Equador, Costa Rica, Bolívia, Venezuela, Cuba e Nicarágua,protestam contra Michel Temer na ONU,

setembro 20, 2016

              Seis delegações protestam contra Michel Temer em discurso na ONU;

Protestam contra Michel Temer na ONU.
Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Michel Temer precisou enfrentar mais um protesto, entre tantos outros realizados desde que tomou posse como presidente do Brasil, após o golpe contra Dilma Rousseff. Ao ser anunciado para fazer sua fala, ele viu as delegações do Equador e da Venezuela deixarem o plenário.
Na ocasião, Temer defendeu a legalidade do impeachment, apesar de não citar o termo. “O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito constitucional”, argumentou.


O peemedebista usou seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU para afirmar que o processo de impeachment de Dilma Rousseff ocorreu "dentro do mais absoluto respeito constitucional" e que país tem "compromisso inegociável com a democracia".
"O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito constitucional. O fato de termos dado esse exemplo ao mundo implica que não há democracia sem Estado de direito – sem normas que se apliquem a todos, inclusive aos mais poderosos. É o que o Brasil mostra ao mundo. E o faz em meio a um processo de depuração de seu sistema político. Temos um Judiciário independente, um Ministério Público atuante, e órgãos do Executivo e do Legislativo que cumprem seu dever", declarou.
Temer abordou também alguns conflitos internacionais, como o entre Israel e Palestina e a guerra da Síria. Segundo o presidente, em um mundo “ainda tão marcado por ódios e sectarismos, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio mostraram que é possível o encontro entre as nações em atmosfera de paz e harmonia”.
O presidente elogiou o restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos e criticou o protecionismo agrícola patrocinado por diversos países.
Sobre a atual situação política brasileira, pós-afastamento de Dilma, Temer disse trazer às Nações Unidas uma mensagem de compromisso inegociável do país com a democracia. “O Brasil acaba de atravessar processo longo e complexo, regrado e conduzido pelo Congresso Nacional e pela Suprema Corte brasileira, que culminou em um impedimento. Tudo transcorreu dentro do mais absoluto respeito à ordem constitucional.”
“Temos clareza sobre o caminho a seguir: o caminho da responsabilidade fiscal e da responsabilidade social”, afirmou o presidente, ressaltando que a confiança já começa a se restabelecer-se e que um horizonte mais próspero começa a se delinear.
Temer aproveitou a oportunidade para convocar investidores estrangeiros a fazerem negócios com o Brasil. “Nosso projeto de desenvolvimento passa, principalmente, por parcerias em investimentos, em comércio, em ciência e tecnologia. Nossas relações com países de todos os continentes serão, aqui, decisivas."
O presidente enfatizou que o Brasil tem um Judiciário independente, um Ministério Público atuante e órgãos do Executivo e do Legislativo que cumprem seu dever. “Não prevalecem vontades isoladas, mas a força das instituições, sob o olhar atento de uma sociedade plural e de uma imprensa inteiramente livre”, disse Temer, pouco antes de apontar como tarefa atual do país a retomada do crescimento econômico, a fim de restituir empregos aos trabalhadores brasileiros.


PSDB, DEM, PMDB,SOLIDARIEDADE e PP fracassam ao tentar anistiar caixa 2

setembro 20, 2016
O fracasso de uma manobra ontem na Câmara é o retrato da decadência do atual Congresso Nacional. Na calada de uma noite de segunda-feira, de tocaia, sem alarde, deputados queriam aprovar uma proposta supostamente moralizante para anistiar investigados pela Lava Jato que temem as delações de executivos da Odebrecht. A ideia era criar um tipo penal específico para o caixa 2 eleitoral. Mas essa prática já é criminalizada no Brasil, seja como delito eleitoral, financeiro ou tributário. No eleitoral, está prevista em declaração falsa do candidato à Justiça. Como delito financeiro, que seria movimentar contabilidade paralela à oficial, também há punição. Nos dois casos, existe previsão de pena de até 5 anos de prisão mais multa. E ainda há punição a essa prática como crime tributário. Portanto, não falta lei no Brasil a respeito de caixa 2. Falta punição. Como o Ministério Público Federal lançou uma campanha de 10 medidas de combate à corrupção, algumas boas, outras ruins, os deputados tentaram pegar uma carona. Escolheram um projeto que já tramitava havia tempo,

Partidos envolvidos na tentativa de manobra para anistia de caixa 2


queriam criar um tipo penal específico de crime de caixa 2 eleitoral e travavam uma discussão sobre a necessidade de explicitar ou não por emenda que práticas do passado estariam anistiadas. Havia os que diziam que bastava criar o novo tipo penal para que o passado fosse perdoado porque a lei não retroage para punir, segundo um princípio do direito. Não é verdade. O passado poderia ser punido por essa legislação eleitoral, financeira e tributária que já trata da prática de caixa 2. Logo, provavelmente, a anistia teria de ser explicitada por meio de emenda. Esse episódio é mais um daqueles que mostram que a solução do problema da corrupção não seria criar mais leis e endurecer penas, mas aplicar a legislação vigente. Ou seja, dar a certeza de punição usando as leis atuais. Os articuladores da manobra foram os principais partidos da base de apoio do governo Temer: PMDB, PSDB, DEM e PP, entre outros coadjuvantes de outras legendas com interesse direto na matéria. Senadores também participaram da articulação. Há temor no Congresso em relação às delações de executivos da Odebrecht. Já foi divulgado um listão da empreiteira. Tucanos e democratas que vivem a criticar a
                                                          Câmara de Deputados :
                                               tentando manobrar a anistia de caixa 2



corrupção do PT articularam vivamente essa proposta de anistia direta ou indireta a quem praticou caixa 2 e está sendo investigado pela Operação Lava Jato. Muitos dos deputados que defendem a anistia dizem que os investigadores estariam exagerando, tentando transformar em crime de corrupção passiva uma prática de caixa 2. Ora, se isso for verdade, está errado. Os investigadores não podem carregar nas tintas. Se a Lava Jato está pesando a mão, seria uma burrice anistiar o caixa 2 do passado. Isso só estimularia que as práticas investigadas fossem consideradas crimes mais graves. No mensalão, advogados de petistas entraram defendendo a tese de mero caixa 2 e saíram do julgamento com seus clientes pagando por crimes mais graves. Esperteza quando é demais engole o dono. Mas, de volta à articulação montada ontem, ela mostrou que deputados quiseram carregar nas tintas da impunidade e aproveitaram esse clima de oba-oba das 10 medidas do Ministério Público para tentar passar a perna na opinião pública. Mas houve uma atuação firme de alguns deputados, sobretudo da Rede e do PSOL. Eles colocaram a boca no trombone e expuseram uma manobra que diz muito sobre os seus autores, que saíram de fininho ontem à noite e disseram que não sabiam como o jabuti havia subido na árvore.via KENNEDY ALENCAR 

MICHEL TEMER COMETE GAFE NA ONU, INFLA NÚMERO DE REFUGIADOS E CAUSA POLÊMICA.

setembro 19, 2016



Em seu primeiro discurso na Organização das Nações Unidas, nesta segunda-feira 19, em reunião sobre refugiados e imigrantes, Michel Temer incluiu 85 mil haitianos recebidos pelo Brasil depois do terremoto de 2010 e, com isso, inflou o número de refugiados aceitos pelo País.


Isso porque a convenção internacional sobre o assunto define como refugiados apenas pessoas que deixam seus países motivadas por perseguição racial, religiosa, política ou social, e não por desastres naturais, como foi o caso dos haitianos. Temer afirmou em seu discurso na reunião que, nos últimos anos, o Brasil recebeu 95 mil refugiados. Sem os haitianos, esse número seria de apenas 8,8 mil.
O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, negou que o governo tenha tentado inflar os números. Dados oficiais do próprio ministério, porém, contradizem a afirmação feita por Temer e apontam que o Brasil recebeu apenas 8,8 mil refugiados. Os haitianos possuem visto humanitário.
"Obviamente que não (houve tentativa de inflacionar os números), isso é algo correto. Os haitianos estão recebendo tratamento jurídico e social exatamente idêntico ao dos outros refugiados. Não é porque são da América Latina que eles não podem ter o mesmo tratamento. O presidente colocou muito bem esta questão, e citou exatamente o número de haitianos", afirmou Moraes. "Somente (existe confusão) talvez para vocês, para quem entende do assunto, não", completou, segundo relato do Globo. 

URGENTE : Assista o video de Eduardo Cunha hostilizado em Voo

setembro 19, 2016



Eduardo Cunha foi xingado e humilhado por uma passageira nessa segunda feira dia 19, enquanto embarcava no Avião.
Os demais passageiros aplaudiram a moça que dizia:
”Senhor Eduardo Cunha, muito obrigada por roubar o Brasil inteiro” (…) “Espero que o senhor apodreça na cadeia”.
Veja o vídeo de o Eduardo Cunha sendo Humilhado no Voo




                             



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Assista o vídeo na Integra 


República de Banana - Qual interpretação você daria a essa foto ?

setembro 19, 2016



é um termo pejorativo para um país, normalmente latino-americano, politicamente instável, submisso a um país rico e frequentemente com um governador corrompido e opressor. Sua economia é em grande parte dependente da exportação de um único produto limitado de recursos, tais como bananas.

https://conexaopol.blogspot.com.br/




  Sem maioria no Congresso, assim como Fernando Lugo, ex-presidente do país vizinho, Dilma foi obrigada a ceder o lugar para o vice decorativo. Para consolidar de vez a República de Bananas que é o Brasil, basta agora completar o serviço: tirar Lula do caminho que leva às eleições de 2018. 
Por José Cássio
Bastou um apartamento e dois barquinhos para que o ex-presidente fosse denunciado como comandante máximo de um esquema de corrupção. 
Mas, como tão bem lembrou Dilma sobre seus adversários na Câmara e no Senado, a biografia de nenhum deles resiste a uma simples pesquisa do Google. 
Comecemos com Antonio Anastásia, relator do processo do impeachment, que já fez uso das mesmas medidas pelas quais Dilma foi julgada: as pedaladas fiscais. Quando foi governador de Minas Gerais, entre 2010 e 2014, o tucano movimentou R$ 63,3 bilhões para realizar a manobra - enquanto a petista, na esfera federal, movimentou R$ 2,5 bilhões.

Foi citado pelo ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado, por ter solicitado R$ 1,5 milhão de propina para a campanha de um aliado em 2012. Segundo Machado, Temer tinha conhecimento de que os recursos fornecidos pela empreiteira Queiroz Galvão eram ilícitos e que seriam mascarados como doação oficial. Michel Temer, para não falar no processo do Porto de Santos, que o tornou inelegível por oito anos e que o DCM trouxe à tona com auxílio dos leitores http://migre.me/uZyG1, também está envolvido até as tampas na Lava Jato.
Eduardo Cunha, comparsa de Temer, tem uma lista extensa de acusações. Foi cassado por manter contas secretas na Suíça. 
É alvo de sete inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) e réu em dois processos originados da Lava Jato. Entre as acusações, estão o recebimento de US$ 5 milhões em propina, envolvimento num esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal, a negociação de emendas parlamentares, e por aí vai.
Renan Calheiros é outro cuja capivara vai daqui a Alagoas. Já foi acusado de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e crime ambiental.
Em 2003, usou um avião da FAB para se locomover de Maceió a Porto Alegre apenas para ver o casamento da filha. Anos mais tarde, seu nome voltou às manchetes por conta do escândalo envolvendo a jornalista Mônica Veloso, com quem o senador tem uma filha. Cláudio Gontijo, lobista da empreiteira Mendes Júnior, pagava pensão à Mônica. 

Recentemente, o STF abriu um inquérito para investigar o envolvimento de Renan e de Romero Jucá na venda de emendas a medidas provisórias relacionadas ao setor automotivo. Este é o 12º inquérito pelo qual Renan responde, sendo nove deles oriundos da Lava Jato.

O Capitão do mato Jucá também é escolado na corrupção. 
Na Operação Zelotes, que investiga um esquema no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF), é citado por ter recebido R$ 60 milhões junto com Renan. Jucá também recebeu propinas no âmbito da Lava Jato, de acordo com a delação de Ricardo Pessoa. Sem contar sua gestão questionável como presidente da Funai.
O falso moralista Aécio Neves, tão empenhado em derrubar Dilma após a derrota em 2014, seria, aspas para Sérgio Machado, "o primeiro a ser comido" se o Brasil se prontificasse realmente a pegar pelas pernas os corruptos, pois, de novo aspas para Machado, "todos conhecem o seu esquema". 
O senador e ex-governador de Minas, além de multi-delatado na Lava Jato, responde por improbidade administrativa em uma ação movida pelo Ministério Público Estadual. 
É investigado pelo desvio de R$ 4,3 bilhões da saúde e pelo não cumprimento do piso constitucional do financiamento do serviço público de saúde de 2003 a 2008, período no qual governou o estado.
A Lava Jato também revelou que a campanha de José Serra à Presidência, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira Odebrecht via caixa dois. 

De acordo com executivos da empresa, uma parte do dinheiro foi entregue no Brasil e a outra depositada em contas no exterior.
Eliseu Padilha, braço direito, esquerdo, duas pernas, cérebro e coração de Temer, é acusado de ordenar um pagamento superfaturado na época do governo FHC, quando era ministro dos Transportes. 
O extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER) pagou um precatório de R$ 2,3 milhões, valor estabelecido em decisão extrajudicial. O Ministério Público, no entanto, avalia que o valor da dívida, referente ao uso de um prédio por 82 dias, devia ser de R$ 185 mil. Documentos apontam que Padilha foi o mandante desse pagamento. 
Aloysio Nunes teve seu nome incluído num inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF), na delação do empreiteiro de Ricardo Pessoa, da UTC.
Cássio Cunha Lima, um dos mais exaltados no Senado, foi condenado, em 2006, pelo Tribunal Superior Eleitoral por conta de gastos excessivos em publicidade quando era governador e disputava a reeleição. Foi cassado em 2009, acusado de desvios de recursos e compra de votos.
Logo se vê que a história que a gente aprendeu a ouvir na Paulista de que "primeiro tiramos Dilma e, depois, tiramos o resto" é mais fantasiosa que conto de fadas. 
A corrupção não é foco, e sim pano de fundo. 
O foco é Lula - com ele fora de combate, tudo voltará a ser como antes na República dos Bananas. 





ENQUETE PÚBLICA - Aumento de Salário dos Ministros do STF.

setembro 18, 2016




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Com a crise: Você é a favor ou contra do aumento de 16% no salário dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil?


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (3) projeto de lei que aumenta os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que resultará na definição do novo teto para o funcionalismo público. O texto (PLC 27/2016) eleva os subsídios mensais dos ministros em 16,38%, dos atuais R$ 33,7 mil para R$ 36,7 mil a partir de 1º de junho de 2016, passando a R$ 39,2 mil a partir de janeiro de 2017. O texto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
A comissão adiou a votação do projeto de aumento salarial para o procurador-geral da República (PLC 28/2016), com ganhos mensais fixados no mesmo patamar definido para os ministros do STF.
O reajuste salarial dos ministros do STF chegou ao Senado, após a aprovação pela Câmara dos Deputados, junto com 13 outras propostas de correção salarial para servidores públicos. Ao aprovar a proposta, a comissão rejeitou voto em separado do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) contra os aumentos para os ministros do Supremo e para o procurador-geral da República.


Ferraço mostrou preocupação especial com o reajuste proposto para o Supremo, com reflexos nos subsídios pagos a todos os membros da magistratura federal e estadual e ministros e conselheiros dos tribunais de contas.
O reajuste dos ministros da Suprema Corte normalmente também abre espaço para aumentos nos salários de deputados e senadores, deflagrando reajustes nos ganhos de deputados estaduais e vereadores. A elevação do teto salarial federal também gera aumento do teto adotado pelos estados.
O projeto de reajuste dos ministros do STF foi relatado, com voto favorável, pelo senador José Maranhão (PMDB-PB), que preside a CCJ. A relatoria do projeto referente ao aumento do procurador-geral da República, também com voto pela aprovação, coube ao senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Ódio dos coxinhas nas Redes :Um absurdo que ponto chega a humanidade

setembro 16, 2016

A ignorância humana 

A coisa está tão absurda que não há como não recordar os judeus e a perseguição que sofreram até descambar no maior genocídio da história recente. Não é devaneio. Nem complexo de perseguição. Basta você, que não seja, ou que ainda não tenha se transformado num coxinha incapaz de ver do lado, assistir à qualquer película sobre aquele espetáculo de preconceito e crueldade insana, para que a comparação com os primeiros passos da ofensiva contra aquele povo se estabeleça. Guardadas as diferenças várias que possam ser (e seriam) alinhavadas, fica a sensação de uma perseguição que já se mostra evidente, tão odiosa quanto insana, tão pretensiosa quanto ignorante, e tão patética quanto bestial.


O coxinha imbecil agride quem veste vermelho (por ora verbalmente), quem votou em Lula e Dilma, ou é, ou foi, autoridade desse governo, mesmo no exercício da vida privada. O desgraçado ameaça de morte apresentador de TV por emitir opinião contrária à dele, no caso ao impeachment da presidenta, contra a qual não há o mais mínimo indício de desonestidade (ainda houvesse teria direito de opinar e não ser ameaçado, muito menos de morte); manda-a tomar no c… em rede internacional de televisão, pro mundo inteiro testemunhar sua baixeza; confecciona ou põe em seu veículo adesivo pornográfico que a retrata, risonha, sendo f… por uma mangueira de posto de combustível. Esse tipo atira bomba no Instituto Lula, enquanto calhordas da mídia grande, pagos para isto, relevam o ato, como se se tratasse da bolinha de papel jogada no Serra — acerca da qual, entretanto, fizeram à época um alarde patético —, e as autoridades persecutórias do estado preferem prender quem já está preso, desde que seja o mais próximo possível do alvo certo e determinado, aquele que se deixarem politicamente vivo vencerá as próximas eleições.



A alcunha coxinha nasceu como uma piada criada na disputa eleitoral para tirar onda com os eleitores que repetem o que a mídia grande diz. Em princípio não seriam traficantes do ódio. Como não o seriam os primeiros destinatários do antissemitismo da propaganda nazista.
Mas, como lá, as crias midiáticas começam a se transformar numa espécie perigosa. Elas destilam ódio. E todos lhe são destinatários, basta entendam que o governo legitimamente eleito pela maioria do povo brasileiro deva concluir o seu mandato.
O coxinha do ódio é assim. Não tem graça. Não conhece história. Se conhecesse, começaria a pensar. Porque petista (ou quem quer que como tal seja marcado) não é judeu.


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