Em entrevista exclusiva à âncora da CNN Internacional, Christiane Amanpour, a presidente Dilma Rousseff revelou que se sente injustiçada com o processo de impeachment movido contra ela no Senado; "Eu estou realmente triste, porque eu acho que a pior coisa para qualquer ser humano é ser vítima de injustiça. E eu estou sendo vítima do processo de impeachment atual", afirmou Dilma; ela lembrou que a maioria dos líderes que encabeçaram o impeachment são citados ou respondem por atos de corrupção; "Principalmente o presidente da Câmara [Eduardo Cunha]", lembrou; Dilma lamentou também a possibilidade de não liderar o País na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio; "É justo dizer, temos feito um grande esforço para a realização dos Jogos. Eu gostaria muito de participar no processo Olímpico, porque ajudei a construir esse esforço desde o primeiro dia”
'Brazilian policy is Game of Thrones', says French bankUntil
another day Brazilian political novel was - thoroughly, in fact -
compared to "House of Cards," the series from Netflix that the vice
president conspires the highest office of the Republic. But the list of players that can "die" at any time made the comparison to climb a few rungs on the gore scale."In
Brazilian saga, as well as Game of Thrones, do not get attached to the
characters," says the French bank Natixis. The report, which refers to
the author's habit of saga, George RR Martin, killing its main
characters. Is signed by economists Juan Carlos bowled, Yuze Yuan and Nicolas Castex.
According to them, after passing handily in the House, the impeachment
of President Dilma Rousseff should also continue in the Senate.
Jon Snow, one of the main characters in Game of Thrones Photo: Playback / HBO / The Financier
The expectation is that the vote, which can ward off Dilma for 180 days happen on the 11th of May. Surveys show that the number of favorable votes to preventing
increases slowly and now stands at 51, while 41 are needed, against 21
senators contrary, the survey of Folha de S.Paulo.Still,
remember Natixis, the recession and widespread corruption throughout
the political class strengthened an opposite movement to any savior. And besides, President Dilma, who still enjoyed a relatively clean
image, dug his own grave when choosing the wrong economic policies and
acting arrogantly.What's next?Economists
point out that at this time the political game, the idea to resist
impeachment with the logic call it coup seems a bit late. "One scenario that seems to be gaining ground is that of a new election (with 2014 canceled)," said the bank.In
this alternative, says Natixis, both former President Luiz Inacio Lula
da Silva (PT) and former Senator Marina Silva (Network) seem to have
advantage. "The lack of legitimacy of the new president [Michel Temer] reinforces
the likelihood of new elections, which suggests that the series is not
over", say the economists.For Natixis, regardless of who stick to the iron throne, one thing is
certain: interest rate cuts will be needed to reignite growth as fiscal
adjustment is an outstanding issue.Policy'Brazilian policy is Game of Thrones', says French bank Until
another day Brazilian political novel was - thoroughly, in fact -
compared to "House of Cards," the series from Netflix that the vice
president conspires the highest office of the Republic. But the list of players that can "die" at any time made the comparison to climb a few rungs on the gore scale."In
Brazilian saga, as well as Game of Thrones, do not get attached to the
characters," says the French bank Natixis. The report, which refers to
the author's habit of saga, George RR Martin, killing its main
characters. Is signed by economists Juan Carlos bowled, Yuze Yuan and Nicolas Castex.
According to them, after passing handily in the House, the impeachment
of President Dilma Rousseff should also continue in the Senate.know more
Politics in Brazil is more 'Walking Dead' than 'House of Cards', says 'FT'
"Some candidates in the US seem fictional characters," says Kevin SpaceyJon Snow, one of the main characters in Game of ThronesJon Snow, one of the main characters in Game of ThronesPhoto: Playback / HBO / The FinancierThe expectation is that the vote, which can ward off Dilma for 180 days happen on the 11th of May. Surveys show that the number of favorable votes to preventing
increases slowly and now stands at 51, while 41 are needed, against 21
senators contrary, the survey of Folha de S.Paulo.Still,
remember Natixis, the recession and widespread corruption throughout
the political class strengthened an opposite movement to any savior. And besides, President Dilma, who still enjoyed a relatively clean
image, dug his own grave when choosing the wrong economic policies and
acting arrogantly.What's next?Economists
point out that at this time the political game, the idea to resist
impeachment with the logic call it coup seems a bit late. "One scenario that seems to be gaining ground is that of a new election (with 2014 canceled)," said the bank.In
this alternative, says Natixis, both former President Luiz Inacio Lula
da Silva (PT) and former Senator Marina Silva (Network) seem to have
advantage. "The lack of legitimacy of the new president [Michel Temer] reinforces
the likelihood of new elections, which suggests that the series is not
over", say the economists.For Natixis, regardless of who stick to the iron throne, one thing is
certain: interest rate cuts will be needed to reignite growth as fiscal
adjustment is an outstanding issuevia: Earth Portal
'Política brasileira é Game of Thrones', diz banco francês
Até outro dia a novela política brasileira era — exaustivamente, aliás —
comparada a "House of Cards", a série da Netflix em que o
vice-presidente conspira pelo cargo mais alto da República. Mas a lista
de protagonistas que podem "morrer" a qualquer momento fez com que a
comparação subisse alguns degraus na escala de sanguinolência.
"Na saga brasileira, assim como em Game of Thrones, não se apegue aos
personagens”, avalia o banco francês Natixis. O relatório, que faz
referência ao hábito do autor da saga, George R. R. Martin, de matar
seus personagens principais. é assinado pelos economistas Juan Carlos
Rodado, Yuze Yuan e Nicolas Castex. Segundo eles, após passar com folga
na Câmara, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff também
deve prosseguir no Senado.
Jon Snow, um dos personagens principais de Game of Thrones
Foto: Reprodução/ HBO / O Financista
A expectativa é de que a votação, que pode afastar Dilma por 180 dias
aconteça no próximo dia 11 de maio. Levantamentos apontam que o número
de votos favoráveis ao impedimento aumenta lentamente e já chega a 51,
enquanto são necessários 41, frente 21 senadores contrários, no
levantamento da Folha de S.Paulo.
Ainda assim, lembra o Natixis, a recessão e a corrupção espalhada por
toda a classe política fortaleceram um movimento contrário a qualquer
salvador da pátria. E, além disso, a presidente Dilma, que ainda gozava
de uma imagem relativamente limpa, cavou a sua própria cova ao escolher
políticas econômicas equivocadas e ao agir de maneira arrogante.
O que vem por aí?
Os economistas ressaltam que, neste momento do jogo político, a ideia
de resistir ao impeachment com a lógica de chamá-lo de golpe parece um
pouco tardia. “Um cenário que parece estar ganhando terreno é o de uma
nova eleição (com a de 2014 anulada)”, ressalta o banco.
Nesta alternativa, aponta o Natixis, tanto o ex-presidente Luiz Inácio
Lula da Silva (PT) e a ex-senadora Marina Silva (Rede) parecem ter
vantagem. “A falta de legitimidade do novo presidente [Michel Temer]
reforça a probabilidade de novas eleições, o que sugere que a série
ainda não acabou”, destacam os economistas.
Para o Natixis, independentemente de quem ficar com o trono de ferro,
uma coisa é certa: cortes de juros serão necessários para reacender o
crescimento enquanto o ajuste fiscal é uma questão pendente.
Lula venceria eleição Pesquisa Vox Populi revela que o ex-presidente Lula (PT) chega a liderar com 29% as intenções de voto para presidente >>> http://goo.gl/AuorSy
A
ex-presidente da Argentina denunciou o golpe que o Brasil vem sofrendo
com ajuda de um monopólio mídiatico farsante. Democratizar a
comunicação é essencial para a pluralidade de opinião.
#OcupeaPolítica - #ForaCunha#TemerNão
A Rua é Nossa Casa! Nesta sexta, 29 de abril, às 18h, o PSOL Rio de Janeiro
e sua bancada estará na Cinelândia para uma conversa pública com a
sociedade. O evento terá a presença dos três deputados federais
fluminenses, Chico Alencar, Jean Wyllys e Glauber Braga. Marcelo Freixo
será o mestre de cerimônia. O evento acontece em frente às escadarias
da Câmara de Vereadores, local histórico da esquerda carioca. Toda a
bancada de deputados estaduais e vereadores cariocas estará presente.
Confirme sua presença no evento e convide seus amigos:
O ator José de Abreu foi direto ao ponto em entrevista ao Domingão do
Faustão: “Como se dizia lá no futebol: pode tudo, só não pode juiz
ladrão. Com juiz ladrão acaba o jogo", disse. Veja como foi: http://bit.ly/1SDLSYi
Luciana Temer, filha do vice - presidente Michel temer, vem se demonstrando receosa quanto o processo de impeachment da presidente Dilma, já que não seria algo "positivo a estabilidade do Pais". O impeachment não é bom e nem lugar do mundo, 24 anos e um tempo muito curto de sustenção a democracia.
A afirmação foi feita alunos de curso de direito da PUC SP, onde luciana Temer leciona cerca de 20 anos.
O processo, porem, tem bases legais e jurídica não podendo ser chamado de GOLPE
Brasil cai no índice de liberdade de imprensa, agora 104 .O
Organização Internacional Repórteres sem Fronteiras rebaixou a posição
do Brasil em Seu escalão da Liberdade de Imprensa: de 99º parágrafo
104º. Um dos Motivos Para A Queda E a parcialidade da Mídia brasileira, principalmente na cobertura da crise Política:
"De Maneira POUCO velada, um grande Mídia nacional instou O Público a derrubar a presidenta Dilma Rousseff. Via: Repórteres Sem Fronteirasa continuação dos conflitos de interesse na mídia brasileira e um
nível muito preocupante de violência contra jornalistas ter causado
Brasil a cair mais cinco lugares no World Press Freedom Index 2016,
publicado hoje pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF).O
Brasil está agora classificado para fora 104 dos 180 países, uma
posição claramente indignos de um país destinado a ser um modelo
regional. Foi classificado em 58º em 2010.Por que isso aconteceu? A
razão mais importante é o aumento da violência contra jornalistas e uma
falta de vontade política ao mais alto nível para proteger os
jornalistas de forma eficaz. Bem como a queda no ranking, indicador de desempenho do Brasil, que
mede o nível de violações de liberdade de imprensa, subiu de 25,78 em
2014 para 31,93 em 2015 - uma deterioração significativa.O gigante latino-americano permanece, no entanto, à frente de alguns
de seus vizinhos regionais como o Equador (109), Guatemala (121),
Colômbia (134), Venezuela (139), México (149) e Cuba (174).No
Brasil, uma recessão econômica e instabilidade política reforçaram os
principais obstáculos à liberdade de imprensa e o clima de hostilidade
contra os jornalistas. Ao mesmo tempo, propriedade da mídia continua a ser concentrado nas
mãos de famílias industriais líderes ligados à classe política.O
problema dos "coronéis", do Brasil, que RSF descritos em 2013, no seu
relatório, "O país de 30 Berlusconis", continuou inabalável. Os
chamados "coronéis" são geralmente grandes proprietários de terras ou
industriais que também são legisladores ou governadores de estado e que
controlam opinião de tomada em suas regiões porque, direta ou
indiretamente, possuem vários meios de comunicação locais. Como resultado, os meios de comunicação são fortemente dependentes dos centros de poder econômico e político.cobertura da mídia brasileira da atual crise política do país tem destacado o problema. De
uma forma velada, os principais meios de comunicação nacionais têm
exortou o público a ajudar a derrubar a presidente Dilma Rousseff. Os jornalistas que trabalham para estes grupos de mídia são claramente
sujeitos à influência de interesses particulares e partidários, e esses
conflitos permanentes de interesses são claramente muito prejudicial
para a qualidade de suas reportagens.queda do Brasil no Índice é também o resultado da falta de um
mecanismo nacional para proteger os jornalistas em perigo e para
combater a impunidade prevalecente para crimes de violência contra
jornalistas, o que é facilitado pela corrupção onipresente.Com
sete jornalistas assassinados só em 2015, o Brasil continua sendo um
país terceiro mais mortal do hemisfério ocidental para o pessoal da
mídia, depois do México e Honduras. Todos eles estavam investigando temas sensíveis, como a corrupção eo crime organizado.firme do crime organizado em certas regiões longe de qualquer grande
cidade faz cobrindo esses assuntos em particular complicado lá, enquanto
a falta de punição a maioria dos assassinatos de jornalistas incentiva a
sua recorrência.Finalmente,
não houve trégua na crescente problema da violência policial militar
contra jornalistas durante as manifestações de rua, um problema que
começou em 2013. Os jornalistas brasileiros e estrangeiros que cobrem as
manifestações são frequentemente insultados, ameaçados ou detidos
arbitrariamente. Eles também são muitas vezes directamente visados pelos
manifestantes, que os identificam com os proprietários dos meios de
comunicação em que trabalham.Publicado anualmente pela RSF desde 2002, a Imprensa Índice Mundial de
Liberdade mede o nível de liberdade disponível para jornalistas em 180
países, utilizando os seguintes critérios - o pluralismo, independência
meios de comunicação, ambiente de mídia e auto-censura, ambiente
legislativo, de transparência, de infra-estrutura e abusos.Ir para o site RSF para saber mais sobre o World Press Index 2016 Liberdade e o método utilizado para compilá-lo.
Brazil falls in Press Freedom Index, now 104th .O organização internacional Repórteres sem Fronteiras
rebaixou a posição do Brasil em seu ranking de liberdade de imprensa:
de 99º para 104º. Um dos motivos para a queda é a parcialidade da mídia
brasileira, principalmente na cobertura da crise política:
"De maneira pouco velada, a grande mídia nacional instou o público a derrubar a presidenta Dilma Rousseff.
Via: REPORTERS WITHOUT BORDERS
Continuing
conflicts of interest in the Brazilian media and a very disturbing
level of violence against journalists have caused Brazil to fall another
five places in the 2016 World Press Freedom Index, published today by
Reporters Without Borders (RSF).
Brazil is now ranked 104th out of 180 countries, a position clearly
unworthy of a country meant to be a regional model. It was ranked 58th
in 2010.
Why has this happened? The most important reason is increasing
violence against journalists and a lack of political will at the highest
level to protect journalists effectively. As well as the fall in the
rankings, Brazil’s performance indicator, which measures the level of
media freedom violations, rose from 25.78 in 2014 to 31.93 in 2015 – a
significant deterioration.
The Latin American giant nonetheless remains ahead of some of its
regional neighbours such as Ecuador (109th), Guatemala (121st), Colombia
(134th), Venezuela (139th), Mexico (149th) and Cuba (174th).
In Brazil, an economic recession and political instability have
reinforced the main obstacles to media freedom and the climate of
hostility towards journalists. At the same time, media ownership
continues to be concentrated in the hands of leading industrial families
linked to the political class.
The problem of Brazil’s “colonels,” which RSF described in 2013 in its report, “The country of 30 Berlusconis,”
has continued unabated. The so-called “colonels’ are usually major
landowners or industrialists who are also legislators or state governors
and who control opinion-making in their regions because, directly or
indirectly, they own several local media outlets. As a result, the media
are heavily dependent on the centres of economic and political power.
Brazilian media coverage of the country’s current political crisis
has highlighted the problem. In a barely veiled manner, the leading
national media have urged the public to help bring down President Dilma
Rousseff. The journalists working for these media groups are clearly
subject to the influence of private and partisan interests, and these
permanent conflicts of interests are clearly very detrimental to the
quality of their reporting.
Brazil’s fall in the Index is also the result of the lack of a
national mechanism for protecting journalists in danger and for
combatting the prevailing impunity for crimes of violence against
journalists, which is facilitated by the ubiquitous corruption.
With seven journalists murdered in 2015 alone, Brazil continues to be
the western hemisphere’s third deadliest country for media personnel,
after Mexico and Honduras. All of them were investigating sensitive
subjects such as corruption and organized crime.
Organized crime’s firm hold on certain regions far from any major
city makes covering these subjects particular complicated there, while
the failure to punish most murders of journalists encourages their
recurrence.
Finally, there has been no let-up in the growing problem of military
police violence against journalists during street demonstrations, a
problem that began in 2013. Both Brazilian and foreign journalists
covering demonstrations are often insulted, threatened or arbitrarily
detained. They are also often directly targeted by demonstrators, who
identify them with the owners of the media they work for.
Published annually by RSF since 2002, the World Press Freedom Index
measures the level of freedom available to journalists in 180 countries
using the following criteria – pluralism, media independence, media
environment and self-censorship, legislative environment, transparency,
infrastructure, and abuses.
Go to the RSF website to find out more about the 2016 World Press Freedom Index and the method used to compile it.
Parlamentares querem que primeiro a Câmara analise processo de impeachment de Temer.
Senadores pedem que Renan Calheiros suspenda o julgamento para que Dilma e Temer sejam julgados conjuntamenteFabio Rodrigues Pozzebom/08.03.2016/Agência Brasil
Na sessão prevista para eleger na tarde desta segunda-feira (25) os 42 integrantes da Comissão Especial do Impeachment do Senado,
um grupo de senadores independentes vai apresentar em plenário
questionamento ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), para
que suspenda o julgamento da presidente Dilma Rousseff até que a Câmara
aprecie o pedido de autorização para processar o vice-presidente Michel
Temer.
A intenção do grupo, conforme a minuta da questão de ordem que será
formulada a reportagem teve acesso, os senadores defendem que presidente
e vice sejam julgados conjuntamente. Leia mais notícias de Brasil e Política
"Requeremos ao senhor presidente do Senado Federal o recebimento e
acatamento a presente questão de ordem, para determinar a suspensão do
julgamento do processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff até
que haja pronunciamento da Câmara sobre a admissibilidade de denúncia
por infração de mesma ordem praticada pelo vice-presidente. Ocasião em
que se decidirá pela necessidade de julgamento em conjunto de ambas as
autoridades", diz o documento. Comissão do Senado será instalada esta semana
No questionamento, os senadores argumentam que Dilma e Temer são
implicados nos mesmos fatos, não tendo justificativa para julgar o da
presidente e procrastinar o do vice. Eles citam pesquisas com
entrevistados que apontam que a maioria da população defende como
solução para a crise política a realização de novas eleições. Impeachment deve ser decidido no dia 12 de maio
Os independentes sustentam que, sem uma manifestação de Renan, é preciso
sanar o "defeito" para não viciar de forma "absoluta e grosseira" o
julgamento de Dilma. Para eles, uma ação dessas justificará o rótulo de
golpe parlamentar. Dizem que não juntá-los é criar um "diferencial e uma
suspeita" no procedimento. 62% dos brasileiros querem novas eleições presidenciais
Subscrevem o pedido os senadores João Capiberibe (PSB-AP), que fará o
questionamento em plenário, Cristovam Buarque (PDT-DF), Lídice da Matta
(PSB-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Paulo Paim (PT-RS), Walter
Pinheiro (sem partido-BA) e Roberto Requião (PMDB-PR). Cunha
No pedido, o grupo disse que não defende Dilma, mas sim um julgamento
justo e eleições diretas convocadas por plebiscito. Os senadores
questionam o fato de o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ),
ser inimigo declarado da presidente e, diante das acusações que lhe
envolvem na Operação Lava Jato, ter admitido o pedido contra Dilma.
Eles afirmam que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de
prosseguir com o pedido de impeachment contra Temer tem sido ignorada
pela Câmara. "A Câmara vem negando-se a processar o vice por denúncia em
crime conexo. O que naturalmente seria uma junção de processos para
julgamento virou um 'ela vai e ele não' virou uma escolha de réus",
criticam os senadores, na questão de ordem.
"Não há como negar, o julgamento da presidente está sendo isolado e
maquiavelicamente orquestrado sem igualdade de tratamento em relação ao
vice-presidente", completa o grupo, no pedido de 16 páginas. "São
imprescindíveis o julgamento de ambos (Dilma e Temer) e dar uma decisão
definitiva.
Ordem cita apologia ao crime após elogio ao coronel Ustra.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ) protocola
nesta segunda-feira (25) o pedido de cassação do mandato do deputado
federal Jair Bolsonaro (PSC), por quebra de decoro parlamentar, no
Conselho de Ética da Câmara. "Apologia ao crime" pela seccional fluminense da Ordem à
Procuradoria-Geral da República (PGR) também anexou documento nesta segunda. O texto
acusa o parlamentar de apologia ao crime por "fazer, publicamente,
apologia de fato criminoso ou de autor de crime". O ofício se baseia no elogio ao primeiro militar reconhecido pela Justiça brasileira como torturador, Carlos Alberto Brilhante Ustra, feito por Bolsonaro no voto pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, no dia 17.
Por quebra de decoro parlamentarqual sua opinião deputado será cassado: Sim ou Não ?
Presidente do PT - Chama #Temer de Traidor Falção afirmou nesta segunda-feira (25) que o
vice-presidente Michel Temer prepara projetos para ferir os direitos civis e
sociais, caso assuma a Presidência da República. “Traidor de sua colega
de chapa, contra a qual conspira abertamente, Temer já anunciou um
programa contra a população anti populares, de supressão de direitos civis e sociais, de
privatizações”, Temer e o comandante do GOLPE ele não tem 1% dos votos sendo assim nao se qualifica para ser representante da população, disse em discurso durante seminário promovido hoje pela
Aliança Progressista, uma rede internacional de partidos e organizações
de esquerda. Falcão classificou o processo de impeachment contra a
presidenta Dilma Rousseff de golpe de Estado. “Mas o fato é que
vivemos um novo e indigno capítulo da nossa história: após 31 anos de
vida democrática, um golpe de Estado busca depor a presidenta Dilma
Rousseff, a primeira mulher a governar o Brasil e que foi reeleita em
2014 com mais de 54 milhões. Para o presidente do PT,Rui Falcão o modo como as investigações contra corrupção
estão sendo conduzidas mostram riscos às instituições democráticas.
“Sucedem-se vazamentos ilegais e atropelos de garantias individuais a
evidenciar que a nação está sendo sangrada pela construção de um regime
de exceção e arbítrio, sob o comando de forças conservadoras cujo único
objetivo é voltar ao governo a qualquer custo”.
The President of the Chamber of Deputies, Eduardo Cunha, is guilty in the Supreme Court for corruption and money laundering in Operation Lava jet. He is accused of hiding accounts in Switzerland and have received R $ 52 million in bribes abroad. Temer, in turn , had its name mentioned in several corruption scandal Lava jet. His name first appears in spreadsheets that refer to the year 1996. On the other hand , there is no indictment of President Dilma Rousseff,is not investigated in anycorruption operation.
A QUEM INTERESSA ABAFAR AS INVESTIGAÇÕES DA LAVA JATO?
O Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é réu no STF por
corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. É acusado de
esconder contas na Suíça e de ter recebido R$ 52 milhões em propina no
exterior. Temer, por sua vez, teve seu nome citado diversas no escândalo
de corrupção da Lava Jato. Seu nome aparece pela primeira vez em
planilhas que remetem ao ano de 1996. Por outro lado, não há nenhuma
acusação contra a Presidenta Dilma Rousseff, nem é investigada em
nenhuma operação de corrupção.
Fala de corrupção, afirma que Dilma foi a primeira pessoa a deixar a policia trabalhar livre. Os políticos de forma geral são corruptos, mas nem todos.
"Em um cesto sempre haverá uma maça podre..."
"Jornalista Imparciais"
"Temer foi citado pela quarta vez na lava-jato"
A espera de #Dilma#Rousseff♡ na embaixada do Brasil nos EUA. Grupo em Apoio a #presidenta#Mundodeolho#Golpistas em desespero.O processo de impeachment de Dilma tem ganhado espaço nas publicações
internacionais, seja em editoriais ou reportagens. Nesta quinta-feira, a
capa da nova edição da revista The Economist voltou a estampar a imagem do Cristo Redentor. Depois de simbolizar a
decolagem e, mais recentemente, a derrocada do Brasil, a estátua agora
aparece pedindo socorro. Em editorial, a revista diz que a presidente
Dilma Rousseff tem responsabilidade sobre o fracasso econômico, mas que
os que trabalham para tirá-la do cargo "são, em muitos aspectos, piores"
e cita Eduardo Cunha como exemplo.#DEMOCRACIA deve ser respeitada.
Ganhador do prêmio Pulitzer Prizes pelas reportagens feitas a partir das revelações de Edward Snowden, o jornalista Glenn Greenwald, fala do que se viu no Brasil no último dia 17 e a a atual conjuntura política brasileira à influente jornalista Christiane Amanpour, da CNN.
“Eles saíram da ditadura apenas em 1985, e é realmente perturbador olhar para eles brincando com a democracia desse jeito.”