Michel Temer - Orienta empresários para contratar formados com diploma do Exterior.

agosto 27, 2016

Michel Temer pede à indústria prioridade para contratar quem estudou no exterior



Assista o vídeo 


O presidente da República em exercício, Michel Temer, aproveitou um discurso a um grupo de empresários na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para pedir a eles que deem "preferência" a contratações de pessoas formadas no exterior.

Temer falou aos empresários em uma reunião fechada, sem a presença da imprensa. Depois, a assessoria da Presidência divulgou a transcrição do discurso.
Em um trecho do discurso, Temer mencionava o programa Ciência Sem Fronteiras. Na avaliação do presidente em exercício, em razão da "situação dramática" que o país vive na economia, muitos vão estudar no exterior e, quando retornam ao Brasil, não conseguem emprego.
"Evidentemente, nas suas empresas e empresas outras que forem conectadas com os senhores, se puderem dar preferência muitas vezes àqueles que se formaram no exterior porque estes, queremos ou não, talvez venham bem formados, com informações tecnológicas que auferiram no exterior", afirmou Temer.

Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 29 de junho, o nível de desemprego no país ficou em 11,2% - referente ao trimestre encerrado em maio -, o equivalente a 11,4 milhões de pessoas desocupadas.
Como tem feito nos discursos recentes, Temer voltou a dizer que o primeiro direito dos cidadãos é o emprego e "não há nada mais indigno" do que uma pessoa ficar desempregada.
"Eu encontro desempregados nas minhas andanças por aí, e desempregadas, que estão, digamos assim, sentindo-se excluídos da cidadania, em uma situação de absoluta indignidade, o que é incompatível com o texto constitucional", declarou o presidente em exercício no discurso na CNI.
Segundo Temer, é preciso "prestigiar" a iniciativa privada, porque os empresários têm a capacidade de ampliar os negócios e empregar pessoas.
"E nós estamos pautados também por essa ideia da dignidade constitucional da pessoa humana, que é outra determinação do nosso texto fundamental do Estado", acrescentou.
Meta fiscal
Aos empresários, Temer aproveitou para citar o anúncio, pelo governo, da revisão da meta fiscal de 2017, apresentada nesta quinta (7), que prevê um déficit de R$ 139 bilhões nas contas públicas no ano que vem. Segundo Temer, é "evidente" que não seria possível zerar o rombo em 2017, uma vez que, neste ano, o governo estima um déficit de R$ 170,5 bilhões nas contas.
Na avaliação do presidente em exercício, o valor de R$ 139 bilhões foi "muito bem articulado" pela equipe econômica do governo, e vai exigir a venda de ativos e a aprovação da proposta enviada pelo governo ao Congresso que limita o aumento dos gastos públicos à inflação do ano anterior.
Pelas estimativas da equipe econômica, o romo fiscal poderia ser de R$ 194 bilhões, mas o governo trabalha com a meta de arrecadar R$ 55 bilhões por meio da venda de ativos, outorgas, concessões e privatizações.

Dilma não é Ré, é Vitima!

agosto 27, 2016
Na reta final do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff, aliados da petistas se esforçam para virar o jogo que parece ganho para os que defendem que o presidente em exercício, Michel Temer, seja efetivado no cargo. 
A senadora Vanessa Grazziotin Defensora da ideia de que há um golpe parlamentar em curso no País,acredita que a sociedade está conseguindo identificar aqueles que estão viabilizando a ruptura democrática. Para ela, isso pode trazer uma mudança no voto dos parlamentares indecisos que não querem estar associados a essa ideia.
A senadora não esperava que o impeachment chegaria a este ponto — “infelizmente o tempo foi mostrando que eles [oposição] estavam muito unidos em torno do objetivo”. Segundo ela, Dilma chega ao Senado como vítima e não como ré, como foi notificada.
Se efetivado o impeachment, a senadora acredita que começa "o suplício do Brasil".

HuffPost Brasil: A senhora imaginou que chegaria a este ponto?
Vanessa Grazziotin: Imaginava que a gente ia barrar antes [o impeachment]. Imaginei que a gente ia conseguir estancar o processo, mas infelizmente o tempo foi mostrando que eles estavam muito unidos em torno do objetivo.
O que deu errado?
Acho que agora estamos fazendo tudo que pode para ver o que conseguimos mudar. Estamos muito esperançosos, com o passar do tempo. Estamos conseguindo mostrar que eles não vão poder se esconder da sociedade, não vão conseguir deixar de ser identificados como os que viabilizaram o golpe parlamentar no País. Isso pode trazer uma mudança importante.
Um das apostas é o discurso de segunda-feira da presidente afastada. O que pode ter de novidade?
Acho que ela vai dar um show falando a verdade, falando do coração, do seu conhecimento. Ela foi notificada como ré, ela não é ré, ela é vítima, por isso eles não querem que ela venha.
Ela deveria vindo antes?
Na minha opinião, eu se fosse ela, teria vindo. Mas não acho que foi errado ela não ter vindo. Ela pensou exatamente nisso: agora vou falar para 21, lá no Plenário serão 81. Ia falar para 21 em uma decisão que posteriormente será de 81.
A senhora acredita que os bate-bocas e as manobras no Senado podem fragilizar o processo?
Tudo que acontece vai agregar uma decisão final. Creio que a postura dos aliados de Temer está mais nos ajudando, com destempero, sendo agressivos. Não pode chegar e xingar as pessoas. Aí argumentam que a senadora Gleisi Hoffmann generalizou, mas nem por isso podem reagir com ataques. Acho que ela se inclui quando diz que boa parte dos senadores não tem moral. Veja a condição do Brasil. É de conhecimento de todos, estamos em um País hoje onde quase nenhum parlamentar escapou de estar presente em uma lista, os partidos estão lá dizendo que receberam caixa dois e a presidente está sendo tirada por ter editado três decretos, por ter mantido o Plano Safra? Seria crime se ela não tivesse deixado aplicar um plano que a lei manda aplicar. Eles estão fugindo do debate.
Os dilmistas apostavam no apoio popular para pressionar os parlamentares, mas as manifestações foram murchando, por quê?
Acho que a população está meio decepcionada com ela própria. Aquele monte de gente que foi para a rua, foi para a rua dizendo "eu não queria Dilma", mas também não disse que queria Temer. Aí a população está vendo que o resultado é isso que estamos vivendo. Estão todos muito decepcionados.
E se o impeachment for confirmado?
                                                                                       




O choro é livre - Bolsoneca

agosto 27, 2016

A língua é o chicote do... Deus castiga,.

agosto 26, 2016

Baú de Maldades de Temer -Ele quer que você se aposente com 70 anos.

agosto 26, 2016
Michel Temer quer que você  se aposente somente aos 70 anos. 




        "A proposta de reforma da Previdência que o governo do presidente em exercício Michel Temer vai enviar ao Congresso pode prever a adoção da idade mínima para aposentadoria em duas etapas. Ao final delas, o trabalhador precisará ter completado 70 anos para ter direito ao benefício integral. Num primeiro momento, está cristalizada a idade mínima de 65 anos para homens e um pouco menos para as mulheres (provavelmente, 62). O período de transição para adoção da medida será de 15 anos para eles e um tempo maior, ainda não estipulado, para elas", diz o texto. "Depois de instituída a idade mínima de 65 anos, haverá um intervalo de dez anos sem mudança na exigência e, em seguida, será fixada a nova faixa de idade, de 70 anos para ambos os sexos, mas com período de transição maior para as mulheres."
A reportagem, no entanto, trata Temer até como um presidente caridoso, uma vez que o tempo de transição para professores e professoras seria maior. “Seria uma amostra de maior consideração com a educação”, afirmou um interlocutor do presidente. 
Temer se aposentou aos 55 anos e recebe aposentadoria de R$ 30.613,24, segundo informações do Portal da Transparência do governo do estado de São Paulo.





A História vai se lembrar... Os "Juízes" de agora serão os condenados amanhã

agosto 26, 2016


No Congresso, os deputados endossaram os militares e clamavam pela renúncia
presidencial,alegando que Getúlio não tinha mais "condições de governar".


Os militares liderados pelo brigadeiro Eduardo Gomes, candidato derrotado por Getúlio nas eleições de 50, lançaram um manifesto exigindo a renúncia do presidente e ameaçando apelar às armas. 
Em, 24 de agosto de 1954, Vargas é encontrado morto em seu quarto no palácio do Catete. 

O cortejo que acompanhou o seu corpo do palácio do Catete ao aeroporto Santos Dumont (trasladado para São Borja, no Rio Grande do Sul) reuniu a maior multidão da história do Rio de Janeiro.

O suicídio de Getúlio, com o consequente clamor popular, adiou os planos golpistas por uma década.

O país inteiro quedou em estado de choque. Ninguém esperava por aquele desfecho para a crise que se abatera como uma nuvem negra sobre o governo, apesar de o próprio Getúlio ter dito, dias antes, com todas as letras: “Só morto sairei do Catete”.

  


  A imprensa brasileira tem as seguintes Manchete: "O Globo": "Fugiu Goulart e a democracia está sendo restaurada". O "Estadão", como sempre, foi além: "Vitorioso o movimento democrático". Essa foi a tônica do conjunto da imprensa brasileira.
Em 1964, as mesmas forças dos poderosos se voltaram contra João Goulart. Em um comício  histórico  na Central da Brasil, em 13 de março, onde o presidente anunciou profundas reformas populares. A reação foi rápida.  Marcha da Família com Deus contra a "ameaça comunista",que levou uma multidão às ruas contra Jango.
 A legitimação do golpe pelo Legislativo foi completada pelo deputado Ranieri Mazzilli, que apoiou o Ato Institucional 1, passando o poder ao general Castello Branco e dando ares constitucionais à ditadura que se iniciava.




   Aos senadores que votarem pelo golpe, prováveis irão vencer, mas  lhes restará o repúdio das gerações futuras serão marcados para sempre  da história.


Afinal, Getúlio é tido hoje como um dos maiores líderes políticos de nossa história. E Lacerda não é nada mais que um golpista abjeto. Jango é lembrado pelo compromisso com o povo, expresso nas reformas de base. Já os militares que o golpearam estão marcados eternamente como responsáveis por um dos períodos mais sombrio da história brasileira.


o julgamento que se inicia hoje tem cartas marcadas.  Por todas essas razões, históricas e atuais, Dilma provavelmente será deposta de seu cargo que foi eleita democraticamente 54 milhoes de votos. 


                                                                  Dilma Julgado 21 anos depois 

 Michel Temer representar o mesmo grupo na história que não aceitou o resultados das urnas ou avanços dos benefícios aos trabalhadores. 

O programa de Presidente interino é desmontar a CLT, a previdência e liquidar os investimentos sociais. O que está em questão é desfazer de uma só vez o pacto da Constituição de 88 - com sua rede de proteção social - e o pacto lulista de 2003, que inclui a agenda de programas sociais e de investimento público. Um projeto como esse jamais passaria pelo crivo das urnas. Só pode tornar-se realidade pela via de golpe moderno.

O julgamento que se inicia hoje tem cartas marcadas.  Por todas essas razões, históricas e atuais, Dilma provavelmente será deposta de seu cargo que foi eleita democraticamente 54 milhoes de votos. 


     Carta de Getúlio Vargas 

    “Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.
Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci.

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Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo.

                                                            Povo rezou pelo presidente Getúlio.

A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a Justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios.
Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o povo seja independente.
Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo e renunciando a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser o meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos.
Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação.
Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com perdão. E aos que pensam que me derrotam respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo, de quem fui escravo, não mais será escravo de ninguém.
Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue terá o preço do seu resgate.
Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.”


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O Congresso brasileiro, portanto, tem a tradição de apoiar golpes. Os pretextos foram mudando de nome com o tempo: em 54 era o "mar de lama" ou a rua Tonelero; em 64 era o risco da "república sindicalista"; hoje se chama "pedalada fiscal". Ninguém acredita muito neles, no fundo todos sabem que as razões são de outra ordem, mas afinal é da natureza dos golpes que não se assumam como tal.

As verdadeiras razões estão quase sempre ligadas a interesses econômicos. Em 54, tratava-se de interromper o "populismo" varguista, que havia acabado de dobrar o valor do salário mínimo e nacionalizado o petróleo com a criação da Petrobras. Em 64, a questão era barrar as reformas propostas por Jango, que até hoje continuam pendentes e necessárias.


                                              A historia repete- se a comparação é mera coincidência 

No New York Times! O mundo todo sabe que é golpe!

agosto 26, 2016

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