuir entre 1997 e 2001 propinas oriundas de negócios com etanol. O interino nega todas as acusações, mas a AP lembra que ele está inelegível por oito anos por cometer crime eleitoral em 2014.
O segundo da linha sucessória é Rodrigo Maia, eleito recentemente para a Presidência da Câmara dos Deputados. De acordo com a agência, um auxiliar de um governador disse que Maia recebeu doações ilegais para campanhas políticas. Ele nega.
O terceiro, prossegue a Associated Press, é Renan Calheiros, presidente do Senado. Lembrando que Calheiros assume o governo em uma eventual viagem de Temer e Maia, a agência conta que o STF (Supremo Tribunal Federal) abriu várias investigações contra ele no escândalo da Petrobras. Calheiros também foi delatado por Machado, que afirmou que o senador recebeu quase US$ 10 milhões em propinas por cerca de dez anos. O presidente do Senado também nega as acusações.

Consolidado o Golpe de Estado no Brasil

agosto 31, 2016



                Querida Democracia... ruptura do estado democrático não respeita Voto Popular 
 "Não esperem de mim o silêncio dos  covardes", diz Dilma  



Jornais internacionais repercutiram o discurso da presidente Dilma Rousseff perante o Senado brasileiro nesta segunda-feira (29/08). O espanhol El País classificou a fala da mandatária como “dura e emocionante”. Dilma foi ao Senado para se defender das acusações de crime de responsabilidade que visam destitui-la de seu cargo.
Em artigo, o El País disse que Dilma “apelou aos sentimentos, à sua história política, ao seu caráter e à sua trajetória para deixar claro de que está sendo expulsa [da Presidência] injustamente”.
“Ela sabe. Sabe que só um milagre a salvará [do impeachment], sabe que tudo está perdido. Ou quase. Por isso, apesar desta interpelação, Rousseff não dirigiu seu discurso só aos senadores, mas ao país inteiro, aos livros de história, ao seu próprio retrato e à sua própria biografia, consciente da dimensão do momento, da importância do discurso”, escreveu o autor do texto, Antonio Jiménez Barca.
Para o jornal espanhol, Dilma conseguiu atingir o “triste objetivo de sua própria defesa” nesta segunda: “deixar para os historiadores um precioso discurso inútil”.
Ainda na Europa, o jornal diário português Público, ao tratar do discurso de Dilma, deu como provável seu impeachment.
“A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, não poupou nas palavras na sua defesa perante o Senado, no julgamento em que deverá ser destituída do cargo, do qual está suspensa desde maio”, afirmou o veículo.
“A presidente defende-se destas acusações [pedaladas fiscais] — muitos analistas dizem que esta contabilidade criativa não é muito diferente da realizada por outros governos”, escreveu a autora do texto, Clara Barata.
Além disso, o jornal trata da operação Lava Jato, que investiga esquemas de corrupção que envolviam desvio de dinheiro da petrolífera Petrobras. Apesar de reconhecer que nunca foi descoberto nada que “visasse concretamente Rousseff — sua honestidade pessoal nunca foi posta em causa”, o Público diz que “a presidente convivia com esse sistema político que ninguém duvida que seja corrupto”.
A emissora norte-americana CNN também comentou o discurso da presidente quem, segundo o veículo, “não tem intenção de aceitar seu impeachment sem uma luta”.
“Não está claro se um discurso emocionado irá fazer algum bem [para ela]. A maré de opiniões está contra ela, e sua aparição [perante o Senado] é esperada que seja seu último pronunciamento público”, afirmou a CNN.
Segundo a emissora, o processo de impeachment se arrastou por meses e é um “retorno desagradável à realidade” para o Brasil após as celebrações dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que, “apesar de ter orquestrado, Rousseff foi impedida de comparecer”.
“[Esta] é uma crise política que os brasileiros comuns poderiam ficar sem — o país está tentando sair de uma recessão”, disse a emissora.
Outro veículo norte-americano que também abordou o discurso da presidente foi o jornal USA Today.
“Após quatro dias de briga intensa na capital do Brasil sobre as acusações enfrentadas por Rousseff, ela teve sua chance de se defender (…) Rousseff usou seu discurso de 45 minutos para ressaltar sua história política e pessoal”, escreveram os autores do artigo.
Para o jornal, vem se construindo um “momentum” contra a mandatária brasileira, “que está ficando sem tempo de convencer os outros senadores a mudarem seus votos [em seu favor]”.
“Você pode até não gostar da Dilma ou das suas políticas, mas é muito difícil chamá-la de covarde. Ela sabe que está caindo, mas encara as acusações”, observa Vicent Bevins, do LA Times.
Na América do Sul, o jornal argentino Clarín também se pronunciou em relação ao discurso da mandatária, que classificou como “uma histórica declaração de defesa”.
“A presidente enfrenta agora sua última batalha, em uma sucessão de crises que arrasta desde que iniciou seu segundo mandato, em 1º de janeiro de 2015”, escreveu a jornalista Eleonora Gosman.
Os parlamentares precisam de 54 votos para impedir Dilma. Em maio, quando era votado seu afastamento, apenas 22 dos 81 senadores votaram pela permanência da presidente. Caso ela perca a votação, o presidente interino e vice-presidente Michel Temer assumirá definitivamente o Palácio do Planalto até 2018. 

DILMA ROUSSEFF MULHER HONESTA E HONRADA.

agosto 31, 2016

Dilma X Aécio no Senado ...Louca para o Aécin me perguntar sobre corrupção ou alguma delação que meu nome foi citado? Aécin 6x...

agosto 30, 2016

Sou um Mulher Honesta senhor Aécio 



Baú de Maldades de Temer -Ele quer que você se aposente com 70 anos.

agosto 26, 2016
Michel Temer quer que você  se aposente somente aos 70 anos. 




        "A proposta de reforma da Previdência que o governo do presidente em exercício Michel Temer vai enviar ao Congresso pode prever a adoção da idade mínima para aposentadoria em duas etapas. Ao final delas, o trabalhador precisará ter completado 70 anos para ter direito ao benefício integral. Num primeiro momento, está cristalizada a idade mínima de 65 anos para homens e um pouco menos para as mulheres (provavelmente, 62). O período de transição para adoção da medida será de 15 anos para eles e um tempo maior, ainda não estipulado, para elas", diz o texto. "Depois de instituída a idade mínima de 65 anos, haverá um intervalo de dez anos sem mudança na exigência e, em seguida, será fixada a nova faixa de idade, de 70 anos para ambos os sexos, mas com período de transição maior para as mulheres."
A reportagem, no entanto, trata Temer até como um presidente caridoso, uma vez que o tempo de transição para professores e professoras seria maior. “Seria uma amostra de maior consideração com a educação”, afirmou um interlocutor do presidente. 
Temer se aposentou aos 55 anos e recebe aposentadoria de R$ 30.613,24, segundo informações do Portal da Transparência do governo do estado de São Paulo.





Caiu Mais Um.. Quantos mais até a queda do Temer?

maio 30, 2016

Ministro de Temer deixará o cargo

Ministro da Transparência criticou Lava Jato em conversa com Renan.
Ele é o segundo ministro a deixar cargo por gravações de Sérgio Machado.


Gravações
Cerca de três meses antes de assumir o Ministério da Transparência, Fabiano Silveira esteve em uma reunião na residência oficial de Renan Calheiros na qual a Operação Lava Jato foi amplamente discutida.
Participam da reunião, além de Sérgio Machado e Renan Calheiros, Bruno Mendes, advogado e ex-assessor do presidente do Senado, e Fabiano Silveira, que, à época, integrava o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
No encontro, relatou o ex-presidente daTranspetro aos investigadores, foram discutidas as providências e ações que ele estava pensando em relação à Operação Lava Jato.
No áudio, é possível entender que Fabiano Silveira orienta Renan e Sérgio Machado sobre como se comportar em relação à Procuradoria Geral da República. Ele enviou carta de demissão ao presidente Michel Temer na qual afirma que, "não obstante o fato de que nada atinja a minha conduta, avalio que a melhor decisão é deixar o Ministério" (leia a íntegra da carta ao final desta reportagem).
A decisão do ministro foi tomada após ter sido divulgado neste domingo (29) teor de sua conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na qual ele criticou a condução da Operação Lava Jato pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Leia abaixo a íntegra da carta de demissão do ministro Fabiano Silveira
A carta 
Recebi do Presidente Michel Temer o honroso convite para chefiar o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
Nesse período, estive imbuído dos melhores propósitos e motivado a realizar um bom trabalho à frente da pasta.
Pela minha trajetória de integridade no serviço público, não imaginava ser alvo de especulações tão insólitas.
Não há em minhas palavras nenhuma oposição aos trabalhos do Ministério Público ou do Judiciário, instituições pelas quais tenho grande respeito.
Foram comentários genéricos e simples opinião, decerto amplificados pelo clima de exasperação política que todos testemunhamos. Não sabia da presença de Sérgio Machado. Não fui chamado para uma reunião. O contexto era de informalidade baseado nas declarações de quem se dizia a todo instante inocente.
Reitero que jamais intercedi junto a órgãos públicos em favor de terceiros. Observo ser um despropósito sugerir que o Ministério Público possa sofrer algum tipo de influência externa, tantas foram as demonstrações de independência no cumprimento de seus deveres ao longo de todos esses anos.
A situação em que me vi involuntariamente envolvido – pois nada sei da vida de Sérgio Machado, nem com ele tenho ou tive qualquer relação – poderia trazer reflexos para o cargo que passei a exercer, de perfil notadamente técnico.
Não obstante o fato de que nada atinja a minha conduta, avalio que a melhor decisão é deixar o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle.
Externo ao Senhor Presidente da República o meu profundo agradecimento pela confiança reiterada.
via:g1

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